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Lenilda Luna e Alexandre Fleming são pré-candidatos da UP em Alagoas

Por Assessoria 28/04/2026
Lenilda Luna e Alexandre Fleming são pré-candidatos da UP em Alagoas
Lenilda Luna e Alexandre Fleming vão disputar as eleições em Alagoas. (Foto: Foto: Assessoria.)

Em reunião realizada no último domingo (26), o Diretório Estadual da Unidade Popular deliberou pela aprovação das pré-candidaturas de Lenilda Luna ao Governo de Alagoas e de Alexandre Fleming ao Senado Federal. A definição foi tomada após debate sobre as tarefas da Unidade Popular diante da luta eleitoral e da conjuntura local e nacional.

Lenilda Luna é jornalista da Ufal e foi a terceira mais votada nas eleições à Prefeitura de Maceió, em 2024. Já Alexandre Fleming é professor do Ifal e também foi candidato à Prefeitura de Maceió, em 2012, obtendo mais de 20 mil votos, o equivalente a 5,13% do total.

Ao comentar a decisão, Lenilda destacou o sentido social das candidaturas: “Os trabalhadores e trabalhadoras de Alagoas precisam estar representados nestas eleições por pessoas comprometidas com a luta por direitos fundamentais como saúde, educação, moradia, segurança, enfim, por uma vida digna. Esse compromisso é da Unidade Popular, que organiza o povo, não de nenhum dos nomes das oligarquias alagoanas”.

O lançamento das pré-candidaturas será realizado no dia 13 de maio. A decisão de lançar pré-candidaturas está em consonância e reafirma as diretrizes já indicadas no V Congresso Estadual e Municipal da Unidade Popular, realizado em 28 de março: “A Unidade Popular afirma ao povo alagoano que terá uma chapa independente e socialista nas eleições de 2026, apresentando nomes ao pleito estadual”.

Para Fleming, a UP será o diferencial nessa disputa: “Não vamos dar vida fácil aos representantes das oligarquias para o Senado. Renan Calheiros e Arthur Lira encenam divergências, mas operam na mesma lógica de poder, articulando alianças secretas com prefeituras do interior por meio de currais eleitorais e voto de cabresto. Esses velhos métodos estão esgotados e não vão mais se impor pela força e poder econômica. Vamos expor essas contradições e enfrentá-los diretamente, com o povo consciente e organizado, que está na luta por direitos, pela redução da jornada de trabalho e contras as privatizações, que tanto afetam o nosso povo”.

Além das candidaturas, a UP definiu por uma ampla mobilização em torno do primeiro de maio e da luta pelo fim da escala 6x1, com panfletagens em locais de trabalho, fábricas e universidades, ampliando o diálogo com trabalhadores, estudantes e a população em geral.

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