PCAL deflagra Operação Filhos de Ártemis em combate ao abuso sexual e pornografia infantojuvenil
Ascom PC/AL
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) deflagrou, nesta sexta-feira (20), a Operação Filhos de Ártemis, objetivando combater crimes relacionados a estupro de vulnerável, produção, compartilhamento e armazenamento de conteúdos de pornografia infantojuvenil.
As ordens judiciais foram todas cumpridas em Maceió, nos bairros do Jacintinho, Tabuleiro dos Martins e Centro. Durante o cumprimento, uma pessoa foi presa em flagrante por armazenamento de pornografia infantil e suspeita pelo crime de estupro de vulnerável.
A ação foi comandada pelas delegadas Talita Aquino e Maíra Balbi, da Delegacia de Combate Aos Crimes Contra Criança e Adolescente (DCCCA), e contou com efetivo da DCCCA, Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE/PCAL), Operação Policial Litorânea Integrada (OPLIT) e Polícia Cientifica (POLC).
Foi dado cumprimento a dois mandados de prisão e três de busca e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário de Alagoas, contra suspeitos de armazenar conteúdo de abuso sexual infantojuvenil em seus dispositivos eletrônicos.
A investigação teve início a partir dos registros de Boletim de Ocorrência (BO). Mediante as denúncias, a equipe da DCCCA iniciou os trabalhos investigativos que permitiram a identificação dos alvos e, consequentemente, a representação pelos mandados judiciais.
Durante a ação, foram apreendidos celulares e outros dispositivos de armazenamento, que serão submetidos à perícia e, posteriormente, à análise dos investigadores, com o objetivo de confirmar o conteúdo criminoso e a identificação de possíveis novas vítimas e outros envolvidos.
Segundo a delegada Talita Aquino, responsável pelas investigações, a Operação Filhos de Artemis mostra que a Polícia Civil está atenta e atuando de forma rigorosa contra crimes cometidos no ambiente virtual, em especial os que têm crianças e adolescentes como vítimas.
Os presos foram conduzidos para DCCCA e, após realização dos procedimentos legais, ficarão à disposição da Justiça.
O nome da Operação “Filhos de Ártemis” faz referência à deusa da mitologia grega conhecida como protetora das crianças e adolescentes.