Unidade Popular emite nota contra convite de JHC a Bolsonaro para passear em Maceió

Nas redes sociais, prefeito anunciou que traria o presidente para um passeio na capital alagoana

Unidade Popular emite nota contra convite de JHC a Bolsonaro para passear em Maceió

Nas redes sociais, prefeito anunciou que traria o presidente para um passeio na capital alagoana

Por Redação | Edição do dia 30 de abril de 2021
Categoria: Política | Tags: ,,,,,


Foto: Divulgação/Redes Sociais

A Unidade Popular de Alagoas emitiu uma nota repudiando a atitude do prefeito JHC (PSB) no início da tarde desta sexta (30). De acordo com o partido, o gestor municipal fez um convite ao presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) para um “passeio” em Maceió em meio a pandemia de Covid-19.

Atualmente o Brasil se encontra em uma profunda crise social e econômica, além dos colapsos nas áreas da Saúde devido ao desinteresse e a politização de questões científicas. Nesta semana, o país alcançou a marca de 400 mil mortos pela Covid-19.

De acordo com a Unidade Popular de Alagoas (UP – AL), no mesmo dia em que foi contabilizada a triste marca no país, o prefeito da capital alagoana, João Henrique Caldas, convidou um dos principais responsáveis pela crise, o presidente Jair Bolsonaro.

A UP ainda citou o baixo índice de vacinados no Brasil, evidenciando o caos e a desorganização sanitária em que os brasileiros se encontram. “De fato, o número de pessoas vacinadas no Brasil é extremamente reduzido, somente 15% da população recebeu a primeira dose e apenas 7% receberam a segunda. Não é à toa que Bolsonaro é considerado o pior presidente do mundo. Aliás, como ele mesmo falou, sua especialidade é matar.”, diz um trecho da nota.

No inicio da semana, JHC suspendeu a vacinação da segunda dose da vacina Coronavac no município. A suspensão aconteceu devido a um atraso no envio de doses pelo Ministério da Saúde, que falhou na distribuição segundo o calendário -emitido por eles mesmos-. Mesmo assim, o convite foi feito a Bolsonaro, que mantém uma forte repulsa com a ciência.

Confira a nota na integra:

No dia em que o Brasil completou 400 mil pessoas mortas pela COVID-19, o prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (JHC), anunciou nas suas redes sociais que trará o genocida Jair Bolsonaro, ocupante do posto de presidente da República, à Maceió.

Jair Bolsonaro é o principal responsável pela quantidade de mortos no Brasil, pois sempre esteve ao lado do vírus, fazendo de tudo para expandir os efeitos da pandemia. Além de divulgar notícias falsas, ignorar os protocolos sanitários, promover medicamentos inúteis e zombar das vítimas do Coronavírus, Bolsonaro preferiu gastar R$ 2,5 milhões do dinheiro público com férias, em vez de comprar vacinas para salvar o povo.

De fato, o número de pessoas vacinadas no Brasil é extremamente reduzido, somente 15% da população recebeu a primeira dose e apenas 7% receberam a segunda. Não é à toa que Bolsonaro é considerado o pior presidente do mundo. Aliás, como ele mesmo falou, sua especialidade é matar.

Não bastasse, o Brasil vive mergulhado numa crise profunda, são 14 milhões de desempregados, mais de 50% da população vive com menos de um salário mínimo, a inflação galopante torna à carestia a marca principal do governo Bolsonaro, que tudo faz pelos banqueiros e bilionários, enquanto um número cada vez maior de pessoas vive na miséria e é obrigada a arriscar a vida em meio a uma pandemia para garantir algum tipo de sobrevivência.

A Unidade Popular pelo Socialismo em Alagoas repudia veementemente a presença de Bolsonaro na capital alagoana. Afinal, o que pretende o senhor João Henrique Caldas trazendo um genocida para a nossa capital? Celebrar a mortandade, o desemprego e a miséria?!

Fora Bolsonaro!

Impeachment já!

 

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