Um movimento suspeito

Por | Edição do dia 23 de setembro de 2015
Categoria: Opiniões


Há algo de muito estranho no mercado dos combustíveis em Alagoas. E essa estranheza se deve também às vistas grossas feitas pelos órgãos que deveriam investigar os postos de combustíveis. Isso se faz necessário para, depois, não ser preciso a Polícia Federal entrar no caso para dizer que os órgãos públicos foram omissos [ou prevaricaram] quando deveriam agir. Foi assim com os organismos estaduais e municipais de meio ambiente em relação às línguas sujas. O movimento dos postos de combustíveis remete a uma cartelização do setor.Tá na cara, todo mundo vê, menos quem deveria.

Não se entende a inércia do Procon de Alagoas que deveria ficar no calcanhar desses estabelecimentos que dizem quanto devem desembolsar e como os donos de veículos devem fazer para comple tar o tanque. Os postos de combustíveis estão funcionando assim com o preço da gasolina: passam uns meses com o preço tabelado em alguns centavos acima da média estabelecida e, em certo momento, alguns são liberados para as forjadas promoções.

Por exemplo, hoje há posto que pratica o litro da gasolina a R$ 2,99 e há outro que cobram R$ 3,39. Além disso, ainda tem aquela história do pagamento a dinheiro, débito ou crédito, subindo alguns centavos a cada opção de pagamento. O beabá elementar do Código de Defesa do Consumidor mostra que isso está errado. Até mostra, mas os órgãos competentes têm dificuldades para enxergar. Por que será, hein?

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