UFAL pretende aderir ao programa que dará internet para alunos vulneráveis

Objetivo é possibilitar o acesso as aulas online durante a pandemia do novo coronavírus

Por Assessoria | Edição do dia 17 de agosto de 2020
Categoria: Educação, Notícias


A Universidade Federal de Alagoas (UFAL) antecipou à Gazetaweb que pretende participar do novo programa do Ministério da Educação (MEC), que buscará dar acesso à internet para estudantes de baixa renda do ensino federal do País durante a realização de aulas à distância. Os detalhes devem ser divulgados nesta terça-feira (18).

Além da universidade, o Instituto Federal de Alagoas (IFAL) também deve participar da iniciativa, conforme antecipou a Pró-Reitora de Ensino da Instituição, Maria Cledilma Ferreira da Silva Costa. O IFAL, contudo, não tem previsão de quando dará mais detalhes da execução.

O programa, divulgado nesta segunda-feira (17), pelo ministro da educação, Milton Ribeiro, concretizou licitações com três operadoras brasileiras para fornecer chips com conexão à internet aos estudantes que têm renda familiar entre meio salário mínimo e um e meio. Em Alagoas, o serviço deve ser prestado pelas telefônicas Claro e Oi.

Para os alunos que já têm acesso à internet, um bônus de dados será fornecido . A franquia vai variar de 5GB a 40GB ao mês, com a estimativa de que cada aluno gaste, em média, 20GB para acessar os conteúdos educacionais e participar ao vivo das aulas remotas.

Em lugares onde o acesso à internet não é possível por meio de redes móveis, a ideia é fornecer a conexão via satélite. “A nossa meta é não deixar ninguém para trás”, disse em nota o secretário de Educação Superior do MEC, Wagner Vilas Boas de Souza.

A informação confirma as pretensões da universidade de iniciar as aulas na modalidade à distância, que vinha enfrentando resistência da comunidade acadêmica devido a questões de acessibilidade.

O serviço será coordenado pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), que já trabalha fornecendo internet Wi-Fi nos campus federais. No primeiro momento, o programa deve beneficiar cerca de 400 mil alunos na menor faixa de renda (meio salário mínimo). O investimento é de R$ 24 milhões.

 

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