Trabalho conjunto entre arquiteta e personal organizer resulta em melhor qualidade de vida

Parceria ajuda a evitar erros, proporciona economia, mais espaço e tempo livre para o cliente

Trabalho conjunto entre arquiteta e personal organizer resulta em melhor qualidade de vida

Parceria ajuda a evitar erros, proporciona economia, mais espaço e tempo livre para o cliente

Por Redação com Assessoria | Edição do dia 28 de abril de 2021
Categoria: Conceito


Quem não sonha em ter uma casa projetada e organizada conforme seu estilo e suas atividades domiciliares? Pois bem, a integração do trabalho do arquiteto com a  Personal Organizer vai além de uma simples arrumação, surge como uma readaptação de vida, uma oportunidade de economizar, ganhar tempo e novos espaços dentro de casa ou do apartamento.

É no momento do planejamento que o arquiteto e a Personal Organizer discutem quais medidas vão ser usadas para definir o tamanho ideal dos móveis e demais espaços projetados, atendendo a necessidade do cliente. A arquiteta, Cris Nunes, vive isso na prática e explica como é feita a integração entre os dois profissionais.

“O arquiteto vem para projetar, definir os espaços, fazer o layout, pensar nas combinações, materiais e iluminação. Já a PO conhece o acervo do cliente. Ou seja, tudo o que ele tem de roupas, sapatos, louças, entre outros. A personal contribui detalhando como eles serão guardados, definindo altura das prateleiras e tamanhos de gavetas, por exemplo. Esse trabalho em conjunto, entre os dois profissionais, é importante justamente para que a marcenaria saia o mais próximo possível das necessidades do cliente,” ressalta Cris Nunes.

Organize e economize

A Personal Organizer é um profissional capacitado a organizar qualquer ambiente de forma prática e lógica, culminando em economia de tempo e dinheiro para as pessoas que vivem naquele ambiente. Atuando como Personal Organizer há mais de cinco anos, Ivea Ferreira, dá dicas de como manter o ambiente de sua casa mais confortável, capaz de unir a estética arquitetônica à funcionalidade dos acervos.

“Comece tirando os excessos, avalie o que você continua guardando mesmo sem utilidade, fazer uma boa triagem é o primeiro passo para começar a se organizar. Quando você tira o que não usa, você passa a ter clareza do que tem, do que gosta, do que precisa ou não. A organização traz autoconhecimento, mas, para isso acontecer, é importante fazer essa sessão do desapego”, orienta.

Outra dica da especialista em organização é: “Se você definir um local para guardar um grupo de coisas, procure guardar sempre no mesmo lugar após o uso. Assim criará o hábito e a manutenção será natural”.

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