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TJ determina reintegração de posse no Porto, mas grevistas continuam no local

Da redação com assessorias / 9:41 - 28/04/2016


Na noite desta quarta-feira (27) o juiz Henrique Gomes de Barros, da 3ª Vara Cível da Capital, decidiu pela imediata reintegração de posse do Porto de Maceió. Integrantes do movimento em greve, que soma cerca de 500 policiais civis, informaram que saída depende de reunião que está sendo realizada nesta manhã com o Secretário de Segurança Pública, coronel Lima Júnior.

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Policiais civis em reunião nesta quarta-feira (28) (Foto: Sindpol)

A Justiça determinou que os policiais desobstruíssem a entrada para os caminhões realizaram a carga e descarga das mercadorias.

Na publicação, o juiz considerou que a ocupação do Porto pode trazer prejuízos à população. “O ato praticado pelo Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Alagoas, prejudica seriamente, não só a capital Alagoana, como também a todas as cidades próximas que correm o risco de ficar sem abastecimento de gasolina, álcool e óleo, causando um dano irreparável e também, ferindo gravemente o direito de propriedade e de liberdade de locomoção estabelecidos pela Constituição Federal”, avaliou.

Em nota publicada, o Sindicato dos Policiais Civis (Sindpol) informou que o advogado Antonio Ferreira está “tomando as providências cabíveis em relação às recentes decisões”.

Motivos da greve

Dentre os 23 itens das pautas reivindicatórias, as principais são os salários equivalentes a 60% do piso de delegado, revisão do Plano de Cargos e Carreiras e pagamentos retroativos de progressões, risco de vida e insalubridade.

Há quase uma semana, na quinta-feira (22), o Tribunal de Justiça determinou a suspensão da greve e retorno imediato aos trabalhos, sob pena de multa diária de R$ 5 mil reais.

 

 


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