A paulistana Bia Haddad teve uma segunda-feira (8) especial desde as primeiras horas. Além de subir para 24ª posição no ranking mundial, divulgado hoje pela Associação Internacional de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês), a brasileira estreou com vitória no Aberto de Toronto (Canadá), ao derrotar a italiana Martina Trevisan (26ª), por 2 sets a 1 (parciais de 6/2 2/6 6/2).

A próxima partida da canhota será na quarta (10), em horário ainda a ser definido. Bia enfrentará a vencedora do confronto entre a australiana Storm Sanders e a canadense Leylah Fernandez, que duelam logo mais, às 20h (horário de Brasília).

A temporada deste ano tem sido exitosa para a paulistana de 26 anos. Na disputa individual Bia faturou os dois principais títulos da carreira - os WTA 250 de Nottingham e Birmingham, ambos na Inglaterra – e também foi campeã no WTA 125 de Saint Malo (França). Nas duplas, a brasileira começou o ano levando o título no WTA 500 de Sidney, ao lado da cazaque Anna Danilina. Em junho passado, além do título de simples também faturou o de duplas no WTA 250 de Nottingham, desta vez em parceria com a chinesa Shuai Zhang.

A Associação das Tenistas Profissionais (WTA) divulgou na segunda-feira (16) um calendário de torneios atualizado para a temporada 2022 sem nenhum evento na China e sem definição do local do WTA Finals que encerrará a temporada.

O circuito feminino de tênis havia dito no mês passado que ainda estava trabalhando para encontrar uma solução para o impasse com a China sobre a questão da ex-tenista Peng Shuai, e que não retornaria ao país este ano.

A segurança da tenista ex-número um do mundo em duplas tornou-se uma grande preocupação depois que ela postou uma mensagem nas mídias sociais em novembro acusando o ex-vice-primeiro-ministro da China Zhang Gaoli de agressão sexual, antes de excluir a postagem e desaparecer da vista do público.

A WTA então suspendeu seus eventos na China, uma decisão que deve custar milhões de dólares ao circuito feminino de elite em transmissão e patrocínio.

Na ausência de torneios na China, a programação inclui um novo evento WTA 1000 em Guadalajara, no México, em outubro, e um evento WTA 500 em San Diego, na Califórnia, que acontecerá no mesmo mês.

A Tunísia também sediará um torneio WTA 250.

“O calendário da WTA 2022 fornecerá uma quantidade robusta de oportunidades de trabalho para atletas em um fluxo de calendário regional que nos levará até o final da temporada”, disse o chefe da WTA, Steve Simon, em comunicado.

A WTA afirmou que atualizações do calendário serão fornecidas em breve, incluindo a localização do WTA Finals, que acontecerá na semana de 31 de outubro. O torneio do ano passado foi realizado em Guadalajara.

A ausência de eventos da WTA este ano é outro revés para a China, que está rapidamente se tornando um deserto esportivo internacional depois que desistiu de sediar a Copa da Ásia de futebol de 2023 devido à situação da covid-19 no país.

A seleção brasileira conquistou nesta quarta-feira (1) o Torneio Internacional de Futebol Feminino, disputado em Manaus, ao derrotar o Chile por 2 a 0 na Arena da Amazônia. Foi o primeiro título da era Pia Sundhage, iniciada em agosto de 2019.

Foto: Thaís Magalhães/CBF.

O triunfo levou o Brasil a nove pontos na competição em solo manauara, contra seis das chilenas. Antes, a seleção derrotou Índia (6 a 1) e Venezuela (4 a 1). O terceiro lugar ficou com as venezuelanas, que, mais cedo nesta quarta, superaram as indianas por 2 a 1, também na Arena da Amazônia, encerrando o torneio com três pontos. A meia Kerolin, com quatro gols, foi a artilheira do evento amistoso.

A competição foi a sexta com participação canarinha desde a chegada de Pia. No primeiro ano, o Brasil foi vice-campeão deste mesmo torneio, à época em São Paulo, superado pelo próprio Chile na final, nos pênaltis. Em seguida, a seleção foi à decisão do Torneio Internacional da China, perdendo o título para as anfitriãs, também nas penalidades. Em 2020, as brasileiras disputaram outro evento amistoso, desta vez na França, ficando na terceira posição entre quatro equipes (as francesas levaram o título).

Em fevereiro deste ano, o Brasil competiu no Torneio She Believes, nos Estados Unidos, ficando com o vice-campeonato, atrás das donas da casa. Em julho, a seleção disputou o único campeonato oficial da era Pia, a Olimpíada de Tóquio (Japão), caindo nas quartas de final, nos pênaltis, para o futuro campeão Canadá.

As brasileiras iniciaram o jogo tentando impor uma postura mais ofensiva, mas encontraram dificuldades na bem postada defesa chilena. Na primeira chance, aos 12 minutos, a meia Ary Borges foi lançada na ponta direita da área por Kerolin e tentou encobrir a goleira Christine Endler, mas mandou por cima. A segunda investida só foi possível aos 34, depois da zagueira Antônia (atuando como lateral-direita) quebrar a linha de marcação ao encontrar Debinha próxima à pequena área. A camisa 9 arrematou cruzado, com perigo, à direita da meta.

A pressão deu resultado no começo do segundo tempo. Aos três minutos, Ary Borges foi lançada pela esquerda pela lateral Tamires e cruzou rasteiro para Kerolin concluir no contrapé de Endler, abrindo o placar. As substituições diminuíram o ritmo da partida, mas o Brasil seguiu ligado. Aos 38 minutos, a atacante Giovana aproveitou o erro no domínio de bola da zagueira Fernanda Ramírez e chutou na saída da goleira, definindo o marcador em Manaus.

A vitória sobre as chilenas foi a décima do Brasil em 16 jogos nesta temporada, que também teve quatro empates (durante os 90 minutos) e duas derrotas. Foram 40 gols marcados e 14 sofridos.

O próximo desafio das brasileiras será novamente o Torneio Internacional da França, no período destinado a jogos de seleções femininas (Data Fifa) de 14 a 23 de fevereiro do próximo ano. Além das anfitriãs, as comandadas de Pia terão Holanda e Finlândia pela frente. Em julho, a seleção disputa a Copa América, onde pode garantir vaga na Copa do Mundo de 2023, com sede na Austrália e na Nova Zelândia.

A árbitra assistente, Brígida Cirilo, representará Alagoas no Torneio Internacional de Futebol Feminino, que acontece em Manaus/AM. Ela atuará na partida entre Brasil x Índia, que abrirá a competição nesta quinta-feira (25), às 21h, na Arena Amazônia.

Brígida Cirilo irá representar Alagoas no torneio. Foto: Reprodução/FAF.

Além de Brígida, o confronto contará com a participação da árbitra Daiane Muniz (SP) e da também assistente Fernanda Gomes Antunes (MG). As três são do quadro de arbitragem da FIFA.

Após este jogo, a alagoana ainda atua no jogo entre Índia x Venezuela, no dia 1º de dezembro, às 17h, também na Arena Amazônia. Thayslane de Melo Costa (FIFA/SE) será a árbitra e Fernanda Gomes Antunes (FIFA/MG) a assistente.

A competição tem as participações de Brasil, Chile, Índia e Venezuela, que se enfrentam em apenas um turno com jogos apenas de ida. A seleção campeã é a que tiver maior pontuação ao final das três rodadas.

Sesi Senai Roboben

São 12 horas de treinamento por dia. Férias escolares? Nem pensar. Os alunos das equipes Robocamb (Escola Sesi Cambona) e Roboben (Sesi/Senai do Benedito Bentes) intensificam a preparação para a etapa regional do Torneio de Robótica First Lego League (FLL) que acontece em Salvador-BA, dias 8 e 9 de fevereiro.

Mas, a viagem acontece dois dias antes. Seis de fevereiro, eles embarcam para a capital baiana, onde antecipam a preparação, organização das equipes e reforçam a concentração, totalmente voltados para o campeonato.

Se a preparação é intensa, a expectativa está gigantesca. “A equipe Sesi Robocamb é, dois anos seguidos, a campeã desse torneio e a esperança é buscar o tricampeonato e uma vaga para a etapa nacional”, disse o treinador Victor Dantas.

Além do desafio do robô, as equipes precisam apresentar um projeto de pesquisa de acordo com o tema proposto pelos organizadores do torneio – o Sesi Nacional e o grupo Lego Education, da Dinamarca. Na temporada 2019/2020 (City Shaper), os estudantes devem pensar soluções para melhorar a vida nas grandes cidades.

Os alunos da Sesi Robocamb desenvolveram um projeto que usa raspa de pneu, juntamente com uma resina e um catalisador, criando uma nova estrutura para os telhados que hoje são feitos de madeira. O material aumenta a resistência dos telhados e evita desabamentos.

A equipe Sesi/Senai Roboben, treinada pelo professor Eduardo Monteiro, pensou numa cerâmica para uso hospitalar com esmalte antibacteriano. O objetivo é reduzir o índice de infecção hospitalar que, segundo a pesquisa, causa 100 mil mortes no Brasil anualmente.

(Foto: Moacir Barbosa)

(Foto: Moacir Barbosa)

Júlia Torres atleta do projeto do núcleo de extensão do Cesmac, conquistou o primeiro lugar geral no Torneio Nacional de Ginástica Rítmica, etapa Nordeste, realizado no último dia 31, na cidade de São Luís/MA. O projeto é ligado ao curso de Educação Física e colocado em prática no programa Universidade na Educação Básica.

O campeonato credenciou a atleta para o Torneio Nacional que acontecerá em São Paulo, no mês de outubro. O Torneio Nacional é uma importante ferramenta para o descobrimento de novos talentos, além de ser uma oportunidade de intercâmbio de conhecimento entre os profissionais e geralmente reúne um grande número de inscritos, demonstrando que a ginástica vem se popularizando, cada vez mais, em várias partes do Brasil.

A atleta, de apenas 12 anos, consagrou-se campeã geral na categoria Infantil nível 2, na disputa entre 25 atletas de toda a região nordeste, se classificando assim entre as 4 primeiras colocadas que irão representar a região no Torneio Nacional

Estudantes e docentes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Alagoas (Senai/AL) participam, em Brasília-DF, da maior competição de educação profissional das Américas. A Olimpíada do Conhecimento, promovida pelo Departamento Nacional do Senai, reúne, até domingo próximo, 1,2 mil estudantes do Senai, do Sesi e de Institutos Federais de Educação de todo o país.
Conforme o chefe da delegação alagoana, professor Ednilson Lins, o Estado participa em duas categorias do desafio por equipes – Alimentos, com seis competidores, e Tecnologia da Informação, com quatro. “Dois de cada time serão selecionados para os desafios individuais”, explica ele.
Os alagoanos também enviaram à capital federal sete pessoas com deficiência para os desafios de educação profissional, nas áreas de Panificação (três pessoas com down), Costura (duas cadeirantes) e Tecnologia da Informação (dois cegos); um projeto para o Inova Senai; e três estudantes de Logística da Escola Sesi/Senai de Maceió, que fazem a prova do Sistema de Avaliação de Educação Profissional (Saep), do Senai.
“O legal do desafio deste ano é que, neste novo formato, divulga melhor o que o Senai faz. Os estudantes trazem os projetos desenvolvidos nos estados e os explicam aos visitantes que passam pelos estandes. Outra novidade está na avaliação: 90% da nota é dos jurados do desafio, 9% são dados pelos visitantes e 1% vêm da votação pela internet”, afirmou Ednilson Lins.
Inovação
Paralelamente à OC 2016, é realizado o Inova Senai. A equipe de Alagoas – formada pelas docentes Larissa Casado e Thaís Amorim, e pelas alunas Luana Marques e Ana Luiza Xavier – apresenta o picolé de batata doce, com biomassa de banana verde e óleo de coco, ingredientes que substituem as gorduras.
“O resultado é um lanche saudável e prático, com zero glúten, zero lactose, zero gordura trans, e rico em fibras”, disse Larissa Casado, que é da Área de Alimentos do Centro de Formação Profissional Gustavo Paiva (Senai/Poço).

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