A equipe médica veterinária do Gabinete de Gestão Integrada de Políticas Públicas para Causa Animal (GGI-CA), atenta à saúde e bem-estar dos animais, faz um alerta à população sobre a leptospirose canina, que é uma das doenças que mais preocupam os tutores de cães, principalmente, durante o período chuvoso, que provoca o aumento da doença em todo o país.

Equipe veterinária do Gabinete da Causa Animal alerta população sobre a leptospirose canina

Leptospirose canina requer que pet receba cuidados veterinários. (Foto: GGI-CA)

A médica veterinária, Larissa Rocha, do GGI-CA falou sobre as características da doença.

“É uma doença infectocontagiosa, de caráter zoonótico (animal/homem), causada pela bactéria Leptospira. Naturalmente ocorre nos ambientes rurais e suburbanos das áreas semitropicais. A exposição à água em ambiente externo, terras úmidas e espaços públicos abertos são fatores de risco para transmissão da doença”, explicou a veterinária.

A veterinária também relatou que entre os hospedeiros da doença estão os ratos, que podem ter a bactéria no organismo sem que nenhuma doença se desenvolva. A relação com os roedores também explica o motivo do receio ser maior no período das chuvas.

A bactéria Leptospira é eliminada na urina e penetra no organismo através da pele lesionada ou intacta. A transmissão também ocorre através de feridas por mordedura, por contato venéreo (sexual), pela via transplacentária (prenhe - filhote) e pela ingestão de tecidos contaminados, solo, água, cama, alimento e outros objetos que os animais possam ter contato. Ela causa lesões em diversos órgãos, como rins e fígado. O desenvolvimento da doença depende de fatores como idade do pet, sistema imunológico e histórico dele, sendo que em casos mais graves pode levar à morte.

Uma informação importante é o papel do gato na doença, geralmente eles são afetados de maneira subclínica (não apresentam sintomas), mas podem eliminar a bactéria no ambiente por períodos variáveis após a exposição. Cães de qualquer idade, raça ou gênero podem desenvolver leptospirose se não forem previamente imunizados.

A leptospirose em cachorros é de difícil diagnóstico, de forma que os tutores devem levar o animal para uma avaliação profissional mais detalhada. O médico veterinário vai considerar o histórico e relato do dono quanto aos sintomas do animal e fazer uma avaliação física dele observando coloração, úlceras bucais e outros sintomas mais aparentes. Também será necessário a realização de exames complementares e testes sorológicos para diagnosticar a leptospirose canina, como exame de sangue e de urina.

O tratamento da leptospirose em cães varia de acordo com o estágio da doença, mas pode incluir medidas terapêuticas para combater a bactéria. Destaca-se que a melhor opção é a prevenção que pode ser feita por meio da vacinação. As doses devem ser aplicadas regularmente a cada seis meses, seguindo o cronograma de vacinação do pet.

A leptospirose canina é uma doença séria e que deve ser tratada. A identificação precoce dos sintomas e encaminhamento do animal ao veterinário auxilia em um diagnóstico mais rápido e melhores chances no tratamento.

Maria Cristina é protetora independente do bairro do Vergel do Lago. (Foto: Ascom GGI Causa Animal)

O Gabinete de Gestão Integrada de Políticas Públicas para Causa Animal (GGI-CA) esteve nessa segunda-feira (23) no bairro do Vergel do Lago para prestar assistência a uma protetora de animais independente. A equipe do Castramóvel da Prefeitura de Maceió garantiu a castração de 14 felinos que foram acolhidos na região pela aposentada Maria Cristina em decorrência de situações de risco, maus tratos e abandono.

A protetora relatou à equipe que tem atualmente 52 gatos em sua residência, destes, 14 ainda estavam sem castração. Maria Cristina contou que cuida dos pets, alimenta, reabilita e faz articulações com a população para assegurar adoções responsáveis. Em contato com a central de atendimento do Gabinete da Causa Animal Cristiana solicitou apoio para as castrações.

“Maravilhosa essa ação da Prefeitura, essa gestão está de parabéns, os profissionais do Castramóvel são incríveis. Graças a Deus e a esse projeto da Prefeitura todos os gatos foram castrados, alguns eu já consegui encaminhar para um lar. Agradeço muito pelo apoio e estou muito satisfeita”, contou Maria Cristina.

A coordenadora do GGI Causa Animal, Marcella Soares, falou sobre a constante demanda que chega na central da população solicitando ajuda para realizar as cirurgias.

“Recebemos diariamente perguntas sobre o Castramóvel, mas além das solicitações da população querendo saber da agenda dos bairros em que a unidade móvel vai passar, sentimos que havia uma grande demanda dos protetores independentes, pessoas que cuidam e acolhem voluntariamente em suas casas  mais de 10 animais. E diante disso, decidimos realizar atendimentos aos protetores paralelamente à agenda preestabelecida do Castramóvel pelos bairros da capital”, explicou a coordenadora.

Equipe do Castramóvel realiza cirurgias de esterilização de 14 gatos no bairro do Vergel do Lago. (Foto: GGI Causa Animal)

Os protetores independentes que desejam receber a visita do Gabinete da Causa Animal com o Castramóvel podem entrar em contato pela central de atendimento através do WhatsApp 82 98752-6505. É necessário ser pessoa física, de baixa renda comprovada e que acolha mais de 10 animais em casa.

Cães são a principal fonte de infecção para o vetor transmissor da Leishmaniose Visceral. (Foto: Victor Vercant/ Ascom SMS)

A Leishmaniose Visceral (LV) é uma zoonose endêmica transmitida ao homem pela picada de fêmeas de Lutzomyia longipalpis infectadas pelo protozoário Leishmania infantum. No ambiente urbano, os cães são a principal fonte de infecção para o vetor. Em Maceió, a Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) é o órgão responsável pelo controle da doença, além de oferecer diversos outros serviços com a finalidade de garantir a saúde dos maceioenses.

Para o diagnóstico da enfermidade nos cães, a unidade realiza teste rápido, ensaio imunocromatográfico como método de triagem e ensaio imunoenzimático (Elisa), como método para confirmação, conforme preconizado pelo Ministério da Saúde.

A gerente de Laboratório e Entomologia da UVZ, Ana Patrícia Tenório, diz que a unidade realiza exames diariamente. “Todos os dias temos técnicos para realização de exames. Além de receber amostras do atendimento ambulatorial e canil da UVZ, o laboratório também colhe amostras por meio de ações externas, que acontecem de forma esporádica, como o trabalho de campo para inquérito epidemiológico, feiras de adoção, Castramóvel e ações nas comunidades”, comenta.

Gerente de Laboratório e Entomologia da UVZ, Ana Patrícia Tenório. Foto: Ascom SMS

Gerente de Laboratório e Entomologia da UVZ, Ana Patrícia Tenório. (Foto: Ascom SMS)

Anualmente, a Unidade de Vigilância de Zoonoses colhe 3.000 amostras de material sorológico. A média de prevalência analisada pelos médicos-veterinários do laboratório da unidade está em torno de 2% a 5%.

“Nossa meta mensal é realizar 250 exames de triagem por mês, totalizando 3.000 amostras ao ano. Mensalmente, dependendo da área em que a equipe do campo esteja, temos uma casuística maior de animais positivos, passando a prevalência de 10%. Quando analisamos anualmente, a média de prevalência é de 2% a 5%. Em Maceió, temos casos de leishmaniose visceral canina confirmados na maioria dos bairros, com maior incidência na parte alta e litoral”, completa Ana Patrícia.

Alta prevalência de casos 

A Gerência de Doenças Transmitidas por Vetores e Animais Peçonhentos (GDTVAP) divulgou, em março de 2022, o Boletim de Leishmaniose Visceral Canina com dados atualizados sobre a doença na capital alagoana. O documento foi divulgado para alertar a população quanto ao risco de transmissão da doença, além de informar os sinais clínicos nos animais e as medidas de prevenção para eliminação dos prováveis criadouros.

De acordo com o Boletim, no período de 2017 a 2021, a UVZ realizou 50.348 visitas domiciliares para orientação sobre prevenção e coleta de sangue para diagnóstico da LVC (leishmaniose visceral canina).

No total, 13.610 animais foram testados e 437 animais foram reagentes, conferindo uma prevalência acumulada de 2% para os cinco anos. O ano com a maior prevalência foi 2021 com 4,3%. Os bairros com maior número de animais positivos foram Ipioca, Garça Torta, Riacho Doce e Benedito Bentes.

Transmissão

A Leishmaniose Visceral é transmitida por meio da picada do mosquito-palha. O inseto tem como características a coloração amarelada ou de cor palha e, em posição de repouso, suas asas permanecem eretas e semiabertas. A transmissão acontece quando fêmeas infectadas picam cães ou outros animais infectados, e depois picam o homem, transmitindo o protozoário Leishmania chagasi, causador da Leishmaniose Visceral.

Mosquito-palha é o transmissor da Leishmaniose Visceral. Foto: Reprodução Internet

Mosquito-palha é o transmissor da Leishmaniose Visceral. (Foto: Reprodução Internet)

Sintomas 

Os cães acometidos podem apresentar febre irregular, apatia, emagrecimento, descamação furfurácea, úlceras na pele (em geral no focinho, orelhas e extremidades), conjuntivite, paresia do trem posterior, crescimento exagerado das unhas, coriza, diarréia, hemorragia intestinal, edema de patas e vômito.  

Nos seres humanos, os principais sintomas são: febre duradoura (de 10 a 15 dias), anemia, perda de peso e fraqueza. Em estágio mais avançado da infecção, a doença pode causar a expansão do fígado e do baço, causada, geralmente, quando o sistema imunológico está comprometido. Nessas situações, o paciente fica mais vulnerável a outras enfermidades.

Medidas de prevenção

Segundo o médico veterinário da GDTVAT, Charles Nunes, a prevenção é a melhor alternativa para que seres humanos e animais não sejam infectados pela doença.

“Se as pessoas evitarem a presença do vetor, elas também conseguem prevenir a leishmaniose. Quando não tratada no ser humano, é uma doença que pode ser letal. Já para os cães, não há tratamento previsto no Brasil. É importante que o tutor do animal faça todo um trabalho de prevenção com vacinas e uso de coleiras impregnadas com repelentes, essas são as melhores medidas de prevenção. Na grande maioria das vezes, a leishmaniose também provoca a morte do animal. Após diagnóstico, os animais ainda conseguem sobreviver entre 6 a 8 meses. Por isso, a recomendação dada pelo Ministério da Saúde é realizar a eutanásia”, explica Charles.

O veterinário também orienta à população para fazer o uso de repelente, principalmente quando estiver em matas ou locais com cachoeiras.

Outras medidas de prevenção

Uso de mosquiteiro com malha fina, telamento de portas e janelas, uso de repelentes, não se expor nos horários de atividade do vetor (crepúsculo e noite) em ambientes onde este habitualmente pode ser encontrado

Limpeza urbana, eliminação dos resíduos sólidos orgânicos de terrenos, de praças públicas e destino adequado dos resíduos

Limpeza de quintais e eliminação de fontes de umidade

Evitar a permanência de animais como galinhas, porcos e equinos dentro de casa

Teste sorológico canino antes de proceder a doação e adoção de cães

Utilização de coleiras impregnadas com deltametrina a 4%

Captura de cães errantes de forma seletiva (animais doentes ou suspeitos)

Contatos

Em caso de dúvidas ou solicitações, a população pode entrar em contato com a Gerência de Doenças Transmitidas por Vetores e Animais Peçonhentos através do e-mail: cczendemias@sms.maceio.al.gov.br.

Para solicitações ou denúncias, a população pode utilizar os números: (82) 3312- 5495/3312-6169.

Veterinários do GGI Causa Animal alertam sobre medidas preventivas para evitar carrapatos e pulgas

Gabinete da Causa Animal orienta tutores sobre cuidados voltados à saúde dos pets (Foto: Ascom)

O Gabinete de Gestão Integrada de Políticas Públicas para Causa Animal (GGI-CA) tem atuado junto a sua equipe executando ações e projetos voltados para a saúde e bem-estar dos animais do Município. Um dos casos que requer a atenção dos tutores é a prevenção para que os animais não tenham pulgas e carrapatos.

A médica-veterinária Maria Clara Carlos, que compõe a equipe do Gabinete da Causa Animal, fez um alerta sobre o assunto, que é um problema muito comum na vida de cães e gatos, principalmente em períodos mais quentes.

Como explica a profissional, tanto os pets que convivem em coletivo, como os que tem poucos contatos com outros animais também estão suscetíveis a esses parasitas, que causam desde uma simples coceira até a transmissão de doenças infecciosas graves.

"Esses ectoparasitas são danosos à saúde dos animais. Apenas 5% desses parasitas ficam aparentes, os 95% demais ficam no ambiente. Por este motivo, o tratamento apenas nos cães e nos gatos não é eficaz, sendo necessário aplicar o Controle Integrado, que consiste em tratar os animais e realizar a higienização do ambiente de forma simultânea", detalha.

Pulgas e alergias

Animais domiciliados podem se coçar esporadicamente, mas se a coceira for frequente, o animal pode estar infestado por pulgas. Mesmo que o cão ou gato fique em ambiente fechado a maior parte do tempo, as formas jovens destes parasitas (ovos e larvas) podem ser levados para dentro das casas nos sapatos ou em objetos, por exemplo. Já em um passeio, mesmo que rápido, pulgas jovens, que acabaram de sair de seus casulos, podem pular no animal e, a partir disso, começar uma infestação rapidamente. Já que, após a alimentação e acasalamento, as fêmeas das pulgas podem depositar até 50 ovos por dia no hospedeiro.

“Além do incômodo e da coceira por conta da picada das pulgas ou carrapatos, os animais podem sofrer com doenças que colocam em risco sua saúde. A DAPE (Dermatite Alérgica à Picada de Ectoparasitas) é uma doença dermatológica alérgica muito comum em cães e gatos e deve sempre ser considerada como um agravante nos casos de infestações por estes parasitas”, relata Maria Clara.

Carrapatos e as doenças transmitidas

Os carrapatos também são ectoparasitas muito comuns. No entanto, eles são muito resistentes no meio ambiente, podendo sobreviver durante meses sem se alimentar. A fêmea adulta chega a depositar no ambiente mais de 3 mil ovos de uma só vez. Entre idas e vindas em hospedeiros (cães e, eventualmente, gatos) e o ambiente, a chance de transmissão de doenças infecciosas é aumentada, já que o carrapato pode, durante sua evolução, alimentar-se de vários animais, até mesmo de seres humanos.

Dentre as doenças mais comuns que podem ser transmitidas aos cães, estão a erliquiose e a babesiose. A primeira é causada por uma bactéria e transmitida para o cão quando o carrapato se alimenta de seu sangue. Essa bactéria leva a alterações das células do sangue, podendo causar anemia e plaquetas baixas, sendo comum que os animais apresentem sangramentos pelo nariz, olhos e na pele (caracterizado por pontinhos vermelhos, conhecidos como petéquias). Outros sintomas possíveis são emagrecimento, falta de apetite, cansaço e febre.

Já a babesiose é causada por um protozoário que destrói os glóbulos vermelhos, causando anemia. Como as células vermelhas são responsáveis por carregar oxigênio para todo o organismo, a anemia severa poderá comprometer esta entrega e o animal pode sofrer com fraqueza, cansaço e falta de ar. Mucosas pálidas e até amareladas por conta da anemia, febre, falta de apetite, perda de peso e aumento de volume abdominal também podem ser observados. Em casos mais graves pode haver comprometimento de rins e fígado.

Cuidados e prevenção 

Alguns tratamentos matam os carrapatos, já outros podem ser usados para a prevenção. Os produtos agem de diferentes formas, então o ideal é que o tutor converse com o médico-veterinário para verificar o que é mais indicado para o animal. Além dos cuidados com o animal, é preciso estar atendo ao ambiente, já que produtos comuns de limpeza não eliminam carrapatos. Por esse motivo, ao notar a presença desses parasitas, é importante providenciar a limpeza do local com produtos específicos carrapaticidas para o ambiente.

“Ao manter o pet protegido, o tutor elimina as chances de o animal ser infestado, evitando que ele e todos que convivem na mesma casa sofram com os problemas causados por pulgas e/ou carrapatos. Diante disso, é importante identificar qual o estilo de vida do animal para adequar a melhor proteção (coleira, topSpot, comprimido mastigável, etc), ao tipo de desafio que o pet enfrenta no dia a dia, seja ele mais ativo, saindo de casa em passeios frequentes e participando de viagens com o tutor; ou mais caseiro, com baixo contato com outros pets. Em caso de dúvidas o tutor deve procurar sempre o médico-veterinário”, finaliza a médica-veterinária.

Foto: Gabriel Moreira/ Secom Maceió

A Campanha de Vacinação Antirrábica segue neste sábado (9) para a segunda etapa urbana, que busca imunizar cães e gatos da parte alta da cidade. Os maceioenses poderão levar os animais a um dos 69 pontos de vacinação espalhados pelos bairros da região dos 5º, 6º e 7º Distritos Sanitários.

Iniciada no último sábado (2), a campanha contemplou os bairros da parte baixa da cidade (1º, 2, 3º, 4º e 8º Distritos Sanitários) e vacinou 36.410 animais, sendo 22.775 cães e 13.635 gatos. Durante a campanha, a Prefeitura de Maceió pretende imunizar 115 mil caninos e felinos contra a raiva. O Município também realizou vacinação volante para os animais da zona rural, no período de 4 a 8 de abril.

O diretor de Vigilância em Saúde de Maceió, Edlúcio Donato, avalia de forma positiva a primeira etapa da vacinação. “A expectativa é que continuemos avançando, desta vez na parte alta de Maceió, só nesta primeira fase, tivemos mais de 36 mil animais vacinados”, destaca.

Recomendações

Não é necessário levar documentos para vacinar cães e gatos. Basta comparecer a um dos pontos de vacinação levando o animal na guia ou na caixa de transporte. Ao chegar no local, a orientação é que o tutor contenha o animal para ser vacinado.

Nem todos os animais podem ser vacinados contra a raiva, a restrição é válida para os casos de animais com prenhez avançada, debilitados, com problemas de pele severa ou clinicamente comprometidos, além de filhotes com menos de 4 meses.

Confira os locais da vacinação na parte alta de Maceió:

- DISTRITO V

Associação Aldeia do Índio

Escola Miriam Marroquim

Escola Lamenha Lins

US José Araújo

CAPS Noracy Pedrosa

US Waldomiro Alencar

Escola Balthazar de Mendonça

Grota do Cigano

Associação Planalto Santa Rita

Escola Maria das Graças

USF São Jorge

Escola Pedro Teixeira

Escola Pompeu Sarmento

US José Tenório

Associação Beta Ville

USF Novo Mundo

- DISTRITO VI

Associação Aprígio Vilela

Associação do Residencial Caetés

Associação do Conjunto Luiz Pedro III

Escola Mun. Selma Bandeira

Associação Conjunto João Sampaio II

Coreto Esportivo (Benedito Bentes I)

US Hamilton Falcão

Instituto Ação Resgate

Escola Estadual Eunice Campos

CAIC Benedito Bentes

AMADAL

Condomínios dos Pássaros

Escola Municipal Nise da Silveira

US Arthur Ramos

ADEFIN

Vale Bentes

US Frei Damião

Escola Estadual Rubens Canuto

Associação dos Moradores do Carminha

CEMEI José Madlington Associação Menino Petrúcio

DISTRITO VII

UBS Djalma Loureiro

Escola Estadual Benedita de Castro

UBS Rosane Collor

Escola Remi Lima Cobel (Tabuleiro)

Escola Estadual Rotary

Escola Municipal Pedro Suruagy

Escola Dom Antônio Brandão

Associação Osman Loureiro

Escola Margarez Lacet

Galpão Ovídio Edgar

UBS Denisson Menezes

Associação da Irmã Dulce

Associação Rosa Cruz

UBS João Macário

Associação do Novo Jardim

Associação do Inocoop

Associação AMAROYAL

Associação Cidade Maceió

Unidade de Vigilância de Zoonoses

UBS Tereza Barboza

Escola Mun. Silvia Celina

Barraca de Fruta da Betânia (P.A do Ailton)

Associação Parque das Árvores

Associação do Graciliano Ramos

Associação do Acauã

INSTRADIAL antiga Aprodeal

Escola Donizete Calheiros

UBS Sergio Quintela

UBS Pimentel Amorim

Galba Novais

Escola Jaime de Altavilla

Foto: Assessoria

Três em cada 10 cães de meia idade a idosos convivem com a insuficiência cardíaca congestiva, doença crônica que não tem cura. O alerta, baseado em estudos recentes, é feito pelo médico veterinário Jaime Dias, gerente técnico de animais de companhia da Vetoquinol Saúde Animal. A doença é foco da empresa de origem francesa no Setembro Vermelho, campanha em benefício da saúde do coração.

"A insuficiência cardíaca congestiva, também conhecida pela sigla ICC, é um dos problemas cardiológicos mais comuns em pets. Se não houver tratamento adequado, essa enfermidade pode provocar danos irreversíveis à saúde do animal, prejudicando o seu bem-estar e reduzindo sua longevidade. Em vários casos, pode se agravar, levando à morte do nosso companheiro", informa Dias.

Para identificar as alterações cardíacas o mais cedo possível, é preciso estar atento a alguns sintomas apresentados pelos animais. "Entre os mais importantes sinais indicativos da doença estão cansaço, fraqueza, tosse frequente, dificuldade em respirar, intolerância ao exercício, diminuição do apetite, emagrecimento e desmaios", detalha o profissional da Vetoquinol – uma das 10 maiores indústrias do setor no mundo.

Jaime Dias salienta que, "em casos mais avançados, pode haver acúmulo de líquidos nos pulmões e nos membros, com lesões importantes em outros órgãos, como os rins". Por isso, caso o cão apresente um ou mais sintomas, é extremamente importante que o tutor o leve para consulta com um médico veterinário, que avaliará o caso, solicitará exames e auxiliará no tratamento adequado".

Tratamento dos sinais clínicos

Dedicada ao bem-estar dos cães, a Vetoquinol desenvolveu UpCard, o primeiro diurético do mundo à base de torasemida, um ingrediente ativo com efeito diurético, que diminui a absorção de sódio e a retenção de líquido de forma rápida. Altamente seguro para cães, o medicamento tem efeito prolongado de 24 horas, o que mantém a diurese mais estável.

"A tecnologia empregada no desenvolvimento de UpCard promove menor excreção de potássio urinário, contribuindo para uma menor taxa de arritmia cardíaca", explica Jaime Dias. "Estudo publicado no Journal of Veterinary Internal Medicine mostrou que a torasemida presente em UpCard diminui significativamente o risco de mortalidade cardíaca, além de aumentar o tempo de sobrevida dos cães acometidos pela ICC."

Investimento em informação

Presente no Brasil há 10 anos, a Vetoquinol investe na disseminação de conhecimento de qualidade, não apenas para tutores, mas também para veterinários clínicos. No dia 16 de setembro, por exemplo, a empresa promoveu palestra técnica e gratuita para esses profissionais, abordando doenças cardiovasculares em pets, como parte da campanha "De coração pra coração", no Setembro Vermelho.

O evento virtual contou com a participação de Melina Castilho de Souza Balbueno. Médica veterinária formada pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais, ela é especialista em cardiologia veterinária pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM) e mestre pela Universidade de Santo Amaro (Unisa).

Já foi o tempo em que a diabetes era um assunto novo para os tutores de pets, que estão cientes da enfermidade afetar também cães e gatos. A novidade mesmo é a chegada de um aplicativo que ajuda a cuidar melhor da saúde do animal diabético, o Pet Diabetes Tracker, idealizado pela MSD Saúde Animal.

A ferramenta foi desenvolvida para que o tutor acompanhe a saúde do pet e ainda disponibiliza ao médico-veterinário o acesso à evolução e aos dados do animal de estimação, para que possa fornecer as orientações necessárias ao tutor, mantendo a conexão mesmo à distância.

"O serviço veio para revolucionar o controle da doença, promovendo uma monitorização melhor da saúde do pet e fornecendo informações importantes para que o médico-veterinário avalie não somente a evolução do tratamento, mas também a manutenção desse pet para uma vida mais saudável, feliz e ativa. A diabetes mellitus não tem cura, mas pode ser bem monitorada, controlada e tratada", sinaliza Silvana Badra, gerente de produto pet e médica-veterinária da MSD Saúde Animal.

O aplicativo permite que o tutor acompanhe a rotina do animal, gerencie a ingestão de água - muito importante para os portadores da enfermidade -, o consumo de alimentos, a necessidade de exercício, a condição corporal, o peso e ainda fique alerta quanto à glicose no sangue e na urina. Além disso, o serviço dá a opção de agendar lembretes importantes, como consultas e pedidos de compra da injeção de insulina. O App sinaliza o tutor no caso de que algum valor imputado esteja fora da normalidade e já disponibiliza um acesso direto ao veterinário do animal. O Aplicativo ainda fornece os gráficos das curvas glicêmicas que podem ser compartilhadas com o veterinário. O Pet Diabetes Tracker é gratuito e está disponível nas lojas de aplicativos para IOS ou Android e é gratuito.

Diabetes mellitus

A diabetes mellitus se manifesta nos animais de estimação de maneira semelhante à dos humanos e o seu diagnóstico é bastante comum. Diversos fatores podem contribuir para sua manifestação, como, por exemplo, obesidade e doenças hormonais - como hipertireoidismo e hipotireoidismo, que afetam a produção de insulina ideal para as necessidades do pet.

Os sintomas mais comuns são excesso de sede e urina, aumento de apetite e perda de peso. Por isso é importante que, a qualquer sinal de alguma dessas alterações, o tutor procure um profissional para avaliação e conclusão completa e, claro, realize a prevenção com consultas de rotina.

A doença não tem cura, mas tem tratamento com insulinoterapia e, de acordo com Silvana, a escolha do produto é essencial para obter melhores resultados. "Hoje já existe no mercado insulina veterinária com a mesma estrutura química da insulina do cão. Ela promove um pico mais rápido e mais duradouro, conferindo menor chance de crises de hipoglicemia e resistência à medicação, proporcionando um tratamento mais seguro e eficaz", explica.

Por fim, é muito importante lembrar que o cuidado com a saúde e o bem-estar do seu pet também garante a boa sanidade das pessoas que convivem com ele.

cesmacO I Encontro Internacional de Biotecnologia em Saúde Humana e Animal, com a temática “Inovação, sustentabilidade e desenvolvimento regional”, acontecerá entre os dias 14 e 16 de março de 2019, na Universidade Estadual do Ceará (UECE) – Prédio da Reitoria – Auditório Paulo Petrola – Av. Dr. Silas Munguba, 1700, Fortaleza/CE.

Biotec Meeting 2019 apresentará novos bioprodutos e bioprocessos com aplicação ao sistema produtivo, visando o desenvolvimento regional e o fomento das parcerias público-provadas.

O evento, que objetiva promover e discutir as Biotecnologias geradas através do Mestrado Profissional em Biotecnologia em Saúde Humana e Animal, junto aos setores produtivos e governamental, possui como público-alvo os alunos de Graduação e Pós-Graduação, bem como pesquisadores, produtores, empresários e profissionais da área de saúde humana e animal.

Com a oferta 200 vagas, as inscrições possuem um investimento de R$ 30,00 e poderão ser realizadas na Coordenação do MPBiotec (UECE). Mais informações estão disponíveis no site mpbiotec.org.br ou através do telefone (85) 3101-9854.

 

PROGRAMAÇÃO

14 de março de 2019 (quinta-feira)

15 de março de 2019 (sexta-feira)

16 de março de 2019 (sábado)

O DIA MAIS

/ Notícias em qualquer lugar.
No O Dia Mais, você encontra as últimas notícias de Alagoas 

e do mundo, tudo sobre o seu time e muitos outros conteúdos .

GRUPO /JORNAL O DIA

© 2000 - 2022
linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram