Parte de uma casa desabou, durante a madrugada desta terça-feira (24), após ser atingida por um deslizamento de barreira, no Flexal de Cima, no bairro Bebedouro. Ninguém ficou ferido.

Foto: Reprodução/TV Pajuçara.

O proprietário do imóvel, Maurício José dos Santos, afirmou que acordou por volta de uma hora da manhã com um barulho do desabamento. Ele e a esposa dormiam na casa, mas não tiveram ferimentos. O deslizamento da barreira atingiu a cozinha e o banheiro, cômodos que ficavam nos fundos da casa.

Maurício voltou ao imóvel no começo da manhã desta terça para tentar recuperar itens que foram deixados. “[Perdi] Geladeira, TV, armário de cozinha... O pouco que sobrou vou tentar salvar”, relatou ele à TV Pajuçara.

Técnicos da Defesa Civil de Maceió foram ao local e isolaram residências que estavam sob risco de serem atingidas por um possível deslizamento de barreira. Moradores foram aconselhados a deixarem as casas e um aluguel social foi oferecido.

Confira a nota da Defesa Civil

"A Defesa Civil atua, desde as primeiras horas desta terça-feira (24), no local onde houve uma ocorrência no Flexal de Cima, em que parte de uma barreira deslizou, atingindo uma residência que colapsou parcialmente.

Ninguém ficou ferido, mas, por segurança, sete famílias deixaram suas casas e foram direcionadas a um local seguro. Os setores operacional e social da Defesa Civil continuam no local para dar todo suporte necessário às famílias".

 

Uma criança, identificada como João Pedro, de apenas 9 anos, morreu soterrada após uma casa desabar, na manhã desta quarta-feira (23), no bairro Ouro Preto. A mãe e o irmão do menino, que também estavam na residência, foram resgatados por populares com vida.

Foto: Reprodução.

A forte chuva que caiu durante a madrugada teria provocado o desabamento da casa. Uma barreira que fica por trás da residência teria cedido, causando o desmoronamento do imóvel.

João Pedro, de 9 anos, não resistiu aos ferimentos. Foto: Divulgação.

Uma equipe Corpo de Bombeiros foi acionada para a ocorrência. A Defesa Civil, que também esteve no local, afirmou que vai analisar as estruturas das casas vizinhas e que a área deve ser isolada.

Em razão das fortes chuvas uma casa desabou durante a noite deste domingo (20) no Conjunto José da Silva Peixoto, localizado no bairro do Jacintinho, em Maceió. O telhado da residência desabou e a estrutura da casa foi danificada, mas apesar do susto, ninguém se feriu.

Foto: Cortesia

A dona da casa, que estava sozinha quando o local desabou, recebeu ajuda dos vizinhos para sair. Uma casa vizinha também foi atingida pelos escombros do desabamento e os dois imóveis foram interditados pela Defesa Civil para evitar que os moradores se ferissem. 

“Quando começou a chover, por volta das 22h, fui deitar. Daí, começou a entrar água na casa toda e, quando eu fui ao banheiro, o teto da sala caiu. Pedi socorro aos vinhos, que me ajudaram. Se não fosse isso, morreria afogada”, explicou a moradora Isabel em entrevista à TV Pajuçara.

Isabel perdeu todos os documentos e vários móveis. Os poucos objetos que restaram na casa foram retirados com a ajuda dos moradores da região. O Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL), foi acionado e cinco militares atuaram na ocorrência. Não foi informado onde os moradores das casa interditadas ficariam abrigados.

Uma pessoa ficou ferida após uma laje de concreto desabar, na manhã deste sábado (8), na Barra de São Miguel, Litoral Sul de Alagoas. Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar (CMB) foi acionada para a ocorrência.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, uma equipe foi acionada, por volta das 7h, para um local perto do viaduto da cidade. Ao chegarem no lugar da ocorrência, viram que houve o desabamento de uma estrutura de concreto, que deixou uma vítima, de 48 anos, com suspeita de fratura no membro inferior esquerdo.

Ela foi encaminhada para o Hospital Geral do Estado (HGE) para receber atendimento médico. Não se sabe mais informações sobre o estado de saúde da vítima.

Uma casa de taipa desabou e deixou duas pessoas feridas, na manhã deste sábado (30), no Povoado Cadoz, em Coqueiro Seco. As vítimas ficaram nos escombros e tiveram ferimentos.

Casa estava sendo demolida. Foto: Divulgação/CBM.

De acordo com Corpo de Bombeiros, a casa estava sendo demolida e a estrutura acabou cedendo, caindo por cima das vítimas. As duas pessoas que ficaram nos escombros foram resgatadas por populares que estavam no local.

Uma das vítimas, uma mulher, estava com sinais de Traumatismo Crânio-Encefálico (TCE). O outro atingido, um homem de 71 anos, foi conduzido pelos bombeiros com suspeita de luxação de ombro e fratura no nariz, além de apresentar escoriações no corpo.

As duas vítimas foram encaminhadas para o Hospital Geral do Estado (HGE), para receber o atendimento. Até o momento não foi divulgado o estado de saúde dos dois.

Um telhado de uma casa desabou em cima de uma idosa que estava acamada. O caso aconteceu na madrugada desta sexta-feira (9) na cidade de Penedo, interior de Alagoas.

Segundo informações do corpo de bombeiros, a senhora de 68 anos estava no local quando o teto caiu. A senhora ficou com pedaço de madeira em cima do corpo, mas felizmente não aparentava ter nenhuma lesão por conta do impacto. Os bombeiros não informaram qual seria a possível causa do desabamento.

A guarnição encaminhou a idosa para a UPA de Penedo para receber cuidados médicos e verificar se ela está bem.

Para a ocorrência foram utilizadas duas viaturas  e sete militares.

 

 

Foto: Joel Rodrigues

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) cobrou do Governo do Distrito Federal (GDF) ações para evitar o desabamento do Conjunto Fazendinha, estrutura histórica perto da Esplanada dos Ministérios, na região da Vila Planalto, em Brasília.

A 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (Prodema) oficiou as secretarias de Desenvolvimento Urbano e Habitação e de Cultura questionando as medidas adotadas pelo Executivo local para evitar o desmoronamento e incêndio das edificações.

O Conjunto Fazendinha foi construído em 1950. O complexo foi tombado em 1988. Desde 2013 ele é administrado pelo Governo do Distrito Federal (GDF). É composto por cinco casarões que foram utilizados por trabalhadores que participaram da construção de Brasília.

De acordo com o promotor Roberto Carlos Batista, essas casas “possuem valor histórico de muita importância”. O Ministério Público tem acompanhado o caso e recebeu reclamações da população. O órgão realizou uma inspeção que levantou fortes indícios de que as casas podem não durar muito tempo”, disse à Agência Brasil.

Risco real

De acordo com os peritos da instituição que atuaram na inspeção, as casas possuem risco real de desabamento, que seria derivado da deterioração da situação das construções em razão da ação do clima ao longo do tempo. O laudo dos peritos indicou que três das cinco casas do conjunto correm risco de desabamento.

O texto apontou a falta de manutenção básica, como limpeza do ambiente e pintura das fachadas. O documento recomendou  medidas necessárias para evitar o desmoronamento, como a implantação de escoras e cobertura das casas para conter a continuidade do efeito das chuvas.

O MP destacou que a própria Secretaria de Cultura do DF, em dezembro de 2018, elaborou relatório sobre o estado em que se encontra o local. Mas, apesar de planos de revitalização, não teriam sido adotadas medidas concretas para isso.

O que diz o governo do DF

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do GDF informou que foi editado decreto prevendo a elaboração de um plano de medidas de revitalização do Conjunto Fazendinha. Um grupo foi criado para conduzir os trabalhos.

Afirmou, ainda, que órgãos do governo do DF estão “atuando no local”, tendo sido iniciado processo de poda e roçagem da área. Será feita a retirada de entulho. Um edital será lançado para revitalização da área.

As fortes chuvas que aconteceram na noite deste domingo (26) causou prejuízos na Rua José Luiz Soares Neto, no bairro do Pinheiro, onde uma casa foi completamente invadida pela água e o teto desabou, assustando moradores próximo a localidade.  A Defesa Civil foi acionada e constatou o desabamento parcial do teto do imóvel que está inserido em área de realocação do Mapa de Setorização de Danos e de Linhas de Ações Prioritárias.

Segundo o Centro Integrado de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil (Cimadec), o imóvel estava desocupado por apresentar muitas rachaduras em decorrência da instabilidade de solo que afeta a região.

O proprietário do imóvel já está sendo atendido pela Braskem através do Termo de Acordo Para Apoio na Desocupação das Áreas de Risco, celebrado entre Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Estado (MPE), Defensoria Pública da União (DPU), Defensoria Pública do Estado (DPE) e a mineradora.

As casas que ainda estão ocupadas na Rua José Luiz Soares Neto, onde houve o registro do desabamento parcial do teto, devem passar pela análise da Junta Técnica que definirá a classificação de risco do imóvel e se há necessidade de realocação. Os casos de realocação serão inseridos no Programa de Apoio à Realocação e Compensação Financeira da Braskem.

A Defesa Civil de Maceió reforça que vem adotando as medidas necessárias diante do problema e não medirá esforços para garantir a salvaguarda da população.

O órgão municipal destaca que mantém o monitoramento da área afetada pela instabilidade de solo e continua com a recomendação de realocação prevista no Mapa de Setorização de Danos, uma vez que, até o momento, não há solução para o problema.

Durante a madrugada chuvosa em Maceió, parte do forro no teto do Tribunal de Contas acabou desabando e o parte do ambiente ficou alagado. O fato foi registrado na manhã desta quarta-feira (18) e alguns funcionários do local estavam fazendo reparos e limpeza onde o estrago aconteceu.

Em vídeos divulgados por trabalhadores do órgão, o lugar aparece todo alagado e a pessoa que está registrando o acontecido diz que houve uma reforma no teto no ano passado. As imagens mostram que o desabamento foi na entrada principal do prédio.

O Tribunal de Contas confirmou que houve o vazamento nas dependências do órgão e informou que estava sendo feito um serviço na laje, mas que, devido a chuva, ele foi suspenso. Apesar disso, uma equipe se deslocou até a laje do órgão para corrigi-lo provisoriamente. O Tribunal enfatiza que não houve danos maiores a estrutura e nem prejuízos.

Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

Veja o vídeo:

 

*Atualizado às 12h25 do dia 18 de março de 2020.

Corpo de Bombeiro finalizou há pouco as buscas por duas vítimas de um desabamento na Rua Cordeiro do Rio, em Curicica, Jacarepaguá, zona oeste do Rio.

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Raiane Silva Martins, de 21 anos, e Nicolas Domingos Martins, de 3 anos, ficaram sob escrombros depois que a casa onde eles estavam desabou no início da manhã de hoje (12). Os dois foram levados para atendimento médico. Não há informação ainda para qual unidade de saúde.

Além do trabalho de resgate, os bombeiros fizeram o escoramento da casa de quatro andares e das residências vizinhas que foram atingidas pelo desabamento. Moradores relataram que no momento do desabamento ouviram um forte estrondo e tremor nas instalações. Toda a área está isolada para o trabalho das equipes.

Com informações da Agência Brasil

(Reprodução)

(Reprodução)

Os trabalhos de demolição de dois prédios no condomínio Figueiras do Itanhangá, na Muzema, no Rio de Janeiro, foram iniciados hoje (24).

As duas construções ficam ao lado dos dois edifícios que desabaram no dia 12 deste mês, deixando 24 mortos e sete feridos.

Duas pessoas permanecem internadas: Paloma Paes Leme, de 44 anos, e o filho dela, Rafael, de 4 anos, estão na Unidade Intermediária Pediátrica do Hospital Miguel Couto, na Gávea, com quadro clínico estável. Segundo a prefeitura, as demolições serão feitas de forma manual pela Secretaria Municipal de Conservação (Seconserva), com auxílio de máquinas para não abalar estruturalmente os prédios das imediações.

O trabalho deve durar 30 dias e está em avaliação a necessidade de contratar emergencialmente uma empresa para auxiliar na demolição, o que poderia acelerar o processo. O Corpo de Bombeiros encontrou o corpo da última vítima nos escombros na madrugada de domingo (21) e deu por encerradas as buscas.

Na segunda-feira (22), a Defesa Civil municipal fez nova vistoria no local da tragédia e emitiu laudo em que condena os prédios localizados nos lotes 93-A e 92, vizinhos ao desabamento. Eles apresentavam graves riscos estruturais. A Defesa Civil vai analisar se os moradores do primeiro prédio a ser demolido, no total de quatro famílias, poderão entrar para retirar pertences, móveis e eletrodomésticos.

Como o acesso ao prédio de oito andares está bloqueado por escombros, a Seconserva fará um acesso por um dos apartamentos do primeiro andar. A Polícia Militar foi acionada para apoiar a ação e a Guarda Municipal estará com 30 agentes no local, para auxiliar no isolamento da área e no controle do trânsito. A Secretaria Municipal de Urbanismo aumentou a fiscalização na região e elabora atos administrativos para dar suporte às ações da prefeitura.

Já foram abertos 33 processos novos de notificação no condomínio, com a identificação individual das construções irregulares.

(Foto: Temilade Adelaja / Reuters)

(Foto: Temilade Adelaja / Reuters)

Um prédio residencial que abrigava uma escola de ensino primário desmoronou em Lagos, na Nigéria, nesta quarta (13).

Cerca de cem alunos estavam no local, além de funcionários. Ibrahim Farinloye, porta-voz da agência nacional de emergência, disse que não há confirmações de mortos até o momento, mas afirmou que a maioria das pessoas está soterrada.

Funcionários estão trabalhando nos escombros e centenas de pessoas acompanham os resgates. Oito crianças já foram resgatadas.Um membro das equipes de resgate que atuam no local informou que ao menos dez crianças se encontram sob os escombros, e elas estariam vivas. O prédio de três andares, que ficava na região de Ita-faji, área densamente povoada da capital econômica da Nigéria, desmoronou por volta de 10h (horário local). A escola ocupava o terceiro andar da edificação.

Desabamentos mortais ocorrem com frequência na Nigéria, devido ao rotineiro desrespeito às regras de construção e à pouca fiscalização.O incidente mais conhecido ocorreu em setembro de 2014, quando 116 pessoas, incluindo 84 sul-africanos, morreram em Lagos após o colapso de um prédio de seis andares no qual um proeminente tele-evangelista, Joshua TB, estava pregando.

A investigação encontrou falhas estruturais do edifício, cuja construção era ilegal. Em 2016, ao menos 60 pessoas morreram quando uma igreja caiu na região sudeste do país. No mesmo ano, um prédio de cinco andares que estava em construção também desabou, matando ao menos 30 pessoas.Houve uma terceira queda em 2016: uma escola flutuante construída em Lagos para ser à prova de tempestades desmoronou, mas não deixou feridos.

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