O anúncio de Leonardo Dias (PL) para vice-governador na chapa de Fernando Collor (PTB) aponta para uma jogada dupla de Arthur Lira (PP). Era ele o responsável por indicar com quem o Partido Liberal iria marchar nas eleições deste ano em Alagoas. A composição PTB-PL firmada hoje é uma demonstração de que Lira já aposta suas fichas em dois candidatos, o seu, Rodrigo Cunha (UB) e Collor (PTB).

Ao autorizar o PL a compor com Collor, Lira enfraquece Cunha, diminuindo o tempo de TV de seu candidato “oficial” ao governo de Alagoas, deixando o seu programa menor que o de Paulo Dantas (MDB). Além disso, a chapa Collor-Leonardo se fortalece com o apoio dos bolsonaristas.

Quem também se deu mal, pela segunda vez nesta semana após seu vice virar vice da oposição, foi o prefeito de Maceió, JHC, que até teve seu pai impedido de se candidatar a qualquer cargo nas eleições deste ano por Lira.

Agora, o palanque do amigo-irmão de Arthur Lira, o presidente Jair Bolsonaro (PL), está garantido em Alagoas.

Uma pesquisa realizada pela TDL pesquisa & Marketing divulgada na tarde de hoje (6), mostrou que o Senador Fernando Collor está com uma porcentagem alta de rejeição de eleitores para o governo do Estado. Segundo levantamento, 27% dos entrevistados não votariam no ex-presidente impeachmado.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), sob o número: AL-07934/2022. Ao todo foram realizadas 1067 entrevistas, com margem de erro de 3% e intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi feito entre os dias 2 e 4 de julho.

O estudo aconteceu em todas as regiões do Estado. Vale lembrar que Fernando Collor tem uma dívida milionária no Grupo Arnon de Mello, em que deu calote em dezenas de funcionários que faziam parte de suas empresas. Falido, Collor continua esbanjando uma vida luxuosa em Alagoas, como se fosse um Marajá. sem falar que apoia o Presidente Jair Bolsonaro, outro candidato que apresenta crescentes índices de rejeição, segundo pesquisas do Datafolha.

Sede da OAM e, ao fundo, o prédio do grupo alugado ao TRE (Foto: Reprodução)

O Sindicato dos Jornalistas de Alagoas (Sindjornal) e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) veem com preocupação a possibilidade de aprovação do plano de recuperação judicial apresentado pela Organização Arnon de Mello (OAM), grupo de comunicação pertencente à família Collor em Alagoas. A assembleia geral dos credores que irá discutir a aprovação ou não do pagamento da dívida estipulada em R$ 64 milhões, acontece nesta terça-feira (24/05), em meio a suspeita de irregularidades denunciadas por um grupo de credores, no processo que corre na 10ª Vara Cível de Maceió.

Reportagem divulgada no Portal UOL no dia 10 de abril de 2022, faz um alerta sobre as desvantagens impostas aos cerca de 291 credores trabalhistas, ao tempo em que prevê uma espécie de “bônus” para as empresas de Collor. Nesse quesito, o Sindjornal destaca a exclusão de 100% de juros, multas, correções sobre qualquer crédito trabalhista, ainda que a OAM descumpra acordos judiciais ou extrajudiciais firmados. O plano de recuperação também prevê 90% de abatimento do valor eventualmente fixado a título de dano moral e redução de 90% de passivos decorrentes de horas extras, in itinere e intervalos de jornadas de trabalho.

Vice-presidente do Sindjornal, Pedro Barbosa, alerta que os credores rejeitem o plano de recuperação judicial (Foto: Reprodução)

“Podemos chamar a proposta da OAM para quitação das suas dívidas de Robin Hood às avessas. Tira de quem já perdeu muito. Apesar do enorme prejuízo financeiro sofrido pelos trabalhadores, que estão sem receber salários e verbas rescisórias nos últimos anos, a empresa insiste com propostas vergonhosas, a exemplo de deságios que se aproximam do total do débito, eliminação de juros e correção monetária, além de quitação da dívida a longo prazo”, alega o vice-presidente do Sindjornal, Pedro Barbosa.

Infelizmente, acrescenta Barbosa, algumas empresas se utilizam do instrumento da recuperação judicial  para institucionalizar uma forma de “calote” nos trabalhadores, visando resguardar o patrimônio pessoal dos sócios,  contrariando o princípio da legislação falimentar.

Segundo denúncias encaminhadas ao MPT  (Ministério Público do Trabalho), alguns trabalhadores fizeram acordo e receberam antecipadamente parcela da dívida com um deságio de 50% do valor total devido. O pagamento inicial de 80% do montante pactuado já foi pago. Os 20% que faltam  só serão efetuados depois da eventual aprovação da assembleia dos credores.

Para o Sindjornal, essa iniciativa compromete o preceito da isonomia.  “Tememos que isso cause desequilíbrio entre os credores,  pois muitos dos que já receberam tendem a aprovar o plano de recuperação para receber o restante”, afirma Pedro Barbosa.

O vice-presidente do sindicato dos jornalistas ressalta que o plano de recuperação judicial da OAM impõe regras draconianas e extremamente desvantajosas para o conjunto dos credores trabalhistas. Ele diz que até em casos de dúvidas, o entendimento mais benéfico às devedoras deve prevalecer, subvertendo a ordem de que em situação de recuperação judicial, a parte credora é a mais favorável.

Pedro Barbosa alerta que os credores rejeitem o plano de recuperação judicial, porque prevê dezenas de cláusulas que rebaixam drasticamente os direitos dos trabalhadores. “É preciso dizer não a esse plano. O importante nesse momento é  não aprová-lo para melhorar o que está péssimo”, argumenta.

Mais precisamente um calote contra mais de 200 famílias de trabalhadores, demitidos de suas empresas para trocar por mão-de-obra mais barata se aproveitando da retirada dos direitos pela reforma trabalhista ou demitidos em retaliação por uma greve que a justiça do trabalho julgou legal.

Fernando Collor. Foto: Reprodução

Esse calote responde pelo nome de recuperação judicial, um mecanismo para evitar a falência.

Para você ter uma ideia, com outra irregularidade, as empresas de Fernando Collor acumularam uma dívida de mais de 300 milhões de reais com a Previdência.

Ao longo de anos, as empresas, que eram muito mais e foram se acabando por uma série de problemas, descontavam o valor devido para previdência de cada empregado.

Desconto que vem no contracheque, de um dinheiro que não é da empresa e nem do governo federal, mas, do próprio trabalhador.

E que, entre outros, vai compor o fundo de garantia por tempo de serviço.

Como o nome já diz, uma reserva que o empregado teve o direito de juntar, pelo tempo trabalhado e que vai servir de apoio para manter, em caso de ser colocado na rua.

Ou seja, para não sair “com uma mão na frente e outra atrás”.

Pois bem, o dinheiro era descontado de cada empregado, mas, nunca chegou aos cofres do governo federal, onde deveriam estar guardados, rendendo, para quando o trabalhador precisar. Para onde ia esse dinheiro?

Mesmo assim, as empresas de Fernando Collor chegaram à beira da falência: algumas fecharam as portas mesmo! Para evitar perder a galinha dos ovos de ouro, as empresas de Fernando Collor recorreram à recuperação judicial, que nada mais é do que assumir um compromisso, perante a justiça, de que vai botar as contas em dia para não ir à falência.

E nesse compromisso, a empresa diz como vai pagar a quem deve.

É onde entra o calote.

Pelo que propôs à justiça, as empresas de Fernando Collor querem pagar, em vez do valor devido, apenas a metade.

E dessa metade, ainda pagar em parcelas.

É ou não é uma indecência?

É ou não é um calote?

Os funcionários demitidos da Organização Arnon de Mello, deram início a um movimento para garantir que suas indenizações, atrasadas há anos, sejam pagas. A dívida ultrapassa R$ 65 milhões e cerca de 100 profissionais - entre eles radialistas, jornalistas e outras categorias - cobram Fernando Collor de Mello pelo tempo trabalhado. 

Foto: Reprodução

O Sindicato dos Jornalistas de Alagoas (SindJornal), também está apoiando o movimento. Já a Organização Arnon de Mello (OAM), se nega a aceitar a redução superior a 65% dos valores que devem ser pagos por direito aos profissionais.

A dívida já chega a R$ 36.371.678,29. No total, e contando com todas as afiliadas da Gazeta, o débito já ultrapassa os R$ 65 milhões. O grupo devedor é formado pelas empresas TV Gazeta de Alagoas Ltda, Rádio Gazeta de Alagoas Ltda., Gazeta de Alagoas On Line Ltda, Gráfica Editora Gazeta de Alagoas Ltda, Rádio Clube de Alagoas Ltda, OAM Publicidade, Consultoria e Organização de Eventos Ltda, TV Mar Ltda, Gazeta de Alagoas Ltda, e a Organização Arnon de Mello Assessoria e Administração Empresarial Ltda.

Em 2019 os jornalistas alagoanos organizaram uma greve reivindicando seus direitos e em meio às manifestações vários profissionais foram demitidos da OAM. Hoje, cerca de 3 anos depois, nenhum direito trabalhista foi pago. A empresa entrou com um pedido de recuperação judicial na 10ª Vara Cível da Comarca de Maceió. 

Por causa disso, os trabalhadores continuam aguardando um pagamento que nunca chega. Apesar das dívidas, Fernando Collor não se manifesta sobre o assunto e continua esbanjando enquanto os débitos acumulam e os trabalhadores têm seus direitos negados.

O provedor da Santa Casa de Maceió, Humberto Gomes de Melo, recepcionou o senador Fernando Collor de Mello durante visita à instituição, na manhã desta terça-feira (26). O político alagoano também foi recebido por diretores, superintendentes, gestores, assessores e coordenadores do hospital.

Senador Fernando Collor de Mello com o provedor Humberto Gomes de Melo durante visita à Santa Casa de Maceió. Foto: Divulgação/Santa Casa.

“Foi uma alegria grande receber o senador Fernando Collor. Foi possível mostrar algumas das reformas que foram feitas, e um pouco do que vem sendo realizado neste momento. O desejo da instituição é que ele continue sua trajetória de procurar fazer o bem para Alagoas e para os mais necessitados”, disse o provedor.

Durante o encontro, o senador destacou diversos pontos do trabalho executado pela instituição. “São 170 anos da Santa Casa de Maceió, somente isso diz muito bem de todo o trabalho que foi executado ao longo desses anos em uma instituição quase bicentenária. Hoje, a frente do idealismo, da competência, da capacidade de trabalho e da visão do Dr. Humberto, estamos vendo a Santa Casa florescer a cada ano. Cada visita que aqui faço é nítida a mudança realizada graças ao esforço inaudito do provedor e de sua equipe. Hoje vemos aspectos novos de atendimento e de tecnologia, e fico muito feliz em poder voltar aqui e presenciar isso, ver em loco que todos os prêmios que a instituição vem recebendo, não somente no Brasil, mas do mundo, são mais que merecidos. A instituição é um orgulho para os alagoanos”, disse o senador Fernando Collor de Mello.

O provedor lembrou as dificuldades que o complexo hospitalar enfrenta, como a desatualização da tabela SUS, e lembrou que, nos 18 anos que está à frente da Santa Casa de Maceió, 2020 foi o único período com registro de prejuízo. “Foram 10 milhões de reais no ano passado, mas subsidiamos 44 milhões. Se tivéssemos recebido os valores relativos aos custos reais, teríamos tido um resultado positivo de 32 milhões que estariam sendo investidos na Santa Casa de Maceió. No ano anterior, tivemos um resultado positivo de 20 milhões, e o subsídio foi de 50 milhões. E assim tem sido todos os anos. Apesar disso, estamos revertendo a situação, pagando em dia nossos fornecedores e colaboradores, o que é uma questão de honra. No último dia de cada mês o dinheiro já está na conta. E não paramos de investir. Estamos hoje com uma lista enorme de ações dentro do hospital, algumas mostradas na passagem do senador, como a construção do edifício-garagem”, destacou Humberto Gomes de Melo.

Ressurgindo das profundezas, o ex-deputado federal Eduardo Cunha, o outrora todo poderoso presidente da Câmara, volta aos holofotes da política para afagar o ego do presidente Jair Bolsonaro e atacar a esquerda, em especial o Partido dos Trabalhadores. Recentemente posto em liberdade, o ex-deputado une-se a um seleto grupo de políticos defenestrados para dar o apoio necessário no quase fim de mandato de Bolsonaro.

Juntamente com Cunha, o ex-presidente Fernando Collor de Mello, atual senador por Alagoas também é figurinha fácil nos palanques bolsonaristas. Collor sabe que não ter a menor chance de reeleição, caso não tenha o apoio de Bolsonaro. O ex-presidente deve ser confrontado nas urnas alagoanas com o atual governador do Estado, Renan Filho, que tem bons índices de aceitação popular.

Fechando o trio de apoiadores de Bolsonaro neste momento difícil, quando o presidente tem os piores indicadores de popularidade, aparece, como sempre, seu fiel conselheiro, o pastor Silas Malafaia. Esse dispensa apresentações, por ser um entusiasta do modo bolsonarista de ser. Malafaia é conhecido pela sua verve exagerada, que ganha alguns decibéis quando o assunto é esquerda ou o petê.

Cunha, Collor, Malafaia e outros do segundo e terceiros escalões da política estão a se juntar ao 'exército' bolsonarista, prestes a se empenharem fortemente na campanha eleitoral do presidente que tenta sua reeleição em meio a maior pandemia da história moderna, onde ele é apontado como possível responsável pela morte de mais de 100 pessoas por não ter providenciado a tempo as vacinas e os meios de prevenção necessários. Essa suspeita de genocídio está sendo investigada neste momento por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado, onde já foram ouvidos vários personagens desta trama macabra que assola o Brasil.

Vamos ver ao final deste 'filme' quem sobrevive e quem se mantem no apoio ao presidente que já é execrado em praticamente todo o mundo, tanto pela sua condução na pandemia como pelos vários relatos de destruição da natureza, notadamente da Amazônia brasileira.

 

Foto: Reprodução

O senador Fernando Collor (Pros) é alvo da operação "O Quinto Ato" deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira, 21. A operação tem como objetivo desvendar um esquema criminoso ocorrido entre os anos de 2014 e 2015, envolvendo o pagamento de vantagens indevidas para fins de intervenção junto ao Ibama, visando à liberação da licença ambiental de instalação do Porto Pontal Paraná Importação e Exportação SA, no Paraná.

A investigação é desdobramento da Operação Politéia, deflagrada pela Polícia Federal no ano de 2015, oportunidade em que foi identificado que bens de luxo pertencentes a um parlamentar federal teriam sido pagos com a utilização de recursos decorrentes de vantagens indevidas recebidas de empresários que tinham interesse em sua atuação política junto a órgãos federais. Também há indícios de pagamentos de vantagens indevidas em espécie.

Por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), foram expedidos 12 mandados de busca e apreensão em endereços vinculados aos investigados, e também foi determinado o bloqueio de valores financeiros.

Aproximadamente 50 policiais federais estão participando das ações nas cidades de Curitiba (PR), Pontal do Paraná (PR), Gaspar (SC) e São Paulo (SP).

O nome da operação é uma referência ao rastreamento financeiro efetuado pela Polícia Federal a partir do pagamento da “5ª parcela” de um jato executivo adquirido pelo parlamentar investigado.

A assessoria de comunicação do senador Fernando Collor foi procurada pela CNN Brasil. Em responda, a assessoria informo que "A defesa de Fernando Collor está estudando o caso e o senador irá se manifestar em breve".

No TCNEWS desta quinta-feira, 23, o senador Fernando Collor falou sobre diversos temas, entre eles, o cenário político do Brasil atualmente e o seu trabalho no Senado Federal. O programa é uma produção da TV Cidadã, pertencente ao Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE-AL).

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para arquivar um inquérito no qual o senador Fernando Collor(Pros-AL) é investigado na Operação Lava Jato, apesar do relatório da Polícia Federal incriminando o senador alagoano

O relatório da PF foi montado em abril de 2017 com base nas delações dos executivos da Odebrecht. Os delatores informaram que , Collor recebeu R$ 800 mil para defender interesses da empresa na área de saneamento básico.

Ainda de acordo com os delatores, o dinheiro foi repassado como doação de campanha e não houve declaração à Justiça Eleitoral.

Mas, disse Dodge que já se passaram mais de dois anos de investigação e não foi possível obter elementos concretos de crimes que justificassem denunciar o senador.

“Relevante, nesse ponto, dizer que aqui não se afirma que o fato supostamente criminoso aconteceu ou não, mas apenas que não foram reunidas evidências suficientes para a deflagração responsável e útil de ação penal”, afirmou Dodge no pedido.

Quando o inquérito foi aberto, a assessoria do senador informou que Collor nega “de forma veemente haver recebido da Odebrecht qualquer vantagem indevida não contabilizada na campanha eleitoral, de 2010

A conclusão da procuradora-geral é diferente da apresentada pela Polícia Federal. Ao elaborar o relatório da investigação, a PF informou ter encontrado elementos suficientes de que Collor solicitou vantagem indevida, o que configuraria crime de corrupção passiva.

Protesto do Sindjornal na Gazeta de Alagoas (Cortesia)

Integrantes do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas (Sindjornal) realizam, na manhã desta sexta-feira (21), protesto contra o não pagamento de proventos de profissionais demitidos do Jornal Gazeta de Alagoas – veículo que integra a Organização Arnon de Melo (OAM). No protesto, que ocorre na porta do jornal Gazeta de Alagoas, no bairro do Farol, em Maceió, os membros do sindicato exibem faixas com as seguintes frases: "Collor, 9º senador mais rico, dá calote nos jornalistas" e "O desemprego é a pior forma de terrorismo".

Desde 13 de novembro, quando o Jornal Gazeta de Alagoas deixou de circular diariamente, e demitiu centenas de funcionários, a empresa não apresentou nenhuma proposta de acordo para o pagamento das indenizações.

O Sindjornal afirma que a OAM não liberou sequer as guias para os profissionais demitidos darem entrada no seguro-desemprego. Além disso, muitos profissionais que trabalharam por mais de uma década na empresa não tiveram o FGTS depositado.

Diversas reuniões ocorreram entre Sindjornal e representantes da OAM, mas não houve nenhum avanço nas negociações. A empresa alega não ter recursos para pagar as indenizações.

Pinto de Luna pode substituir Collor na corrida eleitoral ao governo de ALO ex-superintendente da Polícia Federal (PF) e delegado aposentado, José Pinto de Luna (PROS), pode ser anunciado ainda nesta segunda-feira (17), como substituto de Collor na disputa ao governo do Estado.

De acordo com o jornalista Ricardo Mota, a articulação está sendo coordenada pelo deputado estadual Bruno Toledo, presidente do partido, e já recebeu o aval do prefeito de Maceió Rui Palmeira.

A iniciativa foi adotada depois que Fernando Collor, do Partido Trabalhista Cristão (PTC), anunciou na noite de sexta-feira, 14, que abriu mão da candidatura ao governo de Alagoas. O comunicado foi feito em um vídeo divulgado nas redes sociais dele.

Pinto de Luna foi superintendente da PF, em Alagoas, durante a Operação Taturana. Quanto se aposentou da PF se filiou ao PT e pretendia disputar o Senado Federal, mas seu nome foi vetado pelo partido.

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