A Polícia Militar está procurando o empresário Cícero de Andrade. O homem efetuou diversos disparos contra funcionários de um restaurante na Praia do Francês na tarde dessa sexta-feira (19).

O suspeito estaria bêbado e efetuou cerca de 17 tiros no total. Tudo começou quando o homem começou a assediar uma garçonete e foi repreendido pelos garçons do estabelecimento. O sujeito, cambaleando, começou a atirar contra os funcionários, acertando um dos garçons.

Quando a Polícia Militar chegou à praia, o suspeito já tinha fugido do local em uma caminhonete Hilux. Buscas foram feitas pela área, mas o indivíduo continua foragido.

Em nota, a assessoria de Comunicação do HGE informou que o garçom recebeu alta hospitalar na manhã de hoje.

Após tiroteio, polícia isola área em torno do Hospital Universitário em Ostrava, na República Tcheca

Um ataque a tiros num hospital na República Tcheca deixou, nesta terça-feira (10), ao menos seis mortos e dois feridos, informou o primeiro-ministro do país, Andrej Babis, a uma emissora de televisão local.

A polícia informou que o suspeito foi encontrado morto em seu veículo, após fugir do hospital. Ele teria cometido suicídio ao perceber a aproximação de policiais. Uma grande operação de busca havia sido deflagrada com utilização de dois helicópteros, até que foi encontrado o veículo, um Renault Laguna, utilizado pelo suposto atirador.

"O homem de 42 anos atirou em sua própria cabeça antes que os policiais pudessem agir e morreu", disse a polícia local através do Twitter.

Segundo Babis, o incidente ocorreu numa sala de espera do Hospital Universitário da cidade de Ostrava. Ele disse que o suspeito abriu fogo à queima-roupa, diretamente contra a cabeça das vítimas.

O diretor do hospital, Jiri Havrlant, afirmou a uma emissora de televisão que cinco das vítimas morreram no momento do ataque e outra durante uma cirurgia. Eram quatro homens e duas mulheres, todos adultos.

Outras duas pessoas – um homem e uma mulher – foram submetidos a cirurgias após o ataque. As autoridades disseram que o hospital foi evacuado e que a polícia reforçou a segurança em diversos pontos do país.

Ostrava, com 290 mil habitantes, é a terceira maior cidade da República Tcheca. Está localizada a 350 quilômetros de Praga, 10 quilômetros da fronteira com a Polônia e 50 quilômetros da Eslováquia.

 

 

(Reprodução)

(Reprodução)

American University na cidade de Washington emitiu um alerta para os seus alunos de um possível atirador no campus, segundo a Newsweek. Como se pode ler num tuíte publicado pela universidade, há "relatos de um intruso armado próximo do campus". A American University pediu aos alunos que estivessem no interior do estabelecimento de ensino para se fecharem no sítio onde estavam e para se "afastarem das janelas".

 A polícia já está no local e, de acordo com a universidade, está procurando por este eventual atirador nos edifícios do campus.

Por agora, não há registro de tiros disparados ou de pessoas feridas.

AU Alert: Reports of armed intruder near campus. Lock doors & stay away from windows-If outside, leave campus immediately-Police responding. More info to follow

— American University (@AmericanU) 18 de julho de 2018

AU Alert: Lockdown continues. Building by building search to be conducted by MPD & AUPD. Campus road closed. Continue to shelter in place.

— American University (@AmericanU) 18 de julho de 2018

(Foto: Saul Loeb / AFP)

(Foto: Saul Loeb / AFP)

Um atirador matou cinco pessoas e feriu gravemente várias outras ao atacar nessa quinta-feira (28), a redação do jornal "Capital Gazette" em Annapolis, capital do Estado americano de Maryland, a 51 quilômetros de Washington. A polícia confirmou que havia apenas um atirador, que foi preso. A motivação não havia sido determinada, em um dos piores ataques a jornalistas da história dos EUA. O jornal havia recebido ameaças.

As autoridades tratavam o caso como um incidente local sem suspeitas de terrorismo. Informaram ainda que o suspeito era um "homem branco" e, para descobrir sua identidade, precisaram recorrer ao reconhecimento facial, já que o atirador havia danificado suas impressões digitais.
Citando fontes policiais, o "Capital Gazette" e o "Baltimore Sun" disseram que o atirador foi identificado como Jarrod Ramos, de 38 anos, morador da cidade de Laurel. Em 2012, Ramos perdeu um processo por difamação contra Eric Hartley, ex-colunista do jornal e Thomas Marquardt, então editor-chefe.
O administrador do Condado de Anne Arundel, onde fica Annapolis, Steve Schuh, explicou que a polícia encontrou o atirador escondido sob uma mesa no prédio. Sua arma não estava próxima dele. Os policiais também acharam no prédio um pacote com um líquido inflamável e toda a ação, segundo Schuh, parecia ser de um "amador".
Um repórter do "Capital Gazette", Phil Davis, relatou o que aconteceu no Twitter. Segundo ele, um homem entrou atirando e atingiu vários funcionários. "Não há nada mais aterrorizante do que ouvir várias pessoas sendo baleadas enquanto você se esconde sob sua mesa e escuta o atirador recarregar a arma."
Cerca de 170 pessoas foram tiradas do prédio e imagens de TV mostravam algumas delas saindo com as mãos para o alto.
Em uma entrevista para a versão online do "Capital Gazette", Davis explicou que o atirador disparou primeiro contra uma porta de vidro e depois invadiu a redação. Segundo ele, a cena se parecia com uma "zona de guerra" dentro da redação e uma situação "difícil de descrever".
"Eu sou repórter de Polícia. Escrevo sobre essas coisas. Não necessariamente com essa extensão, mas sobre tiros e mortes, o tempo todo", disse. "Por mais que eu tente articular quão traumatizante é ficar escondido sob sua mesa, você não vai saber até estar lá e se sentir totalmente desamparado." Davis disse que ele e os colegas continuaram escondidos mesmo depois que o homem parou de atirar. "Não sei por quê. Não sei porque ele parou", disse.
O "Capital" é um dos jornais mais antigos dos EUA - começou a circular em 1884 - e pertence ao Baltimore Sun Media Group. Tem uma tiragem de cerca de 67 mil exemplares durante a semana e 83 mil nos finais de semana.
O editor do "Capital Gazette", Jimmy DeButts, afirmou pelo Twitter que estava "devastado e com o coração partido". Segundo ele, o jornal apenas faz o "trabalho que tem de fazer". "Não existe semana de 40 horas ou grandes pagamentos, apenas uma paixão por contar histórias da nossa comunidade."
Trump usou o Twitter para manifestar que seus "pensamentos e orações" estavam comas "vítimas e suas famílias". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
(Twitter)

(Twitter)

Um homem atirou contra grupo de pessoas que festejava a vitória da seleção sueca, esta segunda-feira (18), na cidade de Malmo, na Suécia. Ainda não há informações oficiais sobre o número de feridos ou se o suspeito foi ou não detido.

Jornais locais afirmam que o suspeito usou uma espingarda automática e atirou aleatoriamente.

Nas redes sociais, fotos mostram uma forte presença policial no local.

 

#BREAKING: Shooting in #Malmo in Sweden, man fires automatic weapon at crowd celebrating win of Swedish national team pic.twitter.com/CBXrOAWGjw

— Amichai Stein (@AmichaiStein1) 18 de junho de 2018

Quem é Stephen Paddock, autor do tiroteio em Las Vegas?norte-americano Stephen Paddock, de 64 anos, foi o autor do maior tiroteio da história dos Estados Unidos. Da janela do seu quarto no 32º andar do cassino Mandalay Bay Resort, em Las Vegas, o atirador matou mais de 58 pessoas e feriu outras 515 que assistiam, na noite de ontem (1), ao show de encerramento do festival de música country "Route 91 Harvest". Até o momento, as autoridades dos Estados Unidos ainda não confirmaram as motivações do ataque. Apesar da polícia negar de que se tratava de um atentado terrorista, o grupo Estado Islâmico (EI) reivindicou o ato através de sua agência Amaq. O EI disse que Paddock se converteu ao Islã "há alguns meses" e era um "soldado" do califado.

Já fontes do governo dos Estados Unidos garantem que "não há indícios" de ligação do EI com o ataque, e que essa pode ser apenas uma estratégia da organização terrorista de ganhar projeção. Stephen Paddock nasceu em 9 de abril de 1953 e vivia em Mesquite, Nevada, que fica a 130 quilômetros de Las Vegas. Ele morava com uma mulher, sua namorada, Marilou Danley, que já foi contatada para prestar depoimento. Ela não é considerada participante do ataque, pois as autoridades creem que Paddock agiu sozinho.

O atirador fez check-in no hotel Mandalay Bay na última quinta-feira (28). Ele cometeu suicídio logo que a polícia invadiu seu quarto. Foram encontradas pistolas e fuzis no local.

Em entrevista à imprensa norte-americana, o irmão do atirador, Eric Paddock, disse que o homem era "normal" e jamais apresentara tendência extremista "religiosa ou política". "Não conseguimos entender o que aconteceu. Não sabemos absolutamente de nada. Eu não consigo imaginar [os motivos]", disse o irmão, que vive em Orlando e admitiu que não mantinha contato frequente com o agressor. O homem não tinha antecedentes criminais nem infrações de trânsito em seu nome. Vizinhos seus de Mesquite relataram à imprensa norte-americnaa que Paddock era quieto e não mantinha amizades íntimas. Ele possuía uma licença datada de 2010 para caçar e pescar no Alasca, o que lhe dava permissão para comprar armas legalmente, de acordo com a legislação norte-americana. Paddock também tinha uma licença de piloto particular e já teve dois aviões.

O homem trabalhou entre 1985 e 1988 na empresa que hoje é chamada Lockheed Martin, fabricante de produtos aeroespaciais e que, em 1995, foi criada pela fusão da Lockheed Corporation e da Martin Marietta. A companhia é a maior produtora de itens militares do mundo e 95% do seu orçamento anual provém de contratos com o Departamento de Estado dos EUA. Hoje em dia, Paddock estava aposentado. Nas redes sociais, há um perfil de Paddock no Instagram, com apenas uma foto publicada ontem. A imagem já tem quase mil comentários de internautas de todo o mundo. Já no Facebook, familiares do atirador escreveram textos ressaltando que ele não aparentava nenhuma tendência extremista.

O pai do atirador, Patrick Benjamin Paddock, de acordo com o jornal "Daily Mail", foi um assaltante de banco que ficou preso por 8 anos e integrou a lista de ladrões mais procurados pelo FBI. Ele teria sido diagnosticado também como "psicopata". Com informações da Ansa.

A polícia procura pelo atirador que matou, na noite de sexta-feira, cinco pessoas em um shopping na cidade de Burlington, em Washington, nos Estados Unidos. O suspeito fugiu a pé em direção a uma rodovia.

O ataque o conteceu dentro da seção de maquiagem da loja de departamentos Macy's do shopping Cascade.

Quatro mulheres morreram no momento dos disparos. Um homem foi resgatado com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na manhã deste sábado. A identidade das vítimas ainda não foi divulgada.

No início do tiroteio, alguns clientes conseguiram se esconder nos provadores enquanto funcionários trancavam as portas de lojas próximas. O crime aconteceu por volta das 19h no horário local (23h no horário de Brasília).

A polícia norte-americana informou que há helicópteros e cães revistando áreas próximas em busca do suspeito. As autoridades desconhecem a motivação do ataque, que ocorreu a cerca de 97 quilômetros ao norte da cidade de Seattle.

"Ainda estamos ativamente buscando o atirador", disse o porta-voz da polícia do Estado de Washington, o sargento Mark Francis. De acordo com ele, a polícia busca um homem hispânico vestindo roupas pretas e armado com um rifle de caça.

O FBI dá assistência às autoridades e anunciou que não há informações de que tenha outros ataques planejados em Washington.

Stephanie Bose, gerente assistente de um restaurante italiano ao lado da loja da Macy's no shopping disse que imediatamente trancou as portas após saber do tiroteio por relatos do namorado de uma colega de trabalho. "Ele estava tentando ir ao shopping e as pessoas estavam gritando", disse ela.

Ainda segundo o porta-voz da polícia, o shopping foi evacuado às 20h30 no horário local (meia noite e meia em Brasília). O centro de compras deve permanecer fechado pelo resto do dia.

A mulher de Omar Mateen, o atirador que matou 49 pessoas e feriu mais de 50 na boate Pulse, em Orlando, na Flórida, sabia dos planos do marido para o ataque. Por isso, a mulher - Noor Salman - poderá ser acusada em breve de participação no massacre de Orlando, o maior atentado a tiro da história moderna dos Estados Unidos.

A notícia sobre o indiciamento formal de Noor Salman foi divulgada pela agência de notícias Reuters, que atribuiu a informação a fontes da polícia. A boate é um local de entretenimento destinado ao público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros).

O massacre ocorreu na madrugada do último domingo (12). Omar Mateen foi morto a tiros pela polícia depois de permanecer três horas no clube. Antes de atirar, Mateen ligou para o serviço de atendimento ao público da polícia e disse que tinha lealdade ao Estado Islâmico e a outros grupos militantes muçulmanos.

Em entrevista à rede de televisão CNN, o senador norte-americano Angus King, integrante do Comitê de Inteligência do Senado, disse que recebeu informações sobre as investigações a respeito do massacre, que confirmam o envolvimento de Noor Salman. "Parece que ela tinha algum conhecimento do que estava acontecendo", afirmou.

O senador acrescentou que Noor Salman está cooperando com as investigações e poderá fornecer informações importantes sobre o atentado.

Até agora, as investigações mostram que Omar Mateen era uma pessoa que se orientava por informações que colhia na internet. Não há evidências de que tenha recebido instruções de grupos do exterior como, por exemplo, o Estado Islâmico. O atirador tinha 29 anos, era cidadão norte-americano e os pais são imigrantes afegãos.

Em entrevista, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, descreveu Omar Mateen como um jovem perturbado, que se transformou nos últimos anos em um homem “irritado, instável e radicalizado”.

A polícia também está investigando as informações, recebidas de várias fontes, de que Omar Mateen seria um frequentador habitual de clubes gays, inclusive da boate Pulse. As informações das fontes, publicadas na imprensa norte-americana, dizem que Mateen tinha interesse em acessar sites de namoro gay na internet.

Número de mortos

Ontem (14), em entrevista, médicos do Hospital Orlando Health, centro de saúde que recebeu as primeiras vítimas do ataque, disseram que o número de mortos em decorrência da tragédia pode aumentar. No domingo, a polícia tinha informado que o número de pessoas que morreram no atentado na boate Pulse era 50. No dia seguinte, a polícia corrigiu essa informação e o número de mortos passou a ser 49.

Segundo o médico Michael Cheatham, dos 44 pacientes que deram entrada no hospital, em razão do tiroteio, 27 ainda estão recebendo cuidados. E desses, seis estão "gravemente doentes". Cheatham disse que ficaria surpreso se o número de mortos não subir.

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