Suspeitos de assassinar empresário em Olho D’Água das Flores têm prisão preventiva decretada

Juíza tomou a decisão por considerar a alta periculosidade dos suspeitos Bruno Barbosa Vilar e José Henrique. Queiroz

Suspeitos de assassinar empresário em Olho D’Água das Flores têm prisão preventiva decretada

Juíza tomou a decisão por considerar a alta periculosidade dos suspeitos Bruno Barbosa Vilar e José Henrique. Queiroz

Por Redação | Edição do dia 1 de março de 2021
Categoria: Notícias, Polícia | Tags: ,,


Gilmário era dono de uma funerária e tinha uma dívida de R$ 18 mil com os autores do crime. Foto: Redes Sociais

Os dois suspeitos do assassinato do empresário Gilmário Alencar dos Santos, ocorrido na cidade de Olho D’Água das Flores, Sertão de Alagoas, tiveram a prisão preventiva decretada pela juíza Marina Gurgel. A magistrada atende pedido do Ministério Público Estadual de Alagoas (MPE).

A juíza tomou a decisão por considerar a alta periculosidade dos suspeitos Bruno Barbosa Vilar e José Henrique. Queiroz

O órgão ministerial havia pedido pela conversão da prisão em flagrante dos suspeitos em prisão preventiva no sábado (27), justificado pela necessidade da manutenção da ordem pública.

“É importante lembrar que, para a decretação da prisão preventiva de uma pessoa, deve ser observada, no caso concreto, a existência dos pressupostos autorizadores da medida cautelar, que nada mais são que a prova da existência do crime mais os indícios suficientes de autoria, demonstrados nos presentes autos”, afirmou o promotor de justiça Kleytionne Pereira Sousa.

A juíza plantonista Marina Gurgel considerou em sua decisão a grande quantidade de provas materiais que incriminam os acusados e de indícios de autoria, bem como suas confissões da prática do crime. Além disso, a necessidade de se garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal e a periculosidade de Bruno Barbosa e José Henrique também foram consideradas pela juíza.

Havia um pedido de liberdade dos acusados que foi negado pela juíza no domingo (28), visto que os motivos que permitiram a prisão cautelar permanecem inalterados.

Corpo estava dentro do tonel. Foto: Cortesia

O caso

De acordo com as investigações, o empresário foi rendido dentro de um lava jato no último dia 24 por um funcionário do estabelecimento que estava com uma espingarda. Gilmário Alencar foi estrangulado até a morte, e teve o corpo carbonizado dentro de um tonel.

Três pessoas suspeitas do crime foram presas e outra foi morta após troca de tiros com a polícia durante a madrugada de sábado (27).

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