Suspeito de tráfico de drogas é morto em troca de tiros com a polícia em Maceió

Por Redação | Edição do dia 14 de setembro de 2020
Categoria: Notícias, Polícia | Tags: ,,,


Foto: Reprodução

Um suspeito de tráfico de drogas morreu após confronto com a polícia neste domingo, 13, no bairro Cidade Universitária, em Maceió. Os militares do Batalhão de Polícia de Radiopatrulha (BPRP) haviam abordado o acusado, mas ele tentou fugiu e atirou contra os militares, que revidaram os tiros.

De acordo com o relatório do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), o acusado foi identificado como Jhonata Lins da Silva. Ele estaria em atitude suspeita quando foi abordado pelos militares. Os policias o alertaram para que ele colocasse as mãos na cabeça e virasse de costas, mas o indivíduo abriu fuga e realizou disparos contra a guarnição, que reagiu aos tiros.

O suspeito ainda correu por alguns metros, não conseguiu aguentar correr por muito tempo, devido aos ferimentos provocados pelos tiros.

Ele foi socorrido pela guarnição e levado ao Hospital Geral do Estado (HGE), onde não resistiu e veio a óbito na ala vermelha da unidade hospitalar.

A guarnição ainda apreendeu o revolver calibre 38 e 4g de maconha que estavam com o acusado. A ocorrência foi finalizada na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Outros homicídios

No mesmo dia, outros homicídios foram registrados em Alagoas pela Polícia Militar (PM), um na zona rural de São Sebastião e outro no bairro Benedito Bentes, em Maceió.

O primeiro, a vítima, um homem de 34 anos, foi alvejada por tiros e socorrida por populares até o hospital do município, mas já estava sem vida quando deu entrada no hospital. A autoria e a motivação do crime ainda são desconhecidas.

Já o segundo homicídio vitimou Rafael dos Santos, 24. Ele foi encontrado já em óbito, em uma cova rasa. Quando encontrado, não foi possível confirmar qual instrumento teria causado a morte da vítima. No local estiveram equipes da Polícia Militar, DHPP, Instituto Médico Legal (IML) e Instituto de Criminalística (IC). Nesse caso, a autoria e a motivação do crime ainda são desconhecidas.

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