Sinturb registra queda de 75% de passageiros em transportes urbanos de Maceió

Sindicato estuda a possibilidade de redução dos postos de trabalho e de funcionários

Sinturb registra queda de 75% de passageiros em transportes urbanos de Maceió

Sindicato estuda a possibilidade de redução dos postos de trabalho e de funcionários

Por Redação com assessoria | Edição do dia 5 de maio de 2020
Categoria: Maceió, Notícias | Tags: ,,


Foto: Reprodução

O Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros (Sinturb) anunciou na manhã desta terça-feira (5) que houve uma queda de cerca de 75% de passageiros nos coletivos de Maceió, e que empresas de ônibus estão sendo afetadas com problemas financeiros. Com esse registro de queda, o Sinturb informou que o sindicato e as empresas sindicalizadas consideram que a qualquer momento pode ocorrer uma redução de 20% a 30% dos postos de trabalho.

De acordo com o Sinturb, a queda foi devido à pandemia do novo coronavírus e durante o período de isolamento social, medida que combate a propagação do vírus. A maioria dos custos do transporte são fixos, especialmente com cerca de 50% dos funcionários. Com o cenário atual, as empresas não vão atingir receita suficiente para manter 100% do quadro, o que podem resultar na redução dos funcionários.

O sindicato também informou que caso a demanda não volte após o período do decreto de emergência, as empresas podem ser obrigadas a reduzir os postos de trabalhos para que o transporte não pare. A preocupação do sindicato é o futuro dos empregos após os três meses da Medida Provisória do Governo Federal.

“Desde o primeiro dia do decreto de isolamento social, 21 de março, as empresas registraram uma diminuição de 75% dos passageiros, o que equivale a uma perda de receita de meio milhão de reais por dia e um montante de 21 milhões a menos desde o início da pandemia”, explicou o sindicato.

Com essa queda na arrecadação, as empresas afirmam que para o serviço continuar funcionando, é necessária uma adequação nos postos de trabalho. O Sinturb disse que no início do período de isolamento, acordos foram feitos com os rodoviários, mas como não há perspectiva de retorno da normalidade, dado ao agudo risco de contaminação pelo novo coronavírus, é exigido que novas medidas sejam realizadas.

As empresas temem que um colapso no setor de transportes urbanos ocorra se medidas urgentes não forem praticadas.

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