Sinfeagro reforça importância da vacinação contra Febre Aftosa

Segunda etapa começou no dia 1º de novembro

Sinfeagro reforça importância da vacinação contra Febre Aftosa

Segunda etapa começou no dia 1º de novembro

Por Assessoria | Edição do dia 3 de novembro de 2021
Categoria: Alagoas | Tags: ,,


A segunda etapa de Campanha contra Febre Aftosa começou no dia 1º de novembro e se encerra no próximo dia 30 deste mês. Pensando nisso, o Sindicato dos Servidores de Fiscalização Estadual Agropecuária de Alagoas (Sinfeagro/AL), representante oficial dos profissionais da Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal), chama a atenção para a importância da vacinação de todo o rebanho alagoano, que, nesta etapa, deverá imunizar bovinos e bubalinos de zero até 24 meses de idade.

O Sinfeagro destaca que somente com a imunização dos rebanhos Alagoas poderá atingir a zona livre sem vacinação. Foto: Divulgação/Assessoria.

O Sinfeagro destaca que somente com a imunização dos rebanhos Alagoas poderá atingir a zona livre sem vacinação. “A vacinação contra a aftosa tem objetivo principal criar e manter condições sustentáveis para garantir o status de país livre da Febre Aftosa e ampliação das zonas livres de Febre Aftosa sem vacinação, protegendo o patrimônio pecuário nacional e gerando o máximo de benefícios aos atores envolvidos e à sociedade”, explicou Flávia Marques, presidente da entidade.

O processo da imunização e a declaração são fundamentais para a comercialização de produtos como carne e leite, e também, para a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), documento que autoriza o produtor a circular com seus animais. A declaração de vacinação e a atualização do rebanho existente deverão ser efetivadas pessoalmente, até o dia 15 de dezembro no site da Adeal ou agendada uma visita pelo criador. Atualmente, Alagoas possui a Certificação Internacional de Zona Livre da Febre Aftosa com vacinação.

Os estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e parte do Amazonas e do Mato Grosso são reconhecidos como livres de febre aftosa sem vacinação, sendo proibida a aplicação e comercialização da vacina nessas regiões.

Conforme o Plano Estratégico do Pnefa 2017-2026, o Brasil segue executando as ações para garantir o status de país livre da febre aftosa e ampliar as zonas livres de febre aftosa sem vacinação. A meta é que todo o território brasileiro seja considerado livre de febre aftosa sem vacinação até 2026.

O último foco da doença no Brasil ocorreu em 2006. Desde 2018, todo o território brasileiro é reconhecido internacionalmente como livre de febre aftosa (zonas com e sem vacinação) pela Organização Mundial de Saúde Animal.

A doença

A febre aftosa afeta bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e suínos e traz prejuízos e restrições na comercialização de produtos pecuários. A doença exige esforços constantes dos produtores rurais e das autoridades sanitárias para evitar a sua reintrodução no país.

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