Segunda mulher acusada de participar de latrocínio de taxista é presa pela Deic

Por Redação com assessoria | Edição do dia 4 de agosto de 2020
Categoria: Notícias, Polícia | Tags: ,,,


Foto: Divulgação

Uma mulher, suspeita de participar de latrocínio que vitimou taxista, em 2014, foi presa na noite desta segunda-feira, 3, por agentes da Assessoria Técnica de Inteligência da Divisão Especial de Investigação e Capturar (Deic), da Polícia Civil.

A mulher é acusada de participar do latrocínio que vitimou o taxista Agnaldo Alfredo dos Santos, em 2014, no bairro Mangabeiras, em Maceió. Ela teve mandado de prisão expedido pelo juiz da 4ª Vara Criminal da Capital.

“Ao ser interrogada, a mulher confirmou a versão de outra suspeita de participação no delito presa semana passada, no sentido de que uma mulher que está detida pelo crime em tela não participou do fato delituoso, inclusive disse não a conhecer, nem nunca lhe ter visto, quando lhe apresentada uma foto da mesma”, disse o delegado Gustavo Henrique.

Ela também confirmou que estava no veículo da vítima, juntamente com a mulher presa semana passada e dois indivíduos do sexo masculino, porém apresentou álibi de que teria descido do automóvel instantes antes do cometimento do crime.

A interrogada detida ontem acrescentou, ainda, que os dois indivíduos que estavam no veículo no dia do crime foram vitimas de homicídio, um deles ainda em 2014 no bairro do Vergel do Lago, já o outro em 2019 na cidade de Recife (PE).

“Após os procedimentos de praxe e interrogatório da presa, toda a documentação foi encaminhada ao magistrado, para prudente análise e adoção das providências cabíveis, mesmo porque o julgamento da primeira mulher presa, a revelia, ocorreu em razão de um auto de qualificação indireta acostado aos autos ainda na fase da investigação, bem como pelo fato de ela não ter sido encontrada no endereço apresentado nos autos por seu advogado”, concluiu a autoridade policial.

Após o cumprimento do mandado e interrogatório, a presa foi encaminhada ao sistema prisional onde permanece à disposição da Justiça.

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