Secretário da Saúde diz que é preciso trabalhar com transparência para ajudar população

Segundo Alexandre Ayres, Alagoas sempre está alerta em relação aos números da Covid-19

Secretário da Saúde diz que é preciso trabalhar com transparência para ajudar população

Segundo Alexandre Ayres, Alagoas sempre está alerta em relação aos números da Covid-19

Por Assessoria | Edição do dia 12 de julho de 2021
Categoria: Alagoas, Saúde | Tags: ,,


O secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, disse em entrevista a um programa de TV local, que é preciso trabalhar com serenidade e transparência para ajudar a população alagoana. A participação do gestor da saúde estadual no telejornal alagoano ocorreu na edição desta segunda-feira (12).

“A palavra de ordem é serenidade. A gente tem que ter serenidade, trabalhar com transparência, com coerência e ajudar no que for preciso à população. A gente não consegue resolver todos os problemas, mas, o mais importante é saber que está avançando e que a saúde pública de Alagoas hoje vive um novo momento”, afirmou o secretário.

Respondendo a uma pergunta da telespectadora Deise, o gestor da saúde estadual afirmou que a expectativa é que todos os alagoanos, maiores de 18 anos, sejam vacinados até o final do mês de outubro deste ano.

“Essa é a grande ansiedade e a nossa perspectiva é que, até outubro, a gente encerre essa vacinação realmente, para que todo o alagoano acima de 18 anos seja vacinado, até porque, nós temos os nossos adolescentes que precisam também ser vacinados. Todos têm o direito de ser protegidos e infelizmente houve um atraso muito grande aqui no Brasil no que se diz respeito à compra das vacinas, mas, a gente tem trabalhado, tem dialogado com o Ministério [da Saúde]”, explicou Ayres.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Alagoas sempre está alerta em relação aos números da Covid-19. Até hoje, mais de 1.559.417 doses de vacinas contra o novo coronavírus foram aplicadas em todo o Estado.

Durante a entrevista, Alexandre Ayres também lamentou a conduta das pessoas que participam de aglomerações e festas clandestinas durante a pandemia. “Não dá para a gente, após 16 meses de enfrentamento de perdas de familiares, de conhecidos, de uma situação que envolve não só o nosso Estado, mas, o país e o mundo, ainda ter pessoas que, de maneira irresponsável, têm atuado para negar a existência da doença e pôr em risco a sua vida e a dos seus semelhantes. Então, é uma atitude de egoísmo e a gente repulsa e realmente não concorda com essa manifestação egoísta de alguns cidadãos”, conclui.

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