Ronaldinho Gaúcho e Assis podem estar envolvidos em outros crimes

Segundo promotor do caso, que há indícios de que outros crimes foram cometidos

Ronaldinho Gaúcho e Assis podem estar envolvidos em outros crimes

Segundo promotor do caso, que há indícios de que outros crimes foram cometidos

Por | Edição do dia 9 de março de 2020
Categoria: Celebridades, Conceito | Tags: ,,,


Ronaldinho Gaúcho para prestar depoimento, em 7 de março, Paraguai - Foto: Jorge Saenz/AP

Ronaldinho Gaúcho para prestar depoimento, em 7 de março, Paraguai – Foto: Jorge Saenz/AP

Os irmãos Ronaldinho Gaúcho e Assis podem estar envolvidos em outros crimes além da utilização de documentos falsos para entrar no Paraguai. A afirmação é do promotor Osmar Legal, que foi quem pediu a manutenção da prisão preventiva dos brasileiros alegando “risco de fuga e que o Brasil não extradita seus cidadãos”. Ele o novo responsável pelo caso.

Em entrevista exclusiva ao Esporte Espetacular, da Tv Globo, Osmar deu mais detalhes sobre o caso, ressaltando que a Justiça Paraguaia dará ao ídolo do futebol mundial o mesmo tratamento dado a todo e qualquer cidadão investigado.

Segundo o promotor do caso, eles estão sendo processados por uso de documentos de conteúdo falso. O passaporte que eles utilizaram para entrar no Paraguai foi emitido por autoridades legais, mas os dados contidos nos documentos foram adulterados. A acusação contra eles é pela utilização desses documentos. Essa investigação ainda está no início e podem haver outros atos criminosos que envolvam o Ronaldo e o Assis.

Legal afirma que é importante que eles sigam aqui no Paraguai durante esse processo.

“Ainda não podemos adiantar sobre os passos das investigações, mas há indícios que outros crimes foram cometidos”, disse Osmar.

Há informações de que os irmão já receberam os documentos falsos ainda no Brasil e que eles utilizaram esses documentos para entrar no Paraguai. Os passaportes têm registros e assinaturas deles.

Osmar ainda comentou que “a Lei deve ser igual para todos, seja Ronaldinho ou qualquer outro cidadão. Ele é uma pessoa muito querida, mas nós precisamos fazer o nosso trabalho como se fosse uma pessoa qualquer”

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