Reeducandos do Baldomero Cavalcanti concluem 1º ciclo do projeto Lê-berdade

Ao longo dos últimos 30 dias, os participantes tiveram acesso às oficinas de Português, roda de leitura e interpretação textual avaliativa

Reeducandos do Baldomero Cavalcanti concluem 1º ciclo do projeto Lê-berdade

Ao longo dos últimos 30 dias, os participantes tiveram acesso às oficinas de Português, roda de leitura e interpretação textual avaliativa

Por Redação com Assessoria | Edição do dia 26 de abril de 2022
Categoria: Alagoas | Tags: ,,,,


A leitura transforma vidas. É o que busca o projeto “Lê-Berdade”, desenvolvido no sistema prisional alagoano e que beneficia os reeducandos por meio da leitura. Com o projeto, cada livro lido pelo apenado representa três dias a menos na pena.

Neste mês de abril, foi concluído o primeiro ciclo do projeto para os reeducandos do presídio Baldomero Cavalcanti. Ao longo dos últimos 30 dias, os participantes tiveram acesso às oficinas de Português, roda de leitura e interpretação textual avaliativa.

Segundo a supervisora de Educação da Seris (Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social), Izabele Batista, esta fase é fundamental para a construção do processo de avaliação do projeto. “Após ler um livro, cada participante deverá fazer uma resenha crítica para ter direito à remição, por isso o primeiro ciclo é essencial para esta construção”, pontuou.

Segundo o projeto, os inscritos podem fazer a leitura de um livro por mês, para obter três dias a menos na pena. Cada participante poderá remir até 48 dias por ano, se optar pela leitura dos 12 títulos prevista nos critérios legais.

As resenhas produzidas pelos apenados serão levadas ao juiz de Execuções Penais, que avaliará o material produzido, fazendo, desta forma, jus à remição.

O segundo ciclo do projeto já está previsto para ser realizado no mês de maio. Atualmente, o projeto é desenvolvido no Estabelecimento Prisional Feminino Santa Luzia (EPFSL), que conta com 20 participantes, e também no Presídio Masculino Baldomero Cavalcanti, com 200 inscritos.

A previsão é que ainda este ano o projeto seja ampliado para a unidade Núcleo Ressocializador da Capital (NRC), mais uma a ser beneficiada e que contará com 100 apenados.

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