Promotor que atirou em caixa de som cometeu crime de dano, afirma MP

Órgão concluiu as investigações sobre o caso e um juizado especial deve deliberar a sentença

Promotor que atirou em caixa de som cometeu crime de dano, afirma MP

Órgão concluiu as investigações sobre o caso e um juizado especial deve deliberar a sentença

Por | Edição do dia 22 de janeiro de 2020
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Caixa-de-Som-Balas

O promotor Adriano Jorge Correia de Barros Lima – que foi acusado de atirar oito vezes em uma caixa de som – deve responder pelo crime de dano e exercício arbitrário das próprias razões. A decisão foi divulgada pelo Ministério Público Estadual (MPAL) nesta terça-feira (21) após o órgão encerrar as investigações sobre o caso, que ocorreu no dia 1º janeiro desse ano em um condomínio de luxo em Maceió.

Segundo o procurador-geral de justiça em exercício, Márcio Roberto Tenório de Albuquerque, o procedimento foi finalizado após terem sido ouvidas as duas partes envolvidas no fato. Adriano Jorge será enquadrado nos artigos 163 e 345 do Código Penal Brasileiro, sendo acusado de destruir ou deteriorar coisa alheia e fazer justiça com as próprias mãos, podendo cumprir detenção de 15 dias a um mês.

Como a soma das penalidades, em caso de condenação, não ultrapassaria o tempo de dois anos, no qual será julgado por um Juizado Especial, conforme estabelece o artigo 61 da Lei nº 9.099/95.

Justiça comum

O procurador-geral de justiça em exercício também fundamentou sua decisão quando alegou que esse fato deve permanecer na justiça comum, e não encaminhado ao Tribunal de Justiça. “O foro por prerrogativa de função é aplicável apenas aos crimes cometidos durante o exercício do cargo. No caso sob análise, conforme o relatado, os supostos ilícitos penais atribuídos ao promotor de justiça Adriano Jorge Correia de Barros Lima não guardam relação com a função desempenhada, tampouco teriam sido praticados em razão da função pública atualmente exercida”, argumentou Márcio Roberto Tenório de Albuquerque.

One thought on “Promotor que atirou em caixa de som cometeu crime de dano, afirma MP”

  1. Thsis Balatore disse:

    Na virada do ano de 2020, o promotor de justiça Adriano Jorge, efetuou oito disparos contra um aparelho de som em Maceió.
    Na notícia, é mencionado que o promotor foi submetido a exame de bafômetro, como se ele precisasse estar bêbado para reagir diante de uma situação de intensa perturbação, deixando-o transtornado, como é comum e natural qualquer pessoa mentalmente saudável e lúdica ficar. Uma das consequências imediatas do barulho excessivo é justamente a agressividade… Ironicamente, a pessoa que gravou o vídeo e estava na festa, estava com um copo de cerveja na mão… As pessoas da festa sim, estavam bêbadas, e como é sabido, bêbados exageram e perdem a noção, o senso. Gritam para falar, ouvem som alto, debocham, faltam com respeito… A festa estava ocorrendo dentro de uma RESIDÊNCIA.
    No vídeo gravado a mulher USA uma senhora como forma de sensibilizar e se fazer de vítima, como é muito comum perturbadores (agressores) fazerem. Uma idosa não pode ser exposta à barulho excessivo, idosos são vulneráveis em razão de sua saúde frágil, como é típico da idade avançada. Idosos devem ser respeitados pelas pessoas que o cercam e não usados para que pessoas de má índole e sem respeito e empatia pelos outros, se passem por vítimas. Então, essa senhora estava sendo negligenciada por quem deveria estar cuidando dela.
    É muito comum também perturbadores usarem crianças também, muitas vezes, OS PRÓPRIOS FILHOS. Expõe crianças a um ambiente totalmente problemático e disfuncional, com acesso à álcool, pessoas bêbadas com comportamentos imorais e inadequados, com exposição à som alto, o que prejudica demais o desenvolvimento da criança. E quando a polícia é acionada ou quando algo grave acontece, muitos chegam a simular choro e gritar dizendo que tem criança no ambiente. Como se fosse normal criança ser exposta à um ambiente violento. Ou seja, não respeitam nem os próprios filhos, imagina os vizinhos. O problema maior é SEMPRE se fingirem de vítima, nem que para isso, precisem usar seus próprios filhos ou pessoas idosas para conseguirem convencerem os outros de que são vítimas, na base do apelo emocional. Isso é doentio demais.
    Então, primeiramente é importante mencionar que promover festa com barulho excessivo dentro de um ambiente residencial é uma contravenção penal tipificada no art. 42 da Lei 3.688 de 1941.
    Ou seja, as mulheres estavam INFRINGINDO A LEI, desrespeitando os vizinhos, e causando baderna, desordem e transtorno.
    O promotor de justiça, no ápice de sua paciência (que somente pessoas bastante controladas podem ter), ainda solicitou que o som fosse abaixado. E as mulheres baderneiras IGNORARAM ele. O promotor então pediu que o som abaixados VÁRIAS outras vezes. E foi DESTRATADO, foi recebido com descaso e deboche pelas mulheres.
    O promotor então ligou para a Polícia, e esta NÃO foi até o local cometendo crime de prevaricação e negligenciando a necessidade de atendimento do promotor, que ali era um simples cidadão querendo ter paz e descansar DENTRO DA SUA PRÓPRIA CASA.
    O promotor, como vimos TEVE MUITA PACIÊNCIA.
    A perturbação é uma forma de agressão e durante muitas vezes em guerras foi utilizada como método de tortura. Isso porque o barulho excessivo causa um desequilíbrio enorme dentro do organismo humano, isso porque, instintivamente, o corpo humano entende o barulho excessivo como uma ameaça, entrando em estado de alerta, aumentando consideravelmente a adrenalina, fazendo com que nosso instinto natural seja reagir com agressividade, na tentativa de cessar o barulho. Se o barulho não cessa, e o nosso corpo não libera a adrenalina, os efeitos são: ansiedade, dor de cabeça, aumento da pressão, zumbido no ouvido, taquicardia (ou alteração do ritmo cardíaco), tontura, dor de ouvido, dentre VÁRIOS OUTROS PREJUÍZOS gravíssimos para nossa saúde.
    Então, uma pessoa mentalmente sã, ficará claramente perturbada diante do barulho excessivo. O que é NATURAL.
    A reação do promotor só mostra que ele possui uma mente saudável, e que sua reação é normal diante de uma ameaça tão perturbadora como é o barulho excessivo.
    O que NÃO é normal é promover uma FESTA com som que excede os limites do tolerável DENTRO DE UMA CASA, desrespeitando vizinhos, agindo de forma totalmente egoísta, sem empatia, sem educação e ainda USANDO uma pessoa de idade para causar comoção na população para conseguir se passar por vítima!
    O comportamento das mulheres bêbadas e baderneiras, que violaram a lei, que não conseguem seguir regras, que debocharam do pedido do promotor para que abaixassem o som, pois o mesmo já não aguentava mais aquela algazarra e perturbação, que levam as pessoas ao limite e ainda acham isso engraçado, que manipula pessoas vulneráveis como se fossem objetos para brincar com as emoções alheias, caracteriza claramente um padrão de comportamento antissocial!! E isso é muito grave, pois pessoas assim causam grave abalo psicológico em pessoas mentalmente saudáveis, como ocorreu com o promotor que é a verdadeira vítima nessa situação.
    Por isso, minha total solidariedade ao promotor e aos MILHÕES de brasileiros que sofrem diariamente com a perturbação causado por pessoas insensíveis e emocionalmente doentes, com claros traços de uma personalidade psicopata!

    Texto: Thaís Balatore

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