Procon apreende cerca de 700 produtos em quiosques de fogos de artifício

Procon apreende cerca de 700 produtos em quiosques de fogos de artifício

Por | Edição do dia 17 de junho de 2016
Categoria: Alagoas, Notícias | Tags: ,,


Com a proximidade do São João, a Superintendência de Proteção de Defesa do Consumidor (Procon/AL) e a fiscalização do órgão realizaram, durante esta semana, uma mega operação em quiosques que comercializam fogos de artifício em toda Maceió.  O principal propósito da fiscalização foi a verificação do local onde foi produzido o material, já que a fabricação desse tipo de produto é proibida em todo estado.

A superintendente Flávia Cavalcante explicou a necessidade e o motivo da realização dessa operação. “Foi-nos recomendado pelo Ministério Público que fosse recolhido todo material fabricado em Alagoas, já que o estado não possui a autorização do exército para a comercialização de fogos de artifício. Não podemos permitir a venda de algo ilegal”.

Além de verificar os locais de fabricação, a equipe orientou os donos dos estabelecimentos sobre a precificação dos produtos, vistoriaram prazos de validade, e alertaram sobre a idade indicada para a utilização dos fogos.

No total, foram vistoriados 14 estabelecimentos, sendo oito deles autuados por irregularidades. Durante a inspeção, que ocorreu na parte baixa e alta da capital, foram apreendidos cerca de 700 produtos por falta de informações nas embalagens (data de fabricação e/ou falta de validade), ou por terem sido confeccionados em fábricas clandestinas.

O diretor do órgão, João Neto destacou que nem todos os materiais serão incinerados no momento. “Os proprietários dos locais que apresentaram irregularidades têm dez dias para apresentar a defesa ao órgão, e se for comprovado a regularidade do material, terão sua mercadoria devolvida”.

A superintendente do órgão reforçou a questão do risco existente em fábricas não autorizadas. “Temos o exemplo da explosão na fábrica em Ibateguara no ano passado. Devemos estar atentos e evitar esse tipo de irregularidade”.

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