Boa Tarde!, Terça-Feira - 15 de Outubro de 2019

 

Preto e Baixinho Boiadeiro são julgados por duplo homicídio

Redação / 10:01 - 04/02/2019


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Apenas Preto Boiadeiro compareceu ao julgamento, pois Baixinho continua foragido após ser acusado da morte de um vereador (Foto: Divulgação)

Dois integrantes da família Boiadeiro estão sendo julgados nesta manhã, no Fórum Desembargador Jairon Maia Fernandes, no Barro Duro. No entanto, apenas um senta no banco dos réus. O outro membro do clã está foragido com mandados de prisão expedidos pela Justiça. Eles são acusados, juntamente com outras duas pessoas, de envolvimento num duplo homicídio ocorrido no centro de Batalha, há 13 anos.

José Anselmo Cavalcanti de Melo, conhecido como Preto Boiadeiro, e José Márcio Cavalcanti, o Baixinho Boiadeiro, são acusados de matar a tiros o sargento reformado da Polícia Militar, Edvaldo Joaquim de Matos e Samuel Theomar Bezerra Cavalcante. Quando foram mortos, os dois estavam numa caminhonete S-10, de propriedade do então prefeito de Batalha, Paulo Dantas. As suspeitas são de que a emboscada seria para matar Paulo Dantas e seu segurança.

Conforme consta nos autos do processo, além dos irmãos Boiadeiro, ainda participaram deste duplo homicídio: Emanoel Boiadeiro (tio de Preto e de Baixinho Boiadeiro); Thiago Ferreira os Santos, conhecido como Thiago Pezão, e José Marcos dos Santos, o Tigrão. Emanoel foi morto numa troca de tiros com policiais civis, no Sertão de Alagoas e José Marcos foi assassinado numa emboscada em Arapiraca. Hoje, estão sentados no bancos dos réus: Preto Boiadeiro e Thiago Ferreira.

Durante o final de semana, integrantes da família Boaideiro atribuíram o crime a Emanoel Boiadeiro (que está morto) e disseram que ele reagiu ao que se seria uma emboscada que seria cometida pelo sargento Matos. No entanto, essa versão é desmentida por Theobaldo Cavalcante Lins Neto, irmão de Samuel. Ele estava no banco traseiro do carro e contou à polícia e à Justiça que esses integrantes da família Boiadeiro fizeram a emboscada com o intuito de matar Paulo Dantas. No entanto, o cunhado era quem estava dirigindo o carro.


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