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Polícia prende mulher e apreende droga que vinha de São Paulo

Ascom PC-AL / 10:21 - 17/04/2016

A droga foi transportada de São Paulo; investigações da DRN duraram cerca de dois meses


Foto: Ascom PC

Foto: Ascom PC

Uma operação da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DRN), em conjunto com policiais civis Tático Integrado de Grupos de Resgates Especiais (Tigre) e militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope), neste domingo (17), apreendeu cerca de 15 kg de maconha e prendeu uma mulher.

A droga foi apreendida com Mariana Ingrid Souza Oliveira, 23 anos. A maconha foi transportada por ela de São Paulo, de ônibus.

De acordo com o delegado Gustavo Barros, titular da DRN, a droga pertencia a Isaías Urbano da Silva, conhecido como “torrado”, 38 anos, para quem Mariana trabalhava, fazendo o papel do que se conhece como “mula”, na linguagem do tráfico de drogas.

“O ônibus foi interceptado na AL-115, no município de Palmeira dos Índios, sendo, após revista, confirmada a existência do entorpecente, tendo Mariana confessado que realmente transportava a droga a serviço de “torrado”, o qual estava esperando por ela na cidade de Garanhuns/PE, destino final do ônibus”, frisou o delegado.

Os policiais ainda foram em uma casa onde possivelmente Isaías da Silva estaria, em Garanhuns/PE, porém o mesmo não se encontrava no local, tendo ainda sido feitas buscas na cidade, não se obtendo êxito em localizá-lo.

A operação foi fruto de uma investigação que durou cerca de dois meses, com suporte da secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP), e da 15ª Vara Criminal da Capital.

Após todas as diligências, Mariana Ingrid foi conduzida à Delegacia de Repressão ao Narcotráfico, onde foi autuada por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

“As investigações vão continuar, para efetuar-se a prisão de Isaías Urbano da Silva, o “torrado”, o qual, a propósito já tinha sido alvo de outra investigação da DRN, pelo que já tem mandado de prisão preventiva em aberto, expedido pela 17ª Vara Criminal da Capital. Pede-se apoio da população para tanto, através do disque denúncia (181), com a garantia do mais absoluto sigilo”, concluiu o delegado Gustavo Henrique Barros.


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