Polícia Civil prende foragido de RN e estelionatário em Maceió

Acusado matou a esposa e aplicava golpes na capital alagoana

Por | Edição do dia 5 de outubro de 2015
Categoria: Blog, Notícias | Tags: ,,


Foto: Assessoria

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Na manhã desta segunda-feira (5), foi apresentado pela Polícia Civil, em uma entrevista coletiva, homem acusado de matar a esposa e aplicar golpes em Alagoas e vários estados. A entrevista aconteceu na sede da Divisão Especial de Investigação e capturas (Deic), no bairro de Santa Amélia.

Em operação comandada pelo delegado Vinicius Ferrari, titular da Seção Antissequestro, Crévio Gentil Bezerril Sobrinho, de 45 anos, foi apreendido, no bairro Clima Bom, onde o acusado passou a residir.

Quando foi apreendido, Crévio Gentil tentou fugir dos agentes da Deic e do Tigre (Tático Integrado de Grupamentos de Resgates Especial), mas os policiais conseguiram detê-lo.

Segundo investigações, Crévio Gentil matou a tiros a esposa, que se chamava Silvana, em 2002, em Natal (RN), por esse crime foi condenado a 16 anos e 10 meses de prisão, mas nunca cumpriu a pena. O acusado fugiu e passou por três estados, entre eles, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e por último se escondeu em Alagoas.

As investigações se iniciaram quando um Tabelião de São Paulo fez uma denúncia por ter sido denunciado por diversos por golpes que estaria aplicando no nordeste. A Polícia descobriu que era Crévio Gentil quem usava o nome do tabelião para efetuar golpes, entre eles, a tomada de empréstimos, emissão de cheques sem fundos e uso de contas de telefone pós-pagas que nunca eram saldadas.

Em Maceió, o estelionatário aplicava golpes na área de vendas de segurança eletrônica.  Crévio pagava até a metade das parcelas do pagamento do produto antes do serviço ser implantado e sumia. Investigações descobriram que Crévio, em Maceió, trabalhava como segurança em uma loja no Centro, cobrava uma diária de R$150 por trabalho.  Ele se identificava como sargento PM Reis, ainda em Maceió, ele também usava mais dois nomes – Rodrigo Reis e Rodrigues-, além do nome do Tabelião, que aplicava golpes. Em Minas, ele usava o nome de Carlos Magno Oliveira.

No início das investigações, dada pela denúncia do tabelião, a Polícia passou a intimar Crévio, mas ainda não tinha informações do seu verdadeiro nome. Até que uma ex-namorada do acusado, o denunciou e desvendou a identidade dele.

A partir disso, a Polícia montou um plano de Inteligência para apreendê-lo. Ele estava residindo em uma casa no bairro de Santa Lúcia, lá foi encontrada uma arma de fogo.

O estelionatário chegou a ser preso e Maceió pela Lei Maria da Penha e por dirigir embriagado.

Crévio Gentil deverá ser levado para o estado do Rio Grande do Norte, onde é condenado por homicídio.

 

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