Pinheiro volta a afundar no trecho da Rua Augusto Calheiros

Cratera “engoliu” parte de poste da Eletrobrás e outras foram abertas em frente a blocos de apartamentos

Por | Edição do dia 28 de janeiro de 2019
Categoria: Maceió, Notícias | Tags: ,,,,


O processo de afundamento de partes do bairro do Pinheiro foi acelerado com as primeiras chuvas que caíram fortemente em Maceió. A água represou no trecho da Rua Augusto Calheiros, em frente à Igreja Menino Jesus de Praga. Com a pequena trégua, as águas escoaram por crateras que foram abertas entre os Condomínios Gameleira e Jacarandá.

Um poste da Eletrobras afundou, mas não inclinou e manteve a rede de energia “viva”. Outra cratera se abriu no meio do asfalto, onde já tinha ocorrido em outros momentos. A Defesa Civil do Município foi ao local, isolou a área e providenciou a evacuação dos moradores dos dois blocos e interditou o tráfego de veículos nas ruas próximas à Rua Augusto Calheiros.

O afundamento da rua partiu de uma cisterna que existe na casa de número 91, considerada a “casa símbolo” do fenômeno no Pinheiro. Ela foi a primeira a ser evacuada, em fevereiro de 2018. Essa cisterna é considerada um sumidouro de grande relevância para o “caminho” das rachaduras do subsolo do Pinheiro, indo direto para os blocos do Residencial Divaldo Suruagy.

Neste momento, as crateras abertas no asfalto e calçada do bloco foram isoladas, o fornecimento de energia elétrica foi cortado para que seja feita a reposição do poste que afundou, uma vez que ele ameaça cair. Por isso, Centenas de casas residenciais e comerciais (inclusive a sede de O Dia Alagoas) estão sem energia. “Não há previsão de retorno do fornecimento de energia elétrica”, disse o eletricista responsável pelo corte.

A situação esteve sob vigilância na terra e no ar. Dois helicópteros, sendo um da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e outro do Exército Brasileiro sobrevoaram a área atingida por essas primeiras chuvas. No resumo, não houve feridos nem problemas mais graves. A tragédia social já aconteceu e o psicológico dos moradores está bastante abalado.

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