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Pássaros do famoso Papa Capim da web serão entregues ao Centro de Triagem

Agência Alagoas / 2:05 - 26/06/2017

Dinho Kapp, como é conhecido nas redes sociais, iniciou os procedimentos do cadastro no IMA na última quinta-feira (22)


Dinho Kapp, como é conhecido nas redes sociais, iniciou os procedimentos do cadastro que todo criador legal de passeriformes precisa fazerCláudio Santos, o famoso Papa Capim da web, fará a entrega de seus pássaros na quarta-feira (28) ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Ibama).  Na última quinta-feira (22) ele esteve na sede do Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA) para buscar informações de como se tornar um criador amador legal de passeriformes.

Dinho Kapp, como é conhecido nas redes sociais, iniciou os procedimentos do cadastro que todo criador legal de passeriformes precisa fazer para ficar regularizado nessa atividade. O primeiro passo é acessar o site do Ibama e efetuar a inscrição no Cadastro Técnico Federal (CTF). Em seguida, deve-se comparecer ao IMA, como fez o Dinho, para homologar o cadastro e emitir o boleto para realizar o pagamento da taxa.

Como Cláudio Santos ainda estava de posse dos animais, o próximo passo que ele fará é entregar as aves ao Cetas, que é o local que qualquer pessoa deve ir para fazer a entrega voluntária de animais silvestres.

O IMA reitera que recebe esses animais no Centro de Triagem, onde uma veterinária do instituto cuida desses bichos que chegam lá.

Após a entrega das aves, o próximo passo é voltar ao IMA, já com o boleto pago, para protocolar a cópia da documentação autenticada  junto com o boleto. Dessa maneira, o famoso Papa Capim poderá, a partir de então, adquirir outras aves, dessa vez devidamente registradas, com marcação individual (anilha ou microchip), certificado de sexagem e nota fiscal de venda do animal.

O IMA reforça a informação de que é possível comprar animais silvestres de forma legal em criadouros comerciais devidamente licenciados e legalizados por órgão ambiental competente.

É dessa maneira que os órgãos ambientais conseguem instruir aqueles que possuem a cultura da criação doméstica de aves, tendo, assim, uma efetiva proteção da fauna e evitando práticas que provocam extinção das espécies e submetem os animais à crueldade.


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