Obras da ciclovia avançam na Avenida Fernandes Lima

Três frentes de trabalho estão em vigor para dar celeridade às obras

Obras da ciclovia avançam na Avenida Fernandes Lima

Três frentes de trabalho estão em vigor para dar celeridade às obras

Por Assessoria | Edição do dia 15 de novembro de 2021
Categoria: Maceió | Tags: ,,


Os maceioenses que circulam pela Avenida Fernandes Lima, no Farol, já conseguem ver o andamento e celeridade da obra de implantação da ciclovia. Com três frentes de trabalho, a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra) está dando continuidade a este importante equipamento, localizado no canteiro central de uma das principais avenidas da cidade, que beneficiará 200 mil ciclistas e proporcionará desenvolvimento e mobilidade urbana.

O engenheiro e fiscal da obra, Moacyr Magalhães, explicou que as equipes estão trabalhando no aterro e compactação para concretagem da ciclovia, assentamento do meio-fio e no embasamento sobre canaleta de drenagem.

“Atualmente a ciclovia já conta com 1,3 km de via concretada e as obras foram retomadas no início de outubro e desde então já foram aplicados mais de 2 km de meio-fio. Hoje 15 colaboradores fazem parte da equipe de execução. A previsão de entrega é para o primeiro semestre de 2022”, destacou.

A obra é aguardada há mais de 10 anos pelos amantes do pedal, que sonhavam em um espaço seguro e exclusivo para os ciclistas. A ciclovia inicia na Praça Centenário e finaliza nas imediações da faculdade Facima, com extensão total de 4.841,34 metros (que equivale a 4,8km).

Nayara Tayrona, de 28 anos, é ciclista há dois anos. (Foto: Arquivo pessoal)

Nayara Tayrona, de 28 anos, é ciclista há dois anos e afirmou que o equipamento a motivará a praticar atividade física, bem como promoverá saúde e locomoção de forma mais segura, sem que os ciclistas precisem concorrer com os veículos.

“Considero esse projeto como uma prova viva de que a nossa cidade está sendo pensada para pessoas, de forma a humanizar o convívio urbano deixando mais harmônico e acessível. Afinal, muitos trabalhadores se deslocam do alto da cidade até o centro e vice versa”, disse.

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