No Velho Chico, plantio de mudas celebra importância da árvore

Recuperação da mata ciliar promovida pela Agreste Saneamento é um dos caminhos para a preservação de um dos mais importantes rios do país

Por Assessoria | Edição do dia 25 de setembro de 2020
Categoria: Alagoas, Notícias | Tags: ,


As margens do Rio São Francisco foram palco de uma ação de preservação de um dos mais importantes patrimônios hídricos do país. Em comemoração ao Dia da Árvore, celebrado esta semana, a Agreste Saneamento realizou o plantio de mudas para recuperação da mata ciliar. O plantio ocorreu na Estação Morro do Gaia, situada no município de São Brás, na região agreste do estado.

Foram plantados exemplares de Ingá, Ipê Amarelo e Ipê Roxo. O objetivo é tornar a ação permanente. A iniciativa surgiu a partir da campanha #VireCarranca, encabeçada pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco (CBHSF), que conta com o apoio da Agreste Saneamento e tem como objetivo conscientizar sobre a preservação e proteção do Velho Chico, além de reforçar sua importância social, econômica e ambiental.

No projeto de recuperação da mata ciliar devem ser observados diversos aspectos, inclusive o comportamento das plantas e a região em que serão plantadas. De acordo com o diretor operacional da Agreste Saneamento, Sérgio Bovo, a ação visa recuperar as margens do Velho Chico nas áreas onde a empresa atua.

A recuperação da mata ciliar é fundamental para a preservação dos recursos hídricos. As árvores servem como uma rede de proteção que impede a chegada de rejeitos e previne o assoreamento, um dos principais vilões dos cursos d’água.

“Plantamos as mudas em uma barreira que fica a 50 metros das margens para proteger o curso do rio, evitando erosões e o assoreamento. Sem a proteção da mata ciliar, o banco de areia desce e assoreia o rio, causando um impacto ambiental muito grande. Com o plantio das mudas, conseguimos fixar o banco de areia. Além disso, as raízes e a mata dificultam a chegada de resíduos ao curso do rio. A recuperação da mata ciliar traz vários benefícios e, no caso do Rio São Francisco, isso impacta diretamente na vida da população, mesmo das comunidades não ribeirinhas”, destaca.

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