MP Eleitoral afirma que não houve fraude nas eleições de Marechal Deodoro

Em nota, o órgão solicita que os advogados de Júnior Dâmaso ratifiquem publicamente a legitimidade do resultado das urnas

MP Eleitoral afirma que não houve fraude nas eleições de Marechal Deodoro

Em nota, o órgão solicita que os advogados de Júnior Dâmaso ratifiquem publicamente a legitimidade do resultado das urnas

Por Redação | Edição do dia 18 de novembro de 2020
Categoria: Eleições 2020 | Tags: ,,


Foto: Reprodução

Após acusações de fraudes nas eleições de Marechal Deodoro, a promotora eleitoral que representou o MPE no município, Amélia Adriana de Carvalho Campelo, afirmou que todo o trabalho de apuração e contagem dos votos aconteceu de acordo com os regramentos legais. As acusações começaram após as eleições que aconteceram neste último domingo (15), quando o candidato Cacau (MDB) derrotou Júnior Dâmaso por uma diferença de apenas 21 votos.

Em nota, o MPE declarou que os advogados do candidato Júnior Dâmaso deveriam reconhecer publicamente a validade do resultado das eleições para evitar que moradores sejam incitados do questionamento do processo eleitoral.

Ainda foi ressaltada que toda apuração foi fiscalizada com os dois corpos jurídicos dos candidatos a gestão do município, “o resultado obtido nas urnas se deu em estrita observância a todos os regramentos legais, tendo sido acompanhado pelos corpos jurídicos dos dois candidatos que disputaram o cargo de prefeito da cidade. ” A declaração ainda afirma que devido a transparência do processo, não restam dúvidas ou indagações sobre a legalidade do resultado.

Leia a nota na íntegra:

NOTA INFORMATIVA

O Ministério Público Eleitoral da 26ª Zona – Marechal Deodoro, vem a público esclarecer que todo o processo relativo ao pleito ocorrido naquele município, no último dia 15, transcorreu dentro da legalidade, não restando incabíveis quaisquer questionamentos a respeito da lisura das eleições.

A promotora eleitoral Amélia Adriana de Carvalho Campelo, que representou o Ministério Púbico Eleitoral em Marechal Deodoro, reforça que a apuração e a divulgação do resultado obtido nas urnas se deu em estrita observância a todos os regramentos legais, tendo sido acompanhado pelos corpos jurídicos dos dois candidatos que disputaram o cargo de prefeito da cidade e, em razão disso, não há questionamentos a serem feitos, uma vez que todos os procedimentos foram submetidos aos representantes das coligações que, enquanto durou o processo, não fizeram quaisquer indagações sobre o pleito.

O MPE eleitoral pede, inclusive, que os advogados do candidato que perdeu a eleição ratifiquem publicamente que o resultado das urnas é legítimo e que eles informem à população sobre essa legalidade, uma vez que uma parcela de moradores de algumas localidades está sendo incitada a questionar o processo democrático que elegeu o prefeito de Marechal Deodoro.

A promotora eleitoral destaca ainda que a demora no resultado não se deu por suspeitas de fraudes e, sim, em razão da concentração das informações por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que reuniu a apuração de todos os municípios brasileiros. E, para além disso, houve problema na extração das mídias de 22 urnas, que tiveram que ser retiradas no cartório eleitoral da cidade – mas sempre sob o crivo dos representantes das coligações -, o que acabou por atrasar um pouco mais o envio de dados ao TSE.

Por fim, o Ministério Público Eleitoral informa que, a quem interessar, os boletins de urna podem ser disponibilizados para conferência, como forma de reafirmar que todo o processo eleitoral aconteceu dentro das normas legais, respeitando a vontade soberana do povo e que, se necessário, ele adotará as providências legais contra alegações caluniosas.

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