Ministro Alexandre de Moraes dá xeque-mate na tropa bolsonarista

Alexandre de Moraes tem atuado sistematicamente para dar um fim ao proclamado “gabinete do ódio”, responsável, entre outras coisas, pelo enriquecimento de vários dos propagadores de fake news, que usam  canais do Youtube e outras plataformas midiáticas para receber verbas públicas e privadas.

Ministro Alexandre de Moraes dá xeque-mate na tropa bolsonarista

Alexandre de Moraes tem atuado sistematicamente para dar um fim ao proclamado “gabinete do ódio”, responsável, entre outras coisas, pelo enriquecimento de vários dos propagadores de fake news, que usam  canais do Youtube e outras plataformas midiáticas para receber verbas públicas e privadas.

Por Antonio Pereira | Edição do dia 22 de outubro de 2021
Categoria: Opiniões | Tags: ,,,,,,,,,,


De todos os ministros do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes é disparado o mais odiado pelos seguidores e integrantes da tropa política do presidente Jair Bolsonaro.

O ministro já deixou vazar a intenção de colocar o filho zero dois do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro, o Carluxo, atrás das grades por ser o chefe da fábrica de fake news de ataques ao próprio STF e demais instituições da República.

Alexandre de Moraes tem atuado sistematicamente para dar um fim ao proclamado “gabinete do ódio”, responsável, entre outras coisas, pelo enriquecimento de vários dos propagadores de fake news, que usam  canais do Youtube e outras plataformas midiáticas para receber verbas públicas e privadas.

O cerco judicial aos chamados propagadores do ódio desencadeado pelo ministro Alexandre de Moraes fere de morte os principais líderes do gabinete do ódio. Agora, ainda falta os mentores desse grupo tão nocivo à democracia brasileira. Na lista dos acusados de tramarem contra as medidas de contenção da Covid no Brasil, a CPI do Senado colocou como chefes dessa organização criminosa pelo menos dois filhos do presidente: o deputado federal Eduardo e o vereador Carlos Bolsonaro. Os dois seriam os organizadores dessas ações contra o STF, Congresso e personalidades políticas de oposição.

O mais notório dos propagadores do ódio é o blogueiro bolsonarista Allan dos Santos. Ele é investigado no Supremo em dois inquéritos: o que apura a divulgação de fake news e ataques a integrantes da Corte e também no que identificou a atuação de uma milícia digital que trabalha contra a democracia e as instituições no país.

Recentemente o ministro Alexandre de Moraes ordenou que a Polícia Federal inclua o mandado de prisão do blogueiro bolsonarista na lista da Difusão Vermelha da Interpol, para garantir que Santos seja capturado e retorne ao Brasil. Também foi acionada a embaixada dos Estados Unidos, para onde Allan dos Santos fugiu assim que soube que estaria no radar do ministro. Há fortes indícios de que ele tenha sua fuga facilitada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro.

Ao STF, a PF apontou que o blogueiro, “a pretexto de atuar como jornalista”, assumiu a condição de um dos organizadores de um movimento responsável por ataques à Constituição, aos poderes de Estado e à democracia.

A suspeita é de que essas ações podem ter sido financiadas com recursos públicos a partir da interlocução que mantém com a família Bolsonaro e com parlamentares bolsonaristas.

Divulgação de conteúdo falso: chamado inquérito das fake news foi aberto em 2019 por determinação do presidente do STF, Dias Toffoli, para apurar “notícias fraudulentas”. O relator do caso é o ministro Alexandre de Moraes.

A investigação apura ameaças a ministros do STF e a disseminação das fake news nas redes sociais. Em junho, o Supremo julgou uma ação do partido Rede Sustentabilidade, que questionava a legalidade o inquérito, e decidiu manter as apurações.

Atos antidemocráticos: O inquérito sobre os atos antidemocráticos foi aberto pelo STF a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR). As investigações foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes.

O pedido da PGR foi apresentado em 20 de abril, um dia após os atos realizados em todo o país que tinham entre os manifestantes defensores do fechamento do Congresso, do STF e da reedição do AI-5, o ato institucional que endureceu o regime militar no país.

Saiba mais sobre a Interpol

A Organização Internacional de Polícia Criminal, mundialmente conhecida como INTERPOL (em inglês: International Criminal Police Organization), é uma organização internacional que facilita a cooperação policial mundial e o controle do crime. Sediada em Lyon, França, foi fundada em 1923 como Comissão Internacional de Polícia Criminal (CIPC); o nome INTERPOL serviu como endereço telegráfico da agência em 1946 e foi escolhido como seu nome comum em 1956.

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