Ministério Público Estadual nega liberdade a funcionário suspeito de estupro

O crime foi cometido por um terceirizado da Equatorial no Cidade Universitária

Ministério Público Estadual nega liberdade a funcionário suspeito de estupro

O crime foi cometido por um terceirizado da Equatorial no Cidade Universitária

Por Beatriz Rodrigues - sob supervisão | Edição do dia 23 de fevereiro de 2021
Categoria: Justiça, Notícias | Tags: ,


O Ministério Público Estadual de Alagoas (MP/AL) negou na tarde desta terça-feira,(23), o pedido de liberdade provisória feito pela defesa do funcionário terceirizado da Equatorial Energia, preso em flagrante por estupro na última sexta-feira (19), no bairro Cidade Universitária, na parte alta de Maceió.

De acordo com informações do Tribunal de Justiça de Alagoas, o auto de prisão em flagrante do suspeito, que não pode ter a identidade divulgada devido à Lei de Abuso de Autoridade, foi homologado ontem pelo juiz plantonista, que pediu vistas ao MP/AL. Ainda segundo o TJ/AL o juiz ainda não decidiu se mantém ou não a prisão do acusado.

O caso segue em segredo de justiça.

Relembre o caso

Na sexta-feira (19), dois funcionários de uma empresa terceirizada da Equatorial Energia foram até a residência de uma mulher no bairro Cidade Universitária para realizar um procedimento de corte de energia. Um dos homens alegou que precisaria fazer uma avaliação dentro da residência da vítima e quando teve a entrada liberada cobriu a boca da mulher e a violentou sexualmente dentro de sua residência

Quando os militares do Batalhão de Polícia de Guarda (BPGd) chegaram ao local identificaram que os homens haviam deixado um termo de notificação onde constava o nome da empresa e a identificação funcional dos funcionários.

Em contato com a Equatorial, os policiais confirmaram a identidade e tiveram acesso a localização dos suspeitos. Acompanhada pela polícia, a vítima, uma jovem de 23 anos, identificou o suspeito de estupro. Os militares então conduziram todos os envolvidos para a Central de Flagrantes. Lá, um dos funcionários, um homem de 39 anos,  confessou o crime. Em seu telefone celular também foi encontrada uma foto que tirou da vítima sem que ela percebesse.

 

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