Mais humana do que nunca, Juliette emociona em documentário

Juliette mostra seu principal lado, o lado que cativou milhões de brasileiros, elevando nossa perspectiva para a vida: Juliette é mais humana do que nunca

Mais humana do que nunca, Juliette emociona em documentário

Juliette mostra seu principal lado, o lado que cativou milhões de brasileiros, elevando nossa perspectiva para a vida: Juliette é mais humana do que nunca

Por Antonio Pereira | Edição do dia 28 de julho de 2021
Categoria: Cinema, Opiniões | Tags: ,,,,,,,,


Simplesmente emocionante e reconfortante o novo episódio do documentário sobre a ascensão da advogada/maquiadora/cantora, Juliette Freire no GloboPlay. Um sopro de esperança depois de tantos dias de sofrimento.

De maneira bem didática, como deve ser um documentário, Juliette mostra seu principal lado, o lado que cativou milhões de brasileiros, elevando nossa perspectiva para a vida: Juliette é mais humana do que nunca.

A humanidade de Juliette se mostra perfeita desde o primeiro segundo do episódio, mostrando como foi o impacto ‘violento’ da sua saída da casa mais vigiada do Brasil. Em choque, a grande vencedora do reality da Globo, revela seu deslumbramento e também seus medos, receios e como viverá daqui para frente sendo uma celebridade.

Para além do fenômeno, Juliette arreia ao falar do futuro e de como será sua vida, tendo que viver cercada de pessoas, envolta em uma redoma de idolatria e reconhecimento.

Mais do que nunca, Juliette continua sendo Juliette, ou seja: sua realidade de mulher, nordestina e dona do seu próprio nariz, desmonta estereótipos, desnudando uma série de questionamentos que muitos fizeram e fazem com relação à sua autenticidade.

As lágrimas do grande Gilberto Gil durante a primeira live da vida de Juliette mostram claramente a força que tem esta mulher. Sua representatividade das nossas raízes culturais é gritante. Juliette mostra isso a cada frase, a cada momento de vida com seus amigos, que também vivem este momento de deslumbre.

Em resumo: valeu muito a pena ter vivido com ela tudo isso que está acontecendo. Ainda mais agora, quando estamos diante de um abismo político, cultural e moral. Juliette mostra, mais uma vez que há saída. Que não devemos desistir dos nossos sonhos de um país melhor, de um mundo melhor. Ela e nós podemos, realmente, conseguir isso.

Ainda há esperança na humanidade quando a gente ver uma figura como Juliette. Nordestina, lutadora, verdadeira guerreira de uma geração, que batalha, sofre e continua com sorriso no rosto, apesar dos pesares.

Parabéns Juliette, sua energia, energiza todos nós. Siga em frente. Não tenho dúvida que ela vai seguir com os pés no chão, apesar do mundo fantástico que está desbravando agora.

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