Lideranças do meio militar planejam próximas ações contra Reforma da Previdência no estado

Reunião foi realizada hoje, 06, e outra irá ocorrer nesta sexta-feira, 07

Lideranças do meio militar planejam próximas ações contra Reforma da Previdência no estado

Reunião foi realizada hoje, 06, e outra irá ocorrer nesta sexta-feira, 07

Por | Edição do dia 6 de fevereiro de 2020
Categoria: Alagoas, Notícias | Tags: ,,,


Foto: Ascom

Foto: Ascom

Em reunião que aconteceu na quarta-feira, 05, no Palácio República dos Palmares, lideranças do governo estadual discutiram a questão relacionada a alíquota previdenciária dos militares do estado. O que causou polêmica, além da taxação de 14% definida pelo governador Renan Filho (MDB), foi a expulsão de membros do Movimento Unificado dos Militares da reunião. Para debater a situação e definir próximas ações, diversas entidades do meio militar organizaram uma reunião nesta quinta-feira, 06.

A reunião foi realizada no Clube dos Oficiais, às 10 horas e uma das entidades presentes foi a Associação das Praças da Polícia Militar (Aspra/AL), através do seu presidente, o Sargento Wagner Simas. Ele ressalta que na reunião temas importantes foram discutidos. “A gente fez o encaminhamento sobre a questão da lei que o governo não quis aplicar,” afirma, se referindo a Lei Federal n° 13.954, que fixa desconto de 9,5% de INSS aos militares a partir de 1º de fevereiro de 2020.

Uma das expectativas sobre o encontro de hoje era de um movimento radical por parte dos militares nesse momento, algo que não deve acontecer, pelo menos até amanhã. Segundo Simas, uma nova reunião está marcada para esta sexta-feira, 07, com o objetivo de discutir o que pode ser feito na esfera jurídica para reverter a decisão. Logo depois, é possível que uma decisão séria seja tomada. “Amanhã é a reunião definitiva para ver a questão jurídica,” aponta.

Simas conta também sobre o seu desânimo em relação ao pensamento de obter um diálogo aberto entre todas as partes. “É um governo prepotente, arrogante, que não está aberto ao diálogo com as categorias.”

Até o momento da publicação da matéria não foi possível contatar o Gabinete Civil para comentar o caso.

 

Deixe uma resposta

Publicidade
 
 
Publicidade

2019 O dia mais - Todos os direitos reservados