Justiça determina que Equatorial deve reposicionar postes para permitir construção de rodovia entre Belém e Taquarana

Construtora pagou mais de R$ 500 mil para que a concessionária de energia executasse o serviço, o que não foi feito; decisão tem caráter liminar

Justiça determina que Equatorial deve reposicionar postes para permitir construção de rodovia entre Belém e Taquarana

Construtora pagou mais de R$ 500 mil para que a concessionária de energia executasse o serviço, o que não foi feito; decisão tem caráter liminar

Por Redação* | Edição do dia 5 de agosto de 2022
Categoria: Alagoas, Justiça, Polícia | Tags: ,,,


A juíza Marcli Guimarães, da 1ª Vara Cível da Capital, determinou que a Equatorial Alagoas reposicione postes de energia para possibilitar a implantação e restauração da rodovia que liga os municípios de Belém e Taquarana. A decisão liminar, proferida nessa quinta (4), fixa prazo de cinco dias e multa diária de R$ 5 mil, limitada ao patamar de R$ 100 mil, em caso de descumprimento.

Foto: Reprodução

De acordo com os autos, a Fp Construtora venceu licitação para implantar e restaurar a rodovia com extensão de 6,6 km, entre os dois municípios. No entanto, para que a construção fosse possível, seria necessário o reposicionamento dos postes de energia elétrica do trecho.
Em fevereiro deste ano, a empresa firmou contrato com a Equatorial e efetuou o pagamento de R$ 521.150,80 para custear a relocação dos postes. A concessionária de energia, porém, ainda não iniciou o serviço.
Alegando prejuízos financeiros e à população em geral, a construtora ingressou com ação na Justiça. Para a titular da 1ª Vara Cível, a Equatorial tem agido com “manifesta falta de diligência, quedando-se inerte mesmo após vários pedidos de adequação da instalação dos postes em local apropriado”.
Ainda segundo a juíza, os postes sequer deveriam ter sido instalados da maneira como foram. “As fotografias anexadas não deixam dúvidas quanto à errônea e esdrúxula localização de postes, os quais ficaram instalados no meio da rua/avenida, apesar dos protestos”.

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