Justiça decreta prisão de suspeito de estuprar enteada de três anos

Prisão preventiva atende a um pedido feito pelo Ministério Público na última terça-feira (23)

Justiça decreta prisão de suspeito de estuprar enteada de três anos

Prisão preventiva atende a um pedido feito pelo Ministério Público na última terça-feira (23)

Por | Edição do dia 30 de outubro de 2018
Categoria: Notícias, Polícia | Tags: ,,,,,


(Reprodução)

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A juíza Larrissa Lins, da 14ª Vara Criminal da Capital decretou, na tarde desta segunda-feira (29), a prisão de Cleiton Silva de Souza, suspeito de estuprar a própria enteada, uma criança de apenas três anos, no início deste mês. A solicitação da prisão preventiva de Cleiton Silva de Souza, foi feita pelo Ministério Público Estadual (MPE/AL), na última terça-feira (23) e se baseou no laudo da Perícia Oficial (PO/AL), apontando a presença de lesão da mucosa anal e hematomas no corpo e o rosto da criança.

A representação criminal foi assinada pelos promotores de justiça Dalva Tenório e Lucas Sachsida Carneiro, que atuam nas Promotorias de Justiça com atribuição para combater crimes praticados contra crianças a adolescentes.

Os promotores também levaram em consideração o depoimento dos conselheiros tutelares que acompanham o caso. Eles relataram que, ao chegar ao Hospital Geral do Estado com a enteada, o acusado ameaçou a equipe de plantão, dizendo que “se alguém contasse para sua esposa, que sua filha estava hospitalizada, iria matar a todos, pois buscaria seu pessoal no Conjunto Village Campestre”.

“O caso presente é um dos, senão o mais, chocante que tramita nesta 14ª Vara Criminal. Uma criança, com 3 anos de idade, foi estuprada com tamanha violência, inclusive com coito anal, que há relatos de que ficará paraplégica. Não é necessário muitas delongas para se demonstrar que o estupro de vulnerável representa um dos crimes mais comprometedores do bom rumo da sociedade e, por transparecer a inversão do mais puro conceito de cuidado e amor, pois no caso foi perpetrado com emprego de tortura, ocasionando lesões gravíssimas à vítima”, argumentaram.

 

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