Justiça concede habeas corpus ao tenente-coronel Rocha Lima

Ele está preso há sete meses suspeito de participação em um homicídio ocorrido em 2019

Justiça concede habeas corpus ao tenente-coronel Rocha Lima

Ele está preso há sete meses suspeito de participação em um homicídio ocorrido em 2019

Por Redação | Edição do dia 24 de fevereiro de 2021
Categoria: Justiça, Polícia | Tags: ,,,


O tenente-coronel Rocha Lima, preso há sete meses por suspeita de envolvimento em um homicídio ocorrido em 2019, no conjunto Village Campestre, em Maceió, deve ser solto nesta quarta-feira (24). A defesa do militar entrou com pedido de habeas corpus, que foi aceito pela Justiça de Alagoas. O oficial está detido desde uma operação que prendeu seis pessoas envolvidas no crime.

Em uma votação no TJAL, a maioria dos votos foi a favor do pedido de habeas corpus solicitado pela defesa do militar. Lima Júnior está preso nas dependências do quartel do Batalhão de Rádio Patrulha, há sete meses, quando teve a prisão decretada por ser um dos acusados de participação do crime.

O Advogado de defesa do Tenente-coronel, Napoleão Lima Júnior, disse estar aguardando o alvará de soltura para que ele fique em liberdade, devendo se apresentar nesta quinta-feira ao comando Geral da Polícia Militar.

“O comandante geral vai decidir se ele assumirá algum batalhão ou se desempenhará suas funções internamente, até que sua situação seja resolvida”, diz o advogado de defesa.

 

Sobre o caso

Luciano de Albuquerque Cavalcante foi assassinado em 25 de outubro do ano passado, por volta das 10h20, na Avenida Ministro Lindolfo Collor, no Conjunto ViIlage Campestre II, bairro da Cidade Universitária. Em razão de sua morte, o promotor Antônio Luis Vilas Boas Sousa denunciou o coronel da Polícia Militar Antônio Marcos da Rocha Lima, o militar da reserva José Gilberto Cavalcante Goes, o segurança particular Wagner Luiz das Neves Silva e Gilson Cavalcanti de Góes Júnior pelo crime de homicídio duplamente qualificado. A tipificação do crime está prevista no artigo 121, § 2º, incisos I (motivo torpe), IV (surpresa/ multiplicidade de agentes) e no artigo 29, ambos do Código Penal brasileiro.

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