Julho Verde: Câncer de cabeça e pescoço é o segundo mais frequente em homens; campanha alerta para diagnóstico precoce

Julho Verde: Câncer de cabeça e pescoço é o segundo mais frequente em homens; campanha alerta para diagnóstico precoce

Por Assessoria | Edição do dia 1 de julho de 2020
Categoria: Notícias, Saúde


O conjunto de tumores que se manifestam na boca, faringe e laringe, entre outras localizações próximas, é denominado de câncer de cabeça e pescoço. Neste mês, a campanha Julho Verde visa conscientizar a população para o diagnóstico precoce da doença. De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), esse tipo de câncer é mais frequente em homens na faixa dos 60 anos e representam o segundo tipo da doença com maior incidência na população masculina e o quinto mais comum entre as mulheres.

Segundo a Oncologista do Hospital Cliom, Amanda Lima, os principais sintomas da doença são feridas de difícil cicatrização na boca ou garganta, dificuldade para engolir, dor na garganta, sangramento ao escovas os dentes, corrimento nasal com odor fétido e rouquidão.

Oncologista orienta sobre cuidados necessários. Foto: Assessoria

“Esses podem ser sinais de alerta para a doença. Em geral, o câncer de cabeça e pescoço está associado a fatores de risco ambientais e hábitos de vida como o tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas, infecções por HPV e ingestão de bebidas em altas temperaturas”, explica a especialista do Cliom. A relação entre o HPV e o câncer de cabeça e pescoço está se tornando mais comum, sendo observada em 10% a 30% dos casos.

A Oncologista ressalta que, quando a doença é diagnosticada logo no início, as chances de cura podem chegar a 80%. “O diagnóstico é feito através da história clínica, exame das lesões e biópsia, então qualquer uma dessas alterações citadas devem alertar o paciente a procurar um médico”, diz Amanda Lima.

O tratamento da doença pode incluir cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. Além do médico oncologista, o paciente passa a ser acompanhado também por fonoaudiólogos, enfermeiros, nutricionistas e fisioterapeutas, entre outros profissionais que compõem a equipe multidisciplinar.

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