Jornalista levanta novas suspeitas da suposta facada em Jair Bolsonaro

Joaquim de Carvalho aponta uma série de inconsistências no caso, que pode ter sido armado para favorecer Bolsonaro na eleição de 2018

Jornalista levanta novas suspeitas da suposta facada em Jair Bolsonaro

Joaquim de Carvalho aponta uma série de inconsistências no caso, que pode ter sido armado para favorecer Bolsonaro na eleição de 2018

Por Antonio Pereira | Edição do dia 13 de setembro de 2021
Categoria: Opiniões | Tags: ,,,,,,,,


Em um levantamento jornalístico primoroso, o repórter investigativo Joaquim de Carvalho, para a TV 247, desnuda o que pode ter sido a maior farsa da história recente brasileira.

A suposta facada sofrida pelo então candidato a presidência em 2018, Jair Bolsonaro é dissecada por Joaquim de Carvalho, que viajou para diversos pontos do país em busca da verdade do caso. No vídeo, o jornalista aponta uma série de inconsistências durante as investigações da Polícia Federal e defende a necessidade urgente de reabertura do caso.

Jair Bolsonaro, até então um obscuro deputado do baixo clero, conseguiu se eleger presidente da República depois de uma suposta facada, que seus seguidores correram para acusar a esquerda, já que Adélio Bispo de Oliveira, o suposto responsável pelo atentado teria sido filiado ao PSOL.

Como um dos primeiros pontos da reportagem reveladora de Joaquim ele mostra com documentos que Adélio era filiado ao PSD, atualmente comandado pelo ex-prefeito Gilberto Cassab, e não ao PSOL. Mesmo assim, Adélio tinha pedido desfiliação do PSD e não tinha nenhum partido na época do suposto atentado.

Joaquim de Carvalho vai mais além e entra em contato com diversas pessoas que estavam no fatídico dia da suposta facada, inclusive um homem que teria encontrado a faca usada por Adélio e a escondido com um vendedor de frutas que estava no local. Posteriormente este homem teria voltado ao local e resgatado a faca, que foi entregue às autoridades policiais, que não encontraram nenhuma digital de Adélio na arma.

O ponto alto do vídeo é a relação de Adélio Bispo com o filho zero dois do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro, o Carluxo. Pelos registros de uma empresa de tiro de Santa Catarina, Adélio esteve no local três meses antes do suposto atentado e teria estado com Carluxo. Adélio chegou a fazer o curso básico de tiro. Esse detalhe da presença dos dois no mesmo ambiente durante todo um dia levanta muitas suspeitas sobre as reais intenções dos supostos organizadores do atentado contra o candidato Jair Bolsonaro.

Em outra parte do vídeo, Joaquim de Carvalho lembra fala da deputada Joice Hasselmann, onde ela afirma em entrevista à imprensa, que ouviu de Jair Bolsonaro meses antes do suposto atentado que ‘se fosse esfaqueado ganharia a eleição’.

Na reportagem investigativa, Joaquim de Carvalho vai atrás de vários personagens do caso, cujos depoimentos reforçam ainda mais as suspeitas de que o suposto atentado foi planejado com o objetivo claro de garantir uma narrativa para Jair Bolsonaro culpar seus adversários e, assim, ganhar a eleição, como de fato aconteceu.

Nas suspeitas levantadas pelo vídeo estão os laudos médicos negados pelos hospitais que trataram de Bolsonaro logo após a suposta facada. Joaquim lembra ainda que a cicatriz inicialmente atribuída à facada, estranhamente, muda de posição no corpo de Bolsonaro.

Há no bojo da matéria jornalística inúmeras suspeitas de que Jair Bolsonaro teria tomado algum tipo de anestesia naquele dia, provavelmente para suportar a suposta facada, que teria sido organizada para dar-lhe a vitória eleitoral.

Enfim, o vídeo não é conclusivo, mas aponta para inúmeras inconsistências, possíveis manipulações, levando os espectadores a questionar se realmente aconteceu ou não a facada. E, se aconteceu, pode ter sido muito bem planejada para parecer um atentado legítimo.

Por fim, o vídeo mostra a vida de Adélio antes do caso e o fato da sua família, ele tem quatro irmãos, não ter tido mais nenhum contato com ele.

Adélio atualmente está preso em um presídio de segurança máxima, mantido incomunicável.

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Clique no link e assista a reportagem de Joaquim de Carvalho:

 

 

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