Japonês da Federal é preso por facilitar contrabando

O “japonês bonzinho”, conhecido durante a Operação Lava Jato, foi preso na última terça-feira (07) em Curitiba

Japonês da Federal é preso por facilitar contrabando

O “japonês bonzinho”, conhecido durante a Operação Lava Jato, foi preso na última terça-feira (07) em Curitiba

Por | Edição do dia 8 de junho de 2016
Categoria: Blog, Brasil, Notícias | Tags: ,,,,


Foto: Giuliano Gomes/PR Press

Foto: Giuliano Gomes/PR Press

O agente federal Newton Ishii foi preso na última terça-feira (7) em Curitiba, de acordo com a Polícia Federal. O mandado foi expedido pela Vara de Execução Penal Justiça Federal de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.

O “Japonês da Federal”, como ficou conhecido durante a Operação Lava Jato, se apresentou espontaneamente à Superintendência da Polícia Federal na capital paranaense e de acordo com seu advogado, Oswaldo de Mello Junior, foi condenado a quatro anos, dois meses e 21 dias em virtude da Operação Sucuri, por envolvimento em esquema de facilitação de entrada de contrabando no Brasil.

Citado na Lava Jato

O nome de Newton Ishii foi citado em meio à Operação Lava Jato na gravação que levou à prisão o senador cassado Delcídio Amaral, em Brasília.

No áudio, o senador fazia tratativas com o chefe de gabinete dele, Diogo Ferreira, o advogado Edson Ribeiro e o filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, Bernardo, buscando um plano de fuga para Cerveró, que estava preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba.

O agente é citado durante a conversa quando o grupo discute quem estaria vazando informações para revistas. Delcídio se refere a um policial como “japonês bonzinho”, que seria o responsável pela carceragem.

A Polícia Federal disse, na ocasião, que iria apurar se o nome citado na conversa era o do agente.

Fama
Com a deflagração da Operação Lava Jato, o agente passou a ser conhecido em todo o Brasil. A cada fase da operação nestes mais de dois anos, Newton Ishii aparecia ao lado empreiteiros, operadores financeiros, políticos e funcionários públicos que eram presos.

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