Integrantes do abrigo Pata Voluntária voltam a arrecadar dinheiro após prisões por fraude

ONG criou uma “vakinha” virtual e pedem mais de R$ 40 mil para “ajudar” animais abandonados

Integrantes do abrigo Pata Voluntária voltam a arrecadar dinheiro após prisões por fraude

ONG criou uma “vakinha” virtual e pedem mais de R$ 40 mil para “ajudar” animais abandonados

Por Redação | Edição do dia 13 de maio de 2020
Categoria: Maceió, Notícias | Tags: ,,,,,


   Polícia Prendeu três integrantes por estelionato (Foto: internet)

Presas por estelionato no ano passado, as proprietárias da ONG Pata Voluntária voltaram a tentar arrecadar dinheiro através de uma “vakinha” virtual.  As denuncias sobre o possível golpe foram encaminhadas para Comissão de Bem Estar Animal da OAB/AL, e segundo a presidente do órgão, Rosana Jambo, o caso deve ser investigado pela Justiça de Alagoas.

De acordo com as denuncias, a antiga ONG recriou perfis em várias redes sociais e vinculou a arrecadação de dinheiro que seria para ajudar cerca de 400 animais abandonados. Na conta virtual o valor estipulado pelas representantes é de pelo menos R$ 43.261,20, onde essa quantia seria utilizada na compra de alimentos.

A primeira fraude arquitetada pelas acusadas Amropali Pedrosa Mondal e Nayane Petrucia ocorreu em julho de 2019, quando um falso assalto foi informado nas redes sociais da ONG e elas começaram a pedir ajuda financeira. Uma terceira comparsa também chegou a ser presa e junto com Nayane revelou que tudo não passava de um golpe, assim que o delegado Leonan Pinheiro – na época se dispôs a divulgar a situação – desconfiou do local sujo e com aparência de abandonado há anos que foi indicado como sede da ONG.

Ainda segundo a presidente da Comissão, o processo criminal contra as acusadas continua em aberto e que as denuncias podem ser feitas diretamente a polícia, pois o antigo perfil do abrigo foi bloqueado e o novo crime é de competência da Justiça.

“As integrantes fizeram uma nova página para que elas possam arrecadar dinheiro em nome dos animais. As denúncias foram nesse sentido e nós vamos repassar ao presidente da OAB e também ao promotor, mas não é mas não é nossa competência averiguar o crime. É com a polícia e com a justiça criminal”, disse Rosana Jambo durante uma entrevista ao Acta.

Mesmo com a tramitação processual, o abrigo mudou de sede e continua funcionado normalmente em Maceió.

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