Instrutor de academia em Maceió compartilhava pornografia infantil

Polícia Civil identificou o pedófilo após uma denuncia feita na Bahia

Instrutor de academia em Maceió compartilhava pornografia infantil

Polícia Civil identificou o pedófilo após uma denuncia feita na Bahia

Por | Edição do dia 21 de fevereiro de 2020
Categoria: Notícias, Polícia | Tags: ,,,,


O delegado Thiago Prado está à frente da coordenação da equipe especial designada pelo Delegado Geral, Paulo Cerqueira (Divulgação)

Após uma mulher denunciar a polícia da Bahia que um homem estava compartilhando pornografia infantil por mensagens nas redes sociais, a Divisão Especial de Investigação e Captura (DEIC) identificou o suspeito através do rastreamento do celular. O pedófilo é instrutor de academia e reside no bairro da Serraria, parte alta de Maceió.

Segundo alguns detalhes da denuncia repassados pela Polícia Civil da Bahia para Alagoas, o homem havia participado de uma transmissão ao vivo em uma rede social da mulher que tem uma filha de oito anos. No momento da interação com a vítima, ele revelou seu interesse pela menina e do seu desejo sexual por crianças, o que assustou a internauta.

Durante a denuncia, a vítima informou que o suspeito enviou vários vídeos de meninas que aparentavam ter entre três e seis anos sendo estupradas por adultos. A conversa foi analisada pelas autoridades e, conforme foi explicado pelo delegado Fábio Costa, o rastreamento foi iniciado e os agentes da Deic chegaram até o criminoso.

Ainda de acordo com o delegado, o homem tem 30 anos de idade e em depoimento acabou confirmando que havia enviado as imagens e disse que está passando por problemas psiquiátricos. Além disso, ele também confirmou que é proprietário do celular, mas negou ser o estuprador que aparece nos vídeos compartilhados, pois pegou todo o material na internet.

Mesmo com o flagrante e as afirmações do pedófilo – sem identidade revelada – tudo indica que ele responderá pelo crime de material de sexo explícito envolvendo crianças ou adolescentes, cuja pena prevista é de três a seis anos de reclusão em liberdade.

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