Funcionário do Restaurante Universitário da UFAL é afastado após ataque homofóbico contra estudante

A aluna registrou um Boletim de Ocorrência

Funcionário do Restaurante Universitário da UFAL é afastado após ataque homofóbico contra estudante

A aluna registrou um Boletim de Ocorrência

Por Redação | Edição do dia 2 de junho de 2022
Categoria: Maceió, Ultimas Notícias | Tags: ,


Um funcionário do Restaurante Universitário (RU) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), acusado de ataque homofobico, foi afastado após ser denunciado por uma aluna. O homem era contratado por uma empresa terceirizada que presta serviço à instituição.

A estudante, que mora na Residência Universitária Alagoana (RUA), registrou um Boletim de Ocorrência (BO) e denunciou que foi vítima de homofobia enquanto era atendida no restaurante durante a noite dessa terça-feira (31). Quando tomou conhecimento do ocorrido, a Pró-Reitoria Estudantil da universidade tomou as providências necessárias.

A princípio, a gerência do RU foi notificada sobre a situação e um processo administrativo para registro da denúncia também foi aberto. De acordo com a instituição, o Restaurante Universitário solicitou, de imediato, que a empresa terceirizada afastasse o funcionário do serviço.

Uma reunião, com todos os colaboradores do restaurante, também foi organizada para que fosse reforçada a necessidade, a importância e principalmente o respeito pela singularidade de cada aluno. Com a intenção também de evitar novos casos de homofobia no local. 

“Homofobia e transfobia são crimes. Não toleraremos! 🏳️#respeito. Informamos, de antemão, que repudiamos qualquer espécie de ataque homofóbico, seja ele ocorrido dentro ou fora do espaço universitário. Em pleno 2022, não pode haver mais espaço para esse tipo de desrespeito”, reforçou a universidade através das redes sociais.

https://www.instagram.com/p/CeTPH7fuuDB/?igshid=YmMyMTA2M2Y=

A instituição finalizou informando que a homofobia está enquadrada como crime inafiançável e imprescritível, desde 2019, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Também foi incentivado que “todos aqueles que se sentirem desrespeitados por sua orientação sexual ou identidade de gênero que registrem Boletim de Ocorrência, para que, dentro da lei, as autoridades competentes realizem a investigação dos fatos”.

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