Fiea promove encontro de 40 empresas com exportadores em rodada de negócios

Fiea promove encontro de 40 empresas com exportadores em rodada de negócios

Por | Edição do dia 28 de março de 2017
Categoria: Economia, Notícias | Tags: ,,,,,,,,,,,


(Crédito: Assessoria)

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A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN/AL), promove nesta terça-feira, 28, a primeira rodada de negócios de 2017. Quarenta empresas alagoanas dos segmentos de alimentos e bebidas, moda, casa e construção apresentam seus produtos a empresas comerciais exportadoras, na Casa da Indústria Napoleão Barbosa.

A gerente do CIN/AL, Dielze Mello, explica que o evento é uma grande oportunidade para os alagoanos que desejam exportar. “Existem as empresas que realizam exportação direta e indireta. A direta é aquela que estamos mais acostumados a ver, onde o vendedor entra em contato direto com o cliente final, já na indireta o empresário exportador se vale de outras empresas para demonstrar e vender o produto lá fora. Hoje, estaremos trabalhando com comerciais exportadoras, que são empresas especializadas em determinados mercados e auxiliam nesse processo indireto de exportação”, disse ela.
Representante da Adoro Comercial Exportadora, Hariel Tofoli trabalha no ramo de alimentos e bebidas, buscando novos fornecedores brasileiros para o mercado internacional. “Para exportar, os empresários devem seguir quatro passos: ter capacidade produtiva para exportar para o mercado externo e interno, obter um RADAR [registro necessário para a exportação], adequar suas embalagens e preços para o mercado externo e, por fim, encontrar parceiros, que é o que estamos fazendo aqui hoje”, detalha.
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As irmãs e empresárias alagoanas Gleyce Miranda, Gleyde Miranda e Miriam Miranda, da Lune Lingerie, estão no mercado há cinco anos e já estão em sua segunda rodada de negócios. “Queremos fortalecer nossa marca exportando para todo o mundo. É muito bom internacionalizar a empresa, pois, além de ganharmos a credibilidade do nos adequamos a um padrão de exportação, que é bom para o mercado interno e externo”, conta Gleyde.

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