Férias de desembargador adiam julgamento da Operação Taturana

Férias de desembargador adiam julgamento da Operação Taturana

Por | Edição do dia 30 de setembro de 2016
Categoria: Notícias, Política | Tags: ,,


Os alagoanos vão ter que esperar mais um pouco para o desfecho do caso iniciado em 2007 pela Operação Taturana. O Tribunal de Justiça de Alagoas agendou para o dia 03 de novembro de 2016 a nova sessão da 3ª Câmara Cível que irá continuar o processo, devido às férias do desembargador Fernando Tourinho, já agendadas para o mês de outubro.

“Em virtude da complexidade da causa e do número excessivo de pretensões discutidas ao longo da ação, fato que me impediu de apresentar minha manifestação completa, em mesa, no dia 29 de setembro de 2016, bem como diante do fato de que estarei no gozo das minhas férias regulamentares anteriormente previstas, no próximo mês de outubro/2016, DETERMINO inclusão do feito na pauta de julgamento do dia 03 de novembro de 2016, conforme informalmente acordado com os demais integrantes do julgamento”, diz o desembargador Fernando Tourinho em seu despacho.

Ironicamente, o magistrado chegou ao caso devido às férias do desembargador Alcides Gusmão, que retorna ao trabalho no próximo dia 04 de outubro. Contudo, como não acompanhou o processo do início, Gusmão se mantém fora do julgamento.

Também foi Tourinho quem fez o pedido de vistas que suspendeu a sessão do julgamento em 22 de setembro passado, alegando dúvidas quanto a uma das preliminares do processo, que contém quase 14 mil páginas. Nova sessão foi marcada para quarta passada, 28 de setembro. No entanto, ficou para esta quinta (29) a data para que Tourinho se manifestasse sobre seu pedido de vistas. Vale lembrar que a primeira data marcada para o julgamento foi 08 de setembro, em sessão fechada por sigilo de justiça, quando foi adiada devido problemas de saúde do desembargador Celyrio Adamastor.

Desta forma, o caso dos Taturanas e o desvio de quase R$ 300 milhões do erário se arrasta mais um pouco e “comprovam” uma teoria de setores da sociedade e da imprensa mais céticos de que o caso das Taturanas chegasse a um desfecho antes das eleições municipais.

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