Ex-prefeito de Canapi rebate acusação do Ministério Público de Contas

José Hermes de Lima é pai do prefeito e foi nomeado Secretário Municipal de Assuntos Estratégicos

Ex-prefeito de Canapi rebate acusação do Ministério Público de Contas

José Hermes de Lima é pai do prefeito e foi nomeado Secretário Municipal de Assuntos Estratégicos

Por redação | Edição do dia 6 de fevereiro de 2021
Categoria: Política | Tags: ,


O ex-prefeito de Canapi, José Hermes de Lima, que é pai do atual prefeito da cidade, Vinícius de Lima, foi nomeado pelo próprio filho para assumir secretaria do município.

Foto: divulgação

De acordo com o Ministério Público de Contas(MPC) houve nepotismo na nomeação e recomendou ao Tribunal de Contas de Alagoas que suspenda a nomeação do ex gestor.

Neste sábado (06) José Hermes emitiu nota criticando a denúncia do MPC. Veja:

“Nota de esclarecimento

O empresário, Advogado e ex-prefeito José Hermes, rebate acusações do Procurador de Contas!

Ao ler a violência como fui atacado nos últimos dias, diga-se de passagem por um procurador que sequer mora em Alagoas, pelo fato de ter assumido como descrito na Certidão em anexo, o cargo de secretário em minha amada cidade natal, esclareço que fiz como conselheiro, advogado e político experiente querendo com isso orientar e apoiar meu filho – então prefeito de Canapi, destaco como descrito na nota que ocupo o cargo desde março de 2018, e donde abiquei desde então de qualquer salário ou vantagens remuneratória que possa a oposição inconformada por 2 derrotas nas urnas consecutivas apontar, essa mesma Oposicão massacrada neste último sufrágio por cerca de 70% dos votos além do nosso grupo ter vencido as 11 das 11 cadeiras disponíveis do legislativo municipal, e digo mais, meu filho será candidato a deputado e certamente assim como já tem sido como prefeito um dos mais atuantes e brilhantes da casa Tavares Bastos, restou ao procurador de contas explicar quantos procedimentos instaurou para investigar o ex-prefeito Celso Luiz apurando desvios de:

* 20 milhões de reais da previdência;
* 15 milhões do precatório do Fundef;

Procurador esquece que o ordenamento jurídico brasileiro, afirma que todos são inocentes até que se prove o contrário, restando sempre o contraditório e enquanto não findarem as instâncias e recursos tenho como qualquer cidadão exercer direitos e deveres, e assim farei, não obstante ocupar cargos públicos, ainda mais quando não recebo sequer salário pra isso, visto que como já dito, abdiquei desse direito.

Por fim, me pergunto e sei que você que lê também gostaria, que o procurador de contas, explicasse ao povo, como é morar em Brasília e trabalhar no tribunal de contas do estado de Alagoas, recebendo uma fortuna de nossos cofres ?”

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