Ex-empregado detona castelo de cartas da família Bolsonaro

air Bolsonaro e seus filhos correm contra o tempo para evitar prisões espetaculares e verem toda sua suposta pose de homem de bem cair em frente às câmeras

Ex-empregado detona castelo de cartas da família Bolsonaro

air Bolsonaro e seus filhos correm contra o tempo para evitar prisões espetaculares e verem toda sua suposta pose de homem de bem cair em frente às câmeras

Por Antonio Pereira | Edição do dia 3 de setembro de 2021
Categoria: Opiniões | Tags: ,,,,,,,,,,,


A bombástica entrevista do ex-empregado da família Bolsonaro, identificado como Marcelo Luiz Nogueira dos Santos revela em detalhes o esquema que todo mundo já sabe de uso de dinheiro público para o enriquecimento dos integrantes da família Bolsonaro. Marcelo Luiz foi entrevistado pelo jornal Metropoles, onde contou tudo o que sabe sobre o esquema de corrupção da família do presidente.

Entre outras coisas, Marcelo revelou que trabalhou durante 14 anos para a família, tendo como ‘chefe’ a ex-mulher de Bolsonaro, a advogada Ana Cristina Valle, mãe do zero 4. Na sua revelação, o ex-funcionário disse que trabalhou lotado nos gabinetes de Carlos, o Carluxo e de Flávio Bolsonaro, quando este era deputado estadual no Rio de Janeiro.

Ana Cristina Valle é mãe de Renan Jair Bolsonaro, que está sendo investigado por tráfico de influência, onde teria intermediado contatos de empresários com autoridades do governo para conseguir dividendos pessoais.

O ex-funcionário Marcelo Luiz trabalhou por muitos anos como uma espécie de babá de zero 4 quando Ana Cristina se separou do presidente Bolsonaro.

Lotado no gabinete de Flávio Bolsonaro, sendo pago com dinheiro público, Marcelo trabalhou como empregado doméstico de Ana Cristina em suas casas, primeiro em Resende (RJ), e nos últimos meses em Brasília.

Na sua entrevista, Marcelo confessa ter devolvido 80% de tudo o que recebeu no gabinete de Flávio nos quase quatro anos em que foi seu servidor na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj): em um total de cerca de R$ 340 mil, dinheiro que teria sido embolsado por Flávio e administrado por Ana Cristina durante todo esse tempo.

Na matéria do Metropoles, Ana Cristina foi quem precedeu Fabrício Queiroz e era a encarregada de recolher as rachadinhas não só no gabinete de Flávio, mas também no de Carlos, eleito vereador da Câmara do Rio em 2000. Somente depois da separação de Jair e Ana Cristina, em 2007, Flávio e Carlos teriam assumido a responsabilidade pelo recolhimento dos valores dos funcionários de seus gabinetes. Só que as denúncias do ex-empregado vão bem além.

O depoimento do ex-funcionário escancara todo o esquema de corrupção da família Bolsonaro e deve ter fortes repercussões nos próximos dias. A investigação é comandada pelo Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, que já conseguiu as quebras de sigilo do vereador Carlos Bolsonaro e Ana Cristina Valle.

Toda essa história de rachadinhas (dinheiro público usado como corrupção pela família Bolsonaro) sempre permeou o noticiário político, levando o presidente Jair Bolsonaro a perder as estribeiras, sempre que confrontado pela imprensa sobre o caso.

Flávio Bolsonaro figura como o grande facilitador do esquema, que era também usado por Carlos e pelo próprio presidente Bolsonaro, quando este era deputado federal. O esquema é uma espécie de modus operandi da família.

Agora, com as investigações próximas de apontar Carlos e Ana Cristina como responsáveis pelo golpe aos cofres públicos, a família Bolsonaro corre sério risco de ver seu castelo de cartas desmoronar completamente, enterrando de vez o sonho de uma noite de verão que os levou ao mais alto posto da República.

Jair Bolsonaro e seus filhos correm contra o tempo para evitar prisões espetaculares e verem toda sua suposta pose de homem de bem cair em frente às câmeras.

Certamente o risco de prisão e defenestração pública, tem levado o presidente a agir deforma errática, acusando os ministro do Supremo disso e daquilo, usando sua massa de manobra radicalizada de ultradireita para se manter nos holofotes, mesmo que seja para ameaçar toda a nação com uma convulsão social jamais vista no Brasil.

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