Escola 10: Caravana da Educação reúne comunidade escolar em trocas de experiência em AL

Escola 10: Caravana da Educação reúne comunidade escolar em trocas de experiência em AL

Por Assessoria | Edição do dia 9 de novembro de 2021
Categoria: Alagoas


Diminuir distância, criar interação entre a comunidade escolar, agregar conhecimento e reforçar as ações da Educação em Alagoas. Essas foram algumas das ações desenvolvidas nas duas edições do Avança Escola 10 – em Palmeira dos Índios e em Piranhas – que reuniu alunos, professores, gestores e gerentes dos municípios envolvidos.

“Esses momentos servem para reforçar a importância e o impacto de programas como Professor Mentor, Equipe Escola, Conecta Professor, Mais Merenda, Vem que dá Tempo, que vieram para fortalecer ainda mais a Educação de Alagoas. As caravanas da Escola 10 são uma conquista, uma certeza de que estamos no caminho certo. O investimento e as melhorias para o nosso estado se fazem com políticas públicas, mas, sem dúvida, o mérito é, especialmente, de quem faz a educação todos os dias dentro das salas de aula. Foi lindo ver, mais uma vez, a vontade, união e dedicação de todos pela melhoria da qualidade de ensino de Alagoas, agora vamos levar às ações por todo o estado”, reforça o secretário da Educação, Rafael Brito.

Programação recheada

Em um dia inteiro de atividades, os evento ficam divididos em múltiplos espaços, como aulões de Língua Portuguesa e Matemática focados no Enem, apresentações culturais, músicas, show de talentos, tira dúvida, minicurso e palestras sobre a importância das provas do SAEB/IDEB, além de espaço para jogos, roda de conversa,  e um estande onde as escolas da região apresentaram projetos desenvolvidos ao longo do ano letivo.

Laís Nunes , aluna do terceiro ano da Escola Estadual Gentil Albuquerque Malta, em Mata Grande, viajou mais de 50 km para estar presente nesta edição da caravana Escola 10. No encontro, a estudante preparou um vídeo uma homenagem sobre as mudanças que vem acontecendo na Educação com o lançamento dos novos programas, e destacou a importância de encontros como esse para integrar ainda mais os alunos e professores.

“Depois da pandemia rever os amigos, poder ter acesso a uma programação como essa foi incrível, estou aproveitando cada detalhe, é uma experiência muito boa. Acredito que essa programação do Escola 10 reforça nosso compromisso com os estudos. Toda essa atenção muda o futuro de muita gente daqui.”, conta Laís.

Troca de experiências 

Durante a exposição de práticas exitosas das unidades de ensino da 11ª Gere, a Escola Estadual Xingo II, em Piranhas, apresentou o projeto integrador ‘Cultura Nordestina’, um estudo sobre Preconceito Nordestino e Literatura de Cordel. A ação é uma iniciativa da Professora de Sociologia e Filosofia Denise Gomes, que afirma a importância da cultura do sertão nas aulas. “Aonde tem nordestinos, a Alegria sempre está” é o primeiro estrofe de um dos cordéis produzidos na pesquisa.

“Por meio dos estudos das ciências sociais, construímos um debate sobre a questão da xenofobia. Em contrapartida, também refletimos nossa história, como podemos vivenciar a nossa cultura para combater todo preconceito, e a leitura de cordel é isso, algo tipicamente nosso e que conta a história do nosso povo e que pode ser uma forma de combater o preconceito existente.”, acrescenta Denise.

Representando o município de Delmiro Gouveia, o professor José Carlos, da Escola Estadual Watson Gusmão, desenvolveu um robô  que usa a energia solar ou eólica para irrigar uma plantação em um clima seco. A ideia ainda está em fases de teste, mas está a todo o vapor graças a equipe de 20 alunos de robótica, que se dedicam em prol da sustentabilidade e praticidade quando se trata de manter a hidratação da horta local por meio de uma tecnologia independente.

“Construímos esse sistema que irriga toda uma horta com uma quantidade de água já estabelecida, ou seja, sustentável. Além disso a máquina é alimentada pela energia solar e solar, aqui temos muito sol, então essa tecnologia deve nos ajudar tanto na própria atividade desenvolvida pela máquina, que é manter a horta irrigada, como na forma que ela vai ter de adquirir energia para funcionar, é tudo pensado para só ter benefícios”, explica o professor José Carlos.

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