Energia elétrica vai ficar quase 20% mais cara em Alagoas

A mudança no preço deve acontecer a partir do mês de maio

Energia elétrica vai ficar quase 20% mais cara em Alagoas

A mudança no preço deve acontecer a partir do mês de maio

Por Redação com Assessoria | Edição do dia 26 de abril de 2022
Categoria: Alagoas | Tags: ,,,


A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou, nesta terça-feira (26), o Reajuste Tarifário Anual de 2022 da Equatorial Alagoas, Equatorial Alagoas Distribuidora de Energia S.A, empresa que atende aproximadamente 1,2 milhão de unidades consumidoras no estado.

No processo, foram adotadas medidas para a redução do efeito tarifário, com destaque a compatibilização dos financeiros da Bandeira de Escassez Hídrica que resultou em um impacto de -13,08% e o diferimento da Rede Básica que possibilitou um impacto de -4,22% no efeito médio a ser percebido pelos consumidores.

Confira, a seguir, os índices resultantes do reajuste tarifário que entram em vigor no dia 3/5:

Empresa

Consumidores residenciais – B1

Equatorial Alagoas

19,86%

Classe de Consumo – Consumidores cativos

Baixa tensão em média

Alta tensão em média

Efeito Médio para o consumidor

20,13%

19,24%

19,88%

Os valores foram impactados, especialmente, pelas despesas relacionadas às atividades de compras e distribuição de energia, além de custos com encargos setoriais. Foram fixadas, ainda, as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição – TUSD e as Tarifas de Energia Elétrica – TE aplicáveis aos consumidores e usuários da Equatorial Alagoas.

“A Equatorial Alagoas informa, que nesta terça-feira (26), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o reajuste tarifário de 2022 para os clientes alagoanos, com efeito médio de 19,88% para o consumidor. As novas tarifas passarão a vigorar a partir do dia 3 de maio e fazem parte de um processo conduzido pela Aneel, agência responsável por definir anualmente e manter atualizado o valor das tarifas das concessionárias de energia elétrica em todos os estados da federação.

Os itens que mais impactaram a correção foram os encargos do setor elétrico, os altos índices de inflação e os custos com a compra de energia, sobretudo durante a escassez hídrica. Nesse período, foi necessário acionar termelétricas, que geram energia a partir de fontes mais onerosas, como petróleo, carvão mineral e gás natural. Segundo a Aneel, a combinação do reajuste com o término da cobrança bandeira escassez hídrica resultará em efeito médio tarifário de aproximadamente -2% para consumidores que pagavam a bandeira de escassez hídrica, encerrada no dia 16 de abril deste ano.

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