Após abandonar o CSA, Canindé quer deixar legado em seu retorno

Apresentação do treinador deve acontece no início de novembro

Por | Edição do dia 8 de outubro de 2015
Categoria: Esportes, Futebol Alagoano | Tags: ,,,,,


Marcelo Alves – Repórter

CANINDÉ

Deixar marcado o seu legado no Mutange a é meta do técnico Oliveira Canindé que está certo para retornar ao CSA. O treinador disse também que seu objetivo é agradecer aos torcedores e os dirigentes azulinos que o acolheram na sua primeira passagem no clube marujo. Quanto sua vinda à Maceió, ele espera disse durante entrevista coletiva de imprensa virtual, promovida pela assessoria de imprensa do clube através do WhatsAap que espera voltar no início de novembro. Seu contrato tem duração de seis meses, podendo ser renovado.

Seguindo a política adotada pela atual gestão, Canindé não revelou nomes de jogadores. Apenas contou que dos 20 atletas que tem pré-contrato como CSA, poucos deles disputaram o Campeonato Alagoano. “Desses atletas que estão chegando, poucos trabalharam no futebol alagoano. Comigo não trabalhou ninguém. Queremos desses atletas, a consciência de que serão exigidos. Queremos atletas que não sintam o peso da grandeza do CSA. Queremos que eles tenham identificação com o clube e com a torcida”, disse Canindé.

Quanto aos jogadores tidos como bilheterias, ou seja, que pela trajetória e conquistas no futebol consegue atrair torcedores ao estádio Canindé disse que até tentou trazer alguns, mas estes atletas se recusaram. “Jogar no CSA não é denegrir, é acrescentar. Não quero bajular jogadores, queremos atletas que se identifiquem com o CSA”, disse.

Depois que deixou o CSA, na sua última passagem, Canindé diz estar com uma dívida com a torcida e a diretoria do clube. Mas ao ser questionado pela reportagem como garantiria o pagamento desta dívida, o treinador preferiu mudar a expressão, afirmando que tem um sentimento de gratidão e não de dívida. Em relação à torcida, o técnico disse que sempre soube da grandeza do Azulão. “No dia do jogo com o Vitória da Conquista em que as luzes se apagaram. Olhávamos para trás e víamos o que acontecia. Todos os jogos, a gente se sentia bem e sabíamos da força das arquibancadas. Isso nos tornava fortes”, disse.

“Quero deixar um legado. Tenho minha gratidão. Quero de alguma maneira contribuir para o CSA. Mesmo quando eu deixei o CSA, eu fiquei à disposição e dizia que se precisassem de uma ajuda poderiam contar comigo. Mas distante você não pode fazer muita coisa, fiquei apenas torcendo”.

 

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